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O espetáculo "Desapego", da Lápis de Seda Cia de Dança Inclusiva, de Florianópolis (SC), faz parte da programação da Maratona Cultural de Florianópolis 2026 e subirá ao palco do Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), no dia 23 de março, às 21h. Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados diretamente na bilheteria do Teatro, 1 hora antes da sessão. É permitida a retirada de apenas um ingresso por pessoa.

"Desapego" investiga a busca pela autenticidade ao questionar os moldes que nos limitam e a necessidade de rompê-los. Com um elenco diverso, formado por bailarinos com e sem deficiência, o espetáculo transita entre movimentos fluidos e intensos, revelando a tensão entre adaptação e identidade. Sob a direção de Ana Luiza Ciscato, a coreografia nasce das experiências dos próprios intérpretes, valorizando a singularidade de cada corpo.

Elementos cênicos como molduras e muletas reforçam a metáfora da desconstrução de padrões. Em cena, a dança se afirma como instrumento de transformação, promovendo inclusão e celebrando a liberdade de ser.

Direção Artística e Coreografia
Ana Luiza Ciscato

Bailarinos
Ana Flávia Piovezana
Andrea Areas
Aroldo Gaspar
Deivid Velho
Fabio Yokomizo
Gabriel Guterrez
Maura Marques
Luíza Zunino
Roberta Oliveira
Silvia Gevaerd

Figurino
Julia Portela

Design de Luz
Hedra Rockenbach

Técnico de Som e Luz
Rafael Apolinário

Concepção Musical
Fábio Yokomizo

Produção
Ulisses Souza

Duração: 55 min

Classificação indicativa: Livre

O Teatro Álvaro de Carvalho informa que a forma de distribuição de ingressos para o espetáculo é de inteira responsabilidade da produção do evento.

 
 

O espetáculo "Pequeno Príncipe", da companhia O Dromedário Loquaz, de Florianópolis (SC), faz parte da programação da Maratona Cultural de Florianópolis 2026 e subirá ao palco do Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), no dia 23 de março, às 15h. Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados diretamente na bilheteria do Teatro, 1 hora antes da sessão. É permitida a retirada de apenas um ingresso por pessoa.

No deserto do Saara, um piloto é obrigado a fazer um pouso de emergência. É ali que ele conhece o Pequeno Príncipe, um menino vindo de um planeta minúsculo, distante e muito diferente do nosso.

Em sua viagem pelo universo, em busca de amigos e de sentido, o Pequeno Príncipe encontra personagens cheios de simbolismo, o Rei, o Vaidoso, o Homem de Negócios, o Geógrafo, o Acendedor de Lampiões, a Serpente e a Raposa, entre outros que revelam, cada um à sua maneira, as contradições e as complexidades do mundo adulto.

Ao longo dessa jornada poética e sensível, o menino descobre o segredo do que é verdadeiramente essencial na vida, lembrando-nos de que “o essencial é invisível aos olhos”.

Direção e Adaptação
Sulanger Bavaresco

Elenco
Diana Adada Padilha
Giwa Coppola
Marina Krause
Sandro Maquel
Vinicius Pasinato Damian
Wellington Hors

Criação Musical
Diana Adada Padilha
Maria José Martins
Diego Nunes

Preparação Musical da Remontagem
Luiza Faé Mantovani

Figurinos e Adereços
Diana Adada Padilha
Sulanger Bavaresco
Regina Prates

Iluminação
Marco Ribeiro

Vídeo Animação
Aline Bertusso

Produção Técnica
Magda Scors Campos

Realização
Grupo de Teatro O Dromedário Loquaz

Duração: 70 min

Classificação indicativa: Livre

O Teatro Álvaro de Carvalho informa que a forma de distribuição de ingressos para o espetáculo é de inteira responsabilidade da produção do evento.

O espetáculo "Aqui ainda ou enquanto há futuro", do Karma Coletivo, de Itajaí (SC), faz parte da programação da Maratona Cultural de Florianópolis 2026 e subirá ao palco do Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), no dia 22 de março, às 19h. Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados diretamente na bilheteria do Teatro, 1 hora antes da sessão. É permitida a retirada de apenas um ingresso por pessoa.

Em um espaço onde tudo parece ruir, as paredes, as certezas, as relações, eles permanecem. Cada um carrega uma razão íntima para ficar, mesmo quando tudo convida à fuga.

Aqui ainda ou enquanto há futuro é um retrato poético sobre a teimosia de existir onde já não se espera ninguém. Fala do poder da presença e da beleza daqueles que insistem em permanecer juntos, mesmo diante do colapso.

O espetáculo aborda como tema sensível o racismo.

Há, ainda, em uma das cenas, o uso de luz estroboscópica.

Atuação
Leandro Cardoso
Lídia Abreu
Lourenço Cardoso
Mauro Filho
Monica Siedler

Direção
Nadja Naira

Dramaturgia
Nadja Naira
Karma Coletivo

Ambientação Sonora, Luz e Operação Técnica
Hedra Rockenbach

Figurino
Leandro Cardoso

Cenografia
Lídia Abreu

Fotografias de Divulgação
Lennon César

Fotografias de Cena
Sabrina Marthendal

Designer Gráfico
Daniel Olivetto

Produção Executiva
Mauro Filho

Apoio
Itajaí Criativa – Residência Artística

Realização e Produção
Karma Coletivo de Artes Cênicas

Duração: 60 min

Classificação indicativa: 14 anos

O Teatro Álvaro de Carvalho informa que a forma de distribuição de ingressos para o espetáculo é de inteira responsabilidade da produção do evento.

O aniversário de Florianópolis é comemorado na próxima segunda-feira, 23, e, para celebrar o dia, o Centro Integrado de Cultura (CIC) estará com suas salas de exposição abertas para que o público possa visitar as exposições de arte em cartaz no espaço administrado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC). No local, com entrada gratuita, o público confere quatro exposições com a temática voltada à arte, à cultura e às história da capital catarinense, com visitação das 10h às 21h.

No Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), que completou 77 anos na última quarta-feira, duas exposições dialogam ao explorar diferentes formas de olhar para Florianópolis: “Entre o tecido urbano e as imaginações costeiras”, com curadoria de Kamilla Nunes, e “Da Potência imagética da Cidade”, com curadoria de Maria Helena Barbosa.

A exposição “Entre o tecido urbano e as imaginações costeiras” apresenta vídeos que documentam três ações artísticas realizadas em Florianópolis entre 2024 e 2025 pelos grupos Impossibilidade de Esgotamento e Desvio, idealizados e coordenados pela curadora Kamilla Nunes. As obras revelam experiências que investigam a cidade e a paisagem litorânea como campos de experimentação artística, propondo intervenções sutis no espaço público e no cotidiano.

Em “Da Potência imagética da Cidade”, o MASC convida o público a redescobrir Florianópolis a partir das obras do seu acervo, reunindo trabalhos de artistas de diferentes gerações que têm a cidade como tema, cenário ou inspiração para suas criações. A exposição traz um recorte especial do acervo, com obras que exploram diferentes aspectos da capital catarinense. A curadoria revisita também seleções apresentadas em edições anteriores da exposição “Florianópolis através da arte”, organizadas por Jayro Schmidt em 2003 e 2016, além de dialogar com a pesquisa da professora e crítica de arte Sandra Makowiecky sobre a representação da cidade nas artes visuais.

Já nas Salas Lindolf Bell 1 e 2, que reabrem nesta sexta-feira, 20, após serem reformadas pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), estará aberta a mostra “Raízes e Reflexos: A Arte de Santa Catarina”, com obras de 14 artistas catarinenses. São trabalhos em pintura, cerâmica e escultura que oferecem um percurso que captura desde o cotidiano e os costumes de nossa gente, até as expressões mais inovadoras da arte moderna e contemporânea. Na sala 1, o público encontrará obras de Osmarina Maria Villalva, Paulo Villalva, “Índio” Elias Andrade, Claudio Schmitz, “Dao” João Dias e Tolentino Santanna, com curadoria de Frederic C. J. Guillemot. Na sala 2, estarão produções de Gustavo Scheidt, Susano Correia, Eliza Makray, Beatriz Rey, Gracielli Dall Agnol, Joice Breda, Karine Abatti, Marta Facco e Murilo Leal, com curadoria de Beatriz Rey.

Ao lado das Salas, o Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), apresenta a mostra “Ecos Tridimensionais – Entre o Céu, a Pedra e a Memória”, no Espaço Expositivo II. A mostra apresenta ao público parte da pesquisa desenvolvida pelo Prof. Dr. Yu Tao sobre as gravuras rupestres do Costão do Santinho, um dos núcleos mais expressivos da chamada Tradição Litorânea Catarinense, que reúne 28 sítios arqueológicos no litoral do estado — 26 deles localizados em ilhas costeiras. Entre os grafismos registrados destacam-se as chamadas “ampulhetas” do tipo J3, padrões geométricos recorrentes cuja repetição e posicionamento sugerem uma lógica interna ainda em estudo. A exposição convida o visitante a observar essas formas sob uma nova perspectiva, integrando fotografia artística, documentação digital e escaneamento 3D.

Outras exposições, outras temáticas

Além dessas, o CIC tem outras quatro exposições abertas ao público. Ainda no MASC, é possível visita a mostra “Viagem à aurora do mundo”, de Celaine Refosco, com um corpo de trabalho que interliga questões que perpassam arte e ciência; e “Territórios [Im]permanentes”, com 60 obras do acervo do Museu que apresentam um recorte curatorial que parte da coleção do “Núcleo Inicial” em diálogo com algumas “Doações e Aquisições” da produção artística emergente a partir de 2009.

Também no MIS/SC, ocorre a exposição “Animaking – A Magia da Animação”, celebrando os 25 anos de trajetória da Animaking, o evento apresenta a maior mostra já realizada de seu acervo, reunindo cenários originais, personagens, peças utilizadas em produções, processos criativos e exibição de materiais audiovisuais exclusivos. Mais do que uma exposição, o projeto propõe uma experiência imersiva. Peças interativas permitem que o visitante compreenda, na prática, as etapas do processo criativo, os desafios técnicos e as escolhas artísticas envolvidas na produção de animação para cinema e audiovisual.

Após fechamento temporário, devido à necessidade de manutenção interna, a Casa dos Açores Museu Etnográfico, em Biguaçu, volta a abrir para visitação do público neste sábado (21). O horário de funcionamento do espaço administrado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) em Biguaçu vai de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 17h30; aos sábados e domingos, das 10h às 12h e das 13h às 17h30.