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A partir da Pintura “Vista do Desterro” (1866), a equipe técnica do Museu Histórico de Santa Catarina (MHSC) propõe a seguinte atividade interativa: 

"Envie uma foto ou desenho de uma paisagem de Florianópolis (ou da cidade que você mora) que retrate como ela é hoje". 

O quadro (foto) que inspirou a atividade interativa foi pintado pelo artista viajante alemão Joseph Bruggemann, que retratou de forma panorâmica a área central da cidade de Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis. A obra foi pintada em cima do Morro do Antão (atual Morro da Cruz).

As propostas (desenhos ou fotos) dos participantes devem ser encaminhadas ao e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até 15 de fevereiro de 2021.
As imagens, que devem estar na horizontal (paisagem), serão publicadas na página do MHSC no Facebook. Cada participante deve enviar apenas uma imagem.

 

Atualização: espaço temporariamente fechado.

O Museu Histórico de Santa Catarina, localizado no Palácio Cruz e Sousa, no centro de Florianópolis, reabre hoje, 19, para atendimento ao público externo mediante agendamento.

Serão feitas visitas guiadas com, no máximo, sete pessoas por grupo, a partir de um roteiro estabelecido que segue protocolos de segurança para evitar contágios por Covid-19.

O agendamento poderá ser feito das 13h às 17h, de segunda a sexta-feira, pelo telefone (48) 3665 6363. As visitas ocorrerão de terça a sexta, às 13h30, 14h30, 15h30 e 16h30, e aos sábados, às 10h30, 11h30 e às 13h. 

Os horários poderão ser marcados a partir desta terça-feira, 19 de janeiro. É importante destacar que não será permitido tocar ou manusear o acervo. Os visitantes deverão, obrigatoriamente, usar máscara e respeitar o distanciamento físico. O local terá álcool em gel à disposição do público. Antes de iniciar a visita guiada, será exibido um vídeo com orientações.

O acesso ao MHSC será por um dos portões em frente à Praça XV de Novembro.

 

 

Chegou dezembro e com ele o Natal, época de montar o tradicional presépio que relembra o nascimento de Jesus. Durante todo o mês, o Museu Histórico de Santa Catarina apresenta a exposição virtual Presépios, com curadoria do artista presepista Jone César de Araújo, em sua página no Facebook.

O público poderá conferir oito presépios de artistas catarinenses, que se expressam na arte com variadas técnicas para retratar a mesma temática: a celebração do nascimento do Menino Jesus. Participam da exposição os artistas Jone Cezar de Araújo (Florianópolis), Valdo Santeiro (Tubarão - In memoriam), Selma Silveira (Garopaba), Mariana Thaler (Treze Tílias), Martinha Medeiros (São José), Adelina Medeiros (Palhoça), Doralice Horn (Mafra) e o casal Paulo e Osmarina Villalva (Florianópolis).

Origem do presépio*

O presépio é uma pequena construção, feita de madeira, barro, louça ou outros materiais, para representar o momento do nascimento de Jesus, num estábulo localizado na cidade de Belém. Normalmente, é constituído de imagens como a de Maria, José, o Menino Jesus em uma manjedoura, os animais que estavam no estábulo, como a vaca e o carneiro, e o jegue que transportou o casal até o local.

A origem dos presépios se deu em 1223, através de uma pregação feita por São Francisco de Assis, que criou uma forma teatral para mostrar às pessoas como teria acontecido o nascimento de Jesus. Com autorização do papa da época, construiu um cenário vivo, impressionando a todos que viam a cena.

Com isso, as famílias que assistiram ao espetáculo adotaram o costume de montar um presépio dentro de suas casas, rapidamente difundido por toda a Europa, normalmente pelas famílias mais nobres em razão dos altos custos.

A partir do século XV, os presépios passaram a ser fabricados em materiais mais baratos, a fim de proporcionar essa importante parte da história de Jesus a todos os cristãos. Hoje em dia, podemos encontrar presépios de vários materiais, com peças comercializadas separadamente, para que cada pessoa monte de acordo com a sua interpretação.

(*Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/natal-1/presepio.htm#:~:text=A%20origem%20dos%20pres%C3%A9pios%20se,todos%20que%20viam%20a%20cena)

:: Confira a exposição de Presépios na página do Museu Histórico de Santa Catarina no Facebook

A partir da foto de uma escrivaninha pertencente ao acervo de móveis do Museu Histórico de Santa Catarina (MHSC), a equipe técnica do espaço cultural propõe a seguinte atividade interativa: 

"Enquanto seguimos em isolamento social, temos uma proposta para interagir com o nosso Museu. A pandemia de Covid-19 provocou mudanças de hábitos e grande parte das pessoas está estudando ou trabalhando de casa. Qual a nossa proposta? Que você envie uma foto ou desenho do espaço que você elegeu, em sua casa, para fazer essas atividades de estudo e trabalho."

A escrivaninha do Museu que inspirou essa tarefa foi confeccionada especialmente para o Palácio Cruz e Sousa, sede do MHSC, pela Casa Marcenaria Brazileira do Rio de Janeiro, em 1896. A peça foi utilizada por muitos governadores.

As imagens dos participantes devem ser encaminhadas ao e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até 10 de novembro de 2020. Depois, elas serão publicadas na página do MHSC no Facebook.

O Museu Histórico de Santa Catarina (MHSC) apresentará uma nova atividade virtual: a exposição "Fritz Müller 200 anos: legado que ultrapassa fronteiras", que faz parte do ciclo de comemorações artísticas, culturais, científicas e educativas, organizado pelo Grupo Desterro Fritz Müller/Charles Darwin. Por ocasião do bicentenário de nascimento de Fritz Müller, o grupo objetiva divulgar a vida e obra do naturalista teuto-brasileiro, amigo e colaborador de Charles Darwin. A mostra estará disponível a partir do dia 22, na página do MHSC no Facebook.

Conforme os organizadores da mostra, Johann Friedrich Theodor Müller (1822-1897) ou Fritz Müller, como ficou conhecido, com seu olhar aguçado, sensível e curioso, amparado em sólida formação pessoal e profissional, edificou uma notável obra científica, ao estudar a fauna de invertebrados e a flora catarinenses. Foi, talvez, o mais expressivo dentre os naturalistas no Brasil do século XIX e um dos maiores de todo o mundo.

Mais do que imigrante, ele optou pela nacionalidade brasileira, confirmando sua opção de residência. Entretanto, apesar de geograficamente isolado do mundo europeu, o mesmo não acontecia culturalmente, uma vez que mantinha ativa correspondência com amigos e familiares.

Aliado ao domínio técnico do desenho de observação e à mente inquieta do cientista observador, Fritz Müller produziu 266 publicações e se notabilizou pelo pioneirismo no estudo de inúmeros grupos de invertebrados e plantas, com inúmeras descobertas que atuaram decisivamente para consolidar a Biologia como um ramo autônomo da ciência.

"Olhar, observar, investigar, anotar, desenhar, refletir, deduzir, concluir. Mais do que meras ações, quando encadeadas remetem às etapas do estudo científico. Tal como as linhas que compõem uma trama, são igualmente necessárias e obedecem uma ordem de realização para que o resultado tenha credibilidade", explicam os organizadores da mostra.

As pesquisas desenvolvidas em Desterro (atual Florianópolis) foram determinantes para a consolidação da Teoria da Evolução das Espécies, apresentada em 1859 por Charles Darwin, com quem passou a trocar correspondência, tendo o livro Für Darwin (Para Darwin) traduzido e publicado pelo amigo em Londres (1869), em 2ª edição atualizada.

O legado de Fritz Müller impressiona não só pela quantidade de conhecimento produzido, mas por sua importância à ciência, em campos de estudo ainda em formação, como ecologia, entomologia, mimetismo e evolução.

A Biologia não existia como um ramo autônomo da ciência e os candidatos a naturalistas deviam se graduar em Filosofia, que integrava as disciplinas de História Natural. O trabalho desenvolvido por inúmeros naturalistas na segunda metade do século XIX, entre eles Fritz Müller, que colaborou com a Teoria Evolutiva de Charles Darwin - mecanismo unificador para explicar a vida e a diversidade no planeta, consolida a especialidade (da Biologia) como domínio na ciência.

Observador incansável, Fritz Müller foi chamado de “Príncipe observador da natureza”, por Charles Darwin, apresentando desenhos detalhados e textos minuciosos sobre aqueles que no momento eram seu objeto de estudo.