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A coordenação do Sistema Estadual de Museus de Santa Catarina (SEM/SC), vinculada à Diretoria de Patrimônio Cultural da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), lança a segunda edição do Relatório do Cadastro Catarinense de Museus - 2021. Os dados foram coletados durante a campanha de cadastramento das instituições museológicas do estado, realizada pela coordenação do SEM/SC de 1º de janeiro de 2018 a 31 de outubro de 2020.

A intenção é que as informações coletadas a partir deste relatório contribuam para a análise e reflexão sobre a importância das instituições museológicas na nossa sociedade e na criação de políticas públicas necessárias para fomentá-las.

A coordenação do SEM/SC agradece às 166 Instituições participantes e demais envolvidos com esta publicação.

:: Confira o 2º Relatório Catarinense de Museus - 2021

 

Dentro da temática do novo ciclo de atividades virtuais da Escolinha de Arte, que é "Mulheres que Inspiram", nesta semana, as crianças vão conhecer mais sobre a vida e a obra da artista plástica Elke Hering.

A atividade é voltada a crianças com idades entre 5 e 12 anos. Para acessar o conteúdo, basta clicar no link abaixo:

:: Escolinha de Arte #EMCASA - Tema 2.3

Em 2021, as atividades serão apresentadas dentro de um tema definido, desenvolvido numa sequência de quatro ou cinco aulas e integrando as linguagens artísticas.

Conforme a equipe da Escolinha de Arte, assim que o contexto pandêmico apresentar mais tranquilidade e segurança, será definida a data de retomada das atividades presenciais.

Tomou posse nesta semana o novo presidente da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Edson Lemos. No mesmo dia, o novo gestor já promoveu uma reunião a fim de elaborar seu plano de ação e metas a curto e médio prazos, com o objetivo de dialogar com os setores culturais e os diversos municípios do estado. "Teremos a missão e o desafio de buscar alternativas para impulsionar o setor cultural, principalmente neste período de pandemia", adiantou.

Edson Lemos, mais conhecido como Edinho, é natural de Florianópolis. Formado em Administração e Gestão de Negócios, foi diretor de Marketing e Eventos da Secretaria Municipal de Turismo (Setur) de Florianópolis, secretário municipal do Instituto de Geração de Oportunidades de Florianópolis (Igeof), duas vezes vereador e secretário da região continental da capital catarinense.

Edinho Lemos coordenou, ainda, o Polo de Turismo da Grande Florianópolis, um projeto em parceria entre o Convention Bureau e o Sebrae que abrange 22 municípios e tem como foco a criação de novos roteiros, principalmente, no turismo cultural.

Reconhecida pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) como Patrimônio Imaterial do Estado de Santa Catarina desde 2018, a pesca tradicional com o auxílio de botos ganhou ações socioambientais e socioculturais visando a preservação da atividade na cidade de Laguna, no sul catarinense, e região.

Kits foram entregues a pescadores que atuam diretamente com a colaboração dos botos, contendo bonés, máscaras, sacochilas, marmitas, entre outros itens, com o propósito de proporcionar conforto e segurança, além de incentivar os trabalhadoress a serem parceiros também na campanha de proteção dos botos residentes da Lagoa de Santo Antônio dos Anjos.

Totens (displays promocionais) com o lema "Os botos precisam de ajuda: Se não cuidar vai acabar" também estão sendo produzidos com o objetivo de promover a conscientização e educação ambiental e patrimonial. As peças contam com a tecnologia QR Code, que direciona à web pelo site www.pescacombotos.art.br, onde há um canal de denúncias que encaminha ocorrências que possam colocar os animais em risco para o respectivo órgão responsável pela fiscalização e prestação de socorro para com os botos. No sítio há ainda conteúdos como artigos científicos, audiovisuais, fotografias, crônicas, charges e outras produções voltadas ao Patrimônio Natural de Laguna (Lei 521/97), Patrimônio Cultural Imaterial de Santa. Catarina (Pesca Artesanal com auxílio dos botos/2018) e Preservação dos Botos Pescadores (Lei 17.084/2017), pautadas na proteção da espécie marinha e salvaguarda da cultura e tradição local, reconhecida mundialmente.

Durante a ação, foram também lembrados, através de fotos e nomes batizados pelos próprios pescadores, 20 botos encontrados mortos ao longo dos anos, simbolicamente representados com cruzes como forma de expressar toda preocupação e alerta que é necessário ter durante os 365 dias do ano e, não somente no dia 25 de maio, o Dia Estadual de Preservação dos Botos.

Os 60 totens e 100 kits distribuídos aos pescadores estão alinhados às Metas Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, na Agenda 2030.

Sobre a atividade

A pesca tradicional com o auxílio do boto faz parte da história da pesca no Brasil. A atividade é considerada uma manifestação cultural tradicional, secular e de ocorrência extremamente rara, localizada em Laguna, cidade do litoral sul catarinense.

A prática da pesca com botos define uma cultura própria relacionada a códigos com valor histórico e foi reconhecida pelo Estado de Santa Catarina como Patrimônio Imaterial em junho de 2018.

(Com informações de https://sc.movimentoods.org.br/2021/05/11/acoes-de-protecao-dos-botos-e-valorizacao-dos-pescadores-artesanais-sao-realizadas-em-laguna-e-regiao/

A Fundação Catarinense de Cultura (FCC) informa com pesar o falecimento do escritor, jornalista e radialista César do Canto Machado, aos 70 anos, ocorrido nesta quarta-feira (12), em Florianópolis, em decorrência de um AVC. Frequentador assíduo da Biblioteca Pública de Santa Catarina, Machado é autor do livro Biblioteca Pública de Santa Catarina: 153 anos de história e fala um pouco mais sobre o espaço administrado pela FCC no vídeo especial feito em comemoração pelos 165 anos da instituição

Como escritor, Machado deixa ainda outras obras importantes sobre a história de Santa Catarina, entre eles o livro em que narra a enchente que atingiu a cidade de Tubarão em 1974, intitulado Tubarão 1974 - Fatos e relatos da grande enchente. Natural de Araranguá, no sul do estado, também ocupava a cadeira 28 da Academia Desterrense de Letras de Florianópolis, cidade onde morava com a família. Como jornalista e radialista, atuou em veículos das cidades de Tubarão, Florianópolis e Criciúma.