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O espetáculo "Meretrizes", do Coletivo Gompa, de Porto Alegre (RS), faz parte da programação da Maratona Cultural de Florianópolis 2026 e subirá ao palco do Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), no dia 21 de março, às 19h. Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados diretamente na bilheteria do Teatro, 1 hora antes da sessão. É permitida a retirada de apenas um ingresso por pessoa.

Espetáculo que mescla teatro, piano ao vivo e relatos reais apresentados em cena para revelar fragmentos da vida de profissionais do sexo. A partir de uma construção documental, a obra dá voz a mulheres que têm suas trajetórias atravessadas pelo preconceito e pela discriminação, evidenciando a urgência de trazer esse debate para o centro da cena. Mais do que narrar histórias, o espetáculo é um grito por respeito a todas as mulheres e às suas escolhas pessoais e profissionais.

Direção
Camila Bauer

Elenco
Liane Venturella

Trilha Sonora Original
Catarina Domenici

Participação Especial
Paula Assunção
Soila Mar

Dramaturgia
Camila Bauer
Liane Venturella
(a partir dos relatos de diferentes profissionais do sexo)

Pesquisa em História Oral e Entrevistas
Juliana Wolkmer

Ambientação Cenográfica, Iluminação e Videografia
Isabel Ramil

Figurino
Liane Venturella

Consultoria
Paula Assunção
Monique Prada
Soila Mar

Arte Gráfica
Mitty Mendonça

Assessoria de Imprensa
Léo Sant’Anna

Mídias Sociais
Natália Severo

Fotografia
Laura Testa

Realização e Produção Geral
Coletivo Gompa

Duração: 70 min

Classificação indicativa: 16 anos

O Teatro Álvaro de Carvalho informa que a forma de distribuição de ingressos para o espetáculo é de inteira responsabilidade da produção do evento.

Duas obras que atravessaram séculos e seguem atuais se encontram no palco do Teatro Ademir Rosa (CIC) no dia 18 de março, às 20h30. A Camerata Florianópolis, sob regência do maestro Jeferson Della Rocca, apresenta a Sinfonia nº 5, de Ludwig van Beethoven, e o Concerto para Violino nº 1, de Max Bruch, com solo do violinista Juan Rossi.

Em uma apresentação que reúne duas peças emblemáticas do repertório sinfônico, o espetáculo evidencia a força de Beethoven, com notas profundas que mostram a jornada sentimental do músico, representando desde a tragédia (Dó menor) à vitória triunfante (Dó maior). Já o concerto de Bruch, uma das obras mais celebradas do repertório violinístico, equilibra virtuosismo técnico e lirismo expressivo, em melodias que parecem ganhar voz própria.

A apresentação é viabilizada pelo Ministério da Cultura via Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio de Fort Atacadista e Engie, e direção de produção de Maria Elita Pereira.

SOBRE O SOLISTA 

Juan Rossi é violonista, educador e pesquisador catarinense, reconhecido pela presença marcante nos palcos e por uma execução repleta de musicalidade e expressividade. Mestre das Artes em Violino Solo pela Universität Mozarteum Salzburg, na Áustria, também atua como solista, camerista e músico de orquestra, com passagem pela Orquestra Municipal de São Paulo e turnê internacional na China com o Duo Maxime Chordis. Juan foi professor nos Institutos Baccarelli e Fukuda e é fundador do Geek Violin Quest, curso inovador que gamifica o ensino do violino por meio de trilhas sonoras e storytelling. Também se dedica ao apoio a novos compositores e ao resgate de obras brasileiras. Atualmente, é spalla da Blumenau Filarmônica e da Orquestra Cordas da Ilha, além de artista das marcas Encorda e Jargar Strings. 

SOBRE OS COMPOSITORES

Um dos maiores nomes da história da música, Ludwig van Beethoven (1770–1827) foi responsável por ampliar os limites da forma sinfônica e marcar a transição entre o Classicismo e o Romantismo. Mesmo enfrentando a progressiva perda da audição, criou algumas das páginas mais revolucionárias do repertório ocidental, expandindo a linguagem musical com intensidade dramática, profundidade emocional e ousadia estrutural que seguem influenciando gerações de compositores.

Na mesma tradição germânica, Max Bruch (1838–1920) destacou-se pela valorização da melodia e pelo lirismo intenso. O artista construiu uma produção marcada pela expressividade e riqueza harmônica, sendo o Concerto para Violino nº 1 sua obra mais célebre, peça que alia técnica a linhas melódicas amplas e apaixonadas, mantendo-se como uma das preferidas de violinistas e plateias ao redor do mundo.

PROGRAMA 

1 –  Sinfonia No 5 em Do menor, op 67

I – Allegro con brio

II – Andante con moto

III –- Scherzo - Allegro

IV- Finale - Allegro

Ludvig van Beethoven

2 –  CONCERTO No 1 em SOL MENOR, OP. 26

I Prelude: Allegro moderato 

II Adagio  

III Finale: Allegro energico

MAX BRUCH

Ingressos à venda no site Blueticket

 

O espetáculo "Meu corpo está aqui", da Fábrica de Eventos, do Rio de Janeiro (RJ), faz parte da programação da Maratona Cultural de Florianópolis 2026 e subirá ao palco do Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), no dia 20 de março, em dois horários: às 19h e às 21h. Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados diretamente na bilheteria do Teatro, 1 hora antes de cada sessão. É permitida a retirada de apenas um ingresso por pessoa.

Partindo das experiências pessoais de atrizes e atores PCDs, pessoas com deficiência, a peça constrói um jogo entre as pulsões e os obstáculos encontrados em suas descobertas afetivas e sexuais. Em cena, o elenco fala abertamente sobre relacionamentos, corpos e desejos por meio de depoimentos ficcionalizados pelas artistas cariocas Julia Spadaccini, idealizadora do projeto e também pessoa com deficiência, e Clara Kutner. Com ironia e lirismo, o espetáculo questiona concepções culturais e históricas sobre o que é considerado “normal”. Ao mesmo tempo, celebra corpos socialmente invisibilizados e aprofunda as reflexões sobre suas subjetividades.

Alerta de gatilho: contém nudez parcial.

Texto: Julia Spadaccini
Clara Kutner

Direção: Clara Kutner
Julia Spadaccini

Elenco (em revezamento)
Bruno Ramos
Haonê Thinar
Juliana Caldas
Pedro Henrique França
Pedro Fernandes
Rafael Muller

Ator e Intérprete de Libras
Jadson Abraão

Direção de Produção e Coordenação Geral do Projeto
Cláudia Marques

Diretor Assistente
Michel Blois

Produção
Fabricio Polido

Pesquisa de Dramaturgia
Marcia Brasil

Colaboração de Texto
Bruno Ramos
Haonê Thinar
Juliana Caldas
Pedro Fernandes

Figurino e Cenografia
Beli Araujo

Iluminação
Paulo Cesar Medeiros

Direção de Movimento
Laura Samy

Música
Luciano Camara

Visagismo
Cora Marinho

Assessoria de Imprensa
Ney Motta

Programação Visual
Felipe Braga

Fotografia
Renato Mangolin

Redes Sociais
Rafael Teixeira

Audiodescrição
Graciela Pozzobom

Operação de Luz
João Gioia
Lucio Bragança

Operação de Som
Carlos Gabriel

Realização
Fábrica de Eventos

Duração: 60 min.

Classificação indicativa: 16 anos

O Teatro Álvaro de Carvalho informa que a forma de distribuição de ingressos para o espetáculo é de inteira responsabilidade da produção do evento.

A partir do dia 18 de março, às 19h, o Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), espaço administrado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) no Centro Integrado de Cultura (CIC), recebe duas novas exposições que dialogam ao explorar diferentes formas de olhar para Florianópolis: "Entre o tecido urbano e as imaginações costeiras", com curadoria de Kamilla Nunes; e "Da Potência imagética da Cidade", com curadoria de Maria Helena Barbosa. Ambas as mostras têm visitação gratuita e seguem abertas até o dia 27 de setembro de 2026.

"Entre o tecido urbano e as imaginações costeiras"

A exposição apresenta vídeos que documentam três ações artísticas realizadas em Florianópolis entre 2024 e 2025 pelos grupos Impossibilidade de Esgotamento e Desvio, idealizados e coordenados pela curadora Kamilla Nunes. As obras revelam experiências que investigam a cidade e a paisagem litorânea como campos de experimentação artística, propondo intervenções sutis no espaço público e no cotidiano.

A ação “Imaginações Costeiras” transformou a praia do Pântano do Sul em uma superfície expositiva provisória. Por meio de lambe-lambes, suportes frágeis e gestos mínimos, os artistas estabeleceram uma relação direta com a planície costeira, ativando o espaço da praia como lugar de experimentação e encontro entre arte, território e natureza.

Já “Infiltração” aconteceu como uma caminhada coletiva pelo centro de Florianópolis, funcionando como o segundo ato de uma proposição iniciada em Laguna. Partindo da observação das pausas, aglomerações e escutas que atravessam diariamente a cidade, o grupo realizou pequenas intervenções no tecido urbano. As ações surgiram como infiltrações discretas que tensionam arquitetura, memória e vida cotidiana, revelando outras formas de habitar e perceber o espaço urbano.

A terceira ação, “Estar aqui de paisagem”, teve como cenário a praia da Joaquina. O processo artístico partiu da ideia de que “estar aqui” também significa tornar-se paisagem de si mesmo. No encontro com o outro, os participantes criaram espaços de potência e experimentação, territórios simbólicos onde o chão é instável, e justamente por isso fértil para o surgimento do novo. Nessa perspectiva, a paisagem aparece como lugar de resistência, fuga das formas rígidas e abertura para o pensamento em movimento.

Ao reunir os registros dessas três experiências, a exposição convida o público a refletir sobre a arte como prática de deslocamento e sensibilidade, capaz de ativar paisagens, percursos e encontros inesperados entre corpo, cidade e natureza.

"Da Potência imagética da Cidade"

WhatsApp Image 2026 03 13 at 19.07.40A nova exposição convida o público a redescobrir Florianópolis a partir das obras do acervo do MASC, reunindo trabalhos de artistas de diferentes gerações que têm a cidade como tema, cenário ou inspiração para suas criações.

Com mais de 2 mil obras em sua coleção, a maior parte delas disponíveis para consulta online, o MASC reafirma, com esta exposição, seu compromisso de tornar o acervo acessível ao público e de valorizar esse patrimônio artístico-cultural. A iniciativa também busca aproximar visitantes das artes visuais e promover o diálogo entre produções modernas e contemporâneas.

A realização da mostra acontece em um ano simbólico para a cidade e para o Museu. Em 2026, são celebrados os 77 anos de criação oficial do MASC, fundado em 1949; os 353 anos de Florianópolis; e o centenário da Ponte Hercílio Luz, inaugurada em 1926. Nesse contexto, exposição traz um recorte especial do acervo, com obras que exploram diferentes aspectos da capital catarinense.

A curadoria revisita também seleções apresentadas em edições anteriores da exposição "Florianópolis através da arte", organizadas por Jayro Schmidt em 2003 e 2016, além de dialogar com a pesquisa da professora e crítica de arte Sandra Makowiecky sobre a representação da cidade nas artes visuais.

O resultado é um conjunto de trabalhos que revela múltiplas formas de olhar para Florianópolis ao longo do tempo. Em pinturas, gravuras, fotografias e outras linguagens, os artistas expressam experiências de viver, sentir e imaginar a cidade - seja exaltando suas paisagens, seja refletindo sobre suas transformações e contradições.

Mais do que retratar um lugar, a exposição propõe um encontro entre memória, arte e cotidiano, mostrando como a cidade continua a inspirar novas interpretações e sensibilidades.

Serviço:

O quê: Exposições "Entre o tecido urbano e as imaginações costeiras" e "Da Potência imagética da Cidade"
Abertura: 18/3/2026, às 19h.
Visitação: até 27/9/2026. De terça a sexta-feira, das 10h às 21h.
Local: Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) - No Centro Integrado de Cultura (CIC)
Entrada gratuita

O espetáculo infantil "Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Mau" volta ao palco do Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), no dia 15 de março, às 16h. Ingressos à venda no site Blueticket.

A história do Francês Charles Perrault, escrita em 1697, foi sujeita a inúmeras adaptações modernas e leituras, mudando consideravelmente ao longo dos anos. Este clássico, embora muito antigo, não deixa de ser válido e atual para os dias de hoje. Por isso, agora será contado pelo Grupo Teatral Independente no palco do Teatro Ademir Rosa, retornando a pedidos em Florianópolis!

 Este texto, adaptado pelo próprio Grupo, é sucesso de bilheteria no estado de Santa Catarina desde a estreia do espetáculo, em 1979. São 45 anos garantindo diversão em tamanho família com a aventura de Chapeuzinho Vermelho, uma bela menina que leva docinhos para sua vovozinha, moradora de uma humilde casa no coração da floresta. Porém, no caminho, há um perigoso lobo está a espera da menina, sem saber que dois medrosos caçadores farão de tudo para protegê-la!

Produção e direção geral de Valdir Dutra.

Classificação indicativa: livre