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Se estivesse vivo, Freddie Mercury completaria 80 anos no dia 5 de setembro deste ano. Ícone absoluto do rock e uma das vozes mais marcantes do gênero, o cantor segue inspirando gerações dentro e fora dos palcos. É nesse contexto de celebração que um dos espetáculos mais aclamados da Camerata Florianópolis retorna em 2026. O Tributo ao Queen chega ao palco do Teatro Ademir Rosa (CIC) no dia 21 de fevereiro (sábado), às 20h.

Dona de uma trajetória marcada por inovação, ousadia e uma sonoridade que atravessa gerações, a banda construiu um repertório atemporal, impulsionado pela presença magnética, singular e criativa de Freddie Mercury. No espetáculo, canções que se tornaram clássicos ganham uma nova leitura no encontro entre a expressividade do rock e a sofisticação da música clássica.

Sob a regência do maestro Jeferson Della Rocca, os músicos da orquestra se unem aos vocalistas Carlas Domingues, Dudu Fileti e Rodrigo “Gnomo” Matos, além da banda Brasil Papaya. Os arranjos são assinados por Alberto Heller.

O espetáculo tem direção de produção de Maria Elita Pereira e patrocínio do Fort Atacadista.

SOBRE O TRIBUTO AO QUEEN

Concebido pela mesma equipe responsável pelo programa de maior sucesso da orquestra, o Rock’n Camerata, o espetáculo em homenagem ao Queen começou a ser preparado no final de 2018 e estreou em maio do ano seguinte. Desde então, por onde passou, atraiu grandes públicos, como no Trapiche da Avenida Beira-Mar Norte, e esgotou os ingressos em diversas apresentações realizadas no CIC.

Classificação indicativa: livre

Ingressos à venda no site Blueticket

Nos dias 27 e 28 de fevereiro e 1º de março, o ator Gregório Duvivier leva ao palco do Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), o espetáculo "O Céu da Língua". Serão apresentadas seis sessões: às 19h e 21h30 na sexta-feira; às 18h30 e 21h no sábado; e às 17h e 19h30 no domingo. Ingressos à venda no site Disk Ingressos.

Quem tem medo de poesia? Gregório Duvivier não faz parte deste grupo e, como um apaixonado, faz de tudo para persuadir os outros das qualidades do seu objeto de encanto – até mesmo criar um espetáculo sobre o assunto. No monólogo cômico “O Céu da Língua”, o artista usa o seu discurso sedutor para convencer o público de que tropeçamos diariamente na poesia e o assunto é prazeroso e divertido.

O espetáculo estreou em Portugal em 2024, chegou do Brasil em fevereiro de 2025, ano em que cumpriu uma extensa turnê que já acumula mais de 140 mil espectadores e diversas sessões extras na última temporada.

“A poesia é uma fonte de humor involuntário, motivo de chacota”, reconhece o ator, que cursou a faculdade de Letras na PUC do Rio de Janeiro e publicou três livros sobre o gênero literário. “Escrevi uma peça que pode ajudar alguém a enxergar melhor o que os poetas querem dizer e, para isso, a gente precisa trocar os óculos de leitura”.

A direção é da atriz Luciana Paes, parceira de Gregório nos improvisos do espetáculo Portátil. No palco, com cenografia de Dina Salem Levy, o instrumentista Pedro Aune cria ambientação musical com o seu contrabaixo, e a designer Theodora Duvivier, irmã do comediante, manipula as projeções exibidas ao fundo da cena. O resto é só o comediante e sua lábia desafiadora: “Acredito que o Gregório tem ideias para jogar no mundo e, com essa crença, a coisa me move independentemente de qualquer rótulo”, diz Luciana, uma das fundadoras da celebrada Cia. Hiato, que estreia na função de diretora teatral.

“O Céu da Língua” não é um recital e tampouco o artista declamará Castro Alves, Fernando Pessoa ou Carlos Drummond de Andrade. Por outro lado, garante Luciana, a dramaturgia de Gregório não deixa de ser poética neste “stand-up comedy pegadinha”, como ela bem define. “O Gregório simpático e engraçado está no palco ao lado do Gregório intelectual com seu fluxo de pensamento ininterrupto e imagino que, por isso, a plateia deve embarcar na proposta”, aposta a diretora. “Ele, graças aos seus recursos de ator, pega o público distraído e ninguém resiste quando é surpreendido por alguém apaixonado.”

Toda linguagem é um acordo e, se você entende, tudo bem. Gregório, desde a infância, carrega uma obsessão pela palavra, pela comunicação verbal, pela língua portuguesa. Assim o protagonista, por exemplo, brinca com códigos, como aqueles que, em sua maioria, só são decifrados por pais e filhos ou casais enamorados.

As reformas ortográficas que tiram letras de circulação e derrubam acentos capazes de alterar o sentido das palavras inspiram o artista em tiradas bem-humoradas. O mesmo acontece quando ele comenta a ressurreição de palavras esquecidas, como “irado”, “sinistro” e “brutal”, que voltaram ressignificadas ao vocabulário dos jovens. E aquelas que só de ouvi-las geram sensações estranhas, a exemplo de afta, íngua, seborreia, ou outras, inventadas, repetidas à exaustão, como “atravessamento”, “namorido” ou “almojanta”? Até destas Gregório extrai humor.

Para o artista, a língua é algo que nos une, nos move, mas raramente damos atenção a ela. É só pensar nas metáforas usadas no cotidiano – “batata da perna”, “céu da boca”, “pisando em ovos”. Nesta hora, usamos a poesia e nem percebemos. Para provar que a poesia é popular, Gregório chama atenção para os grandes letristas da música brasileira, como Orestes Barbosa e Caetano Veloso, citados em “O Céu da Língua” através das canções “Chão de Estrelas” (1937) e “Livros” (1997). “Os nossos compositores conseguiram realizar o sonho de Oswald de Andrade de levar poesia para as massas”, festeja o ator.

Nesta cumplicidade com a plateia, Gregório mostra gradativamente que a poesia não tem nada de hermética e, claro, homenageia Portugal, o país que emprestou ao Brasil a sua língua para que todos se comunicassem. Além de Fernando Pessoa, o ator evoca o poeta Eugênio de Andrade e lembra de que a origem de “O Céu da Língua” está relacionada ao espetáculo “Um Português e Um Brasileiro Entram no Bar”. O divertido intercâmbio linguístico colocou no mesmo palco Gregório e o humorista luso Ricardo Araújo Pereira em improvisações sobre o idioma que os une.

O CÉU DA LÍNGUA
Texto: Gregorio Duvivier e Luciana Paes
Interpretação: Gregorio Duvivier
Direção: Luciana Paes
Direção musical e execução da trilha: Pedro Aune
Assistente de direção e projeções: Theodora Duvivier

Iluminação: Ana Luzia de Simoni
Cenografia: Dina Salem Levy
Assistente de cenografia: Alice Cruz
Figurinos: Elisa Faulhaber e Brunella Provvidente
Visagismo: Vanessa Andrea
Designer gráfico publicação: Estúdio M-CAU – Maria Cau Levy e Ana David
Identidade visual divulgação: Laercio Lopo
Comunicação: Raquel Murano
Marketing digital: Renato Passos
Assessoria de Comunicação: Pedro Neves
Fotos: Demian Jacob, Priscila Prade, Joana Calejo Pires e Raquel Pelicano
Diretor técnico: Lelê Siqueira
Diretor de palco: Reynaldo Thomaz
Técnico de som: Dugg Mont

Assistente de palco: Daniela Mattos
Gerente de Projetos: Andréia Porto
Assistente de produção: João Byington de Faria
Produção executiva: Lucas Lentini
Direção de produção: Clarissa Rockenbach e Fernando Padilha
Produção: Pad Rok

 
 

 

No dia 22 de fevereiro de 2026, às 17h, o Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC),  será o palco do Especial Kids - Um show pra criançada! OSSCA & Los Gran Nanicos. Ingressos à venda no site Pensa no Evento.

A Orquestra Sinfônica de Santa Catarina se une ao talentoso grupo Los Gran Nanicos para trazer um mix de música animada e interatividade, garantindo que as crianças se divirtam enquanto entram no clima das férias. O show vai contar com músicas, atividades interativas com a plateia e surpresas que vão encantar a criançada.   

CRIANÇAS COM ATÉ 3 ANOS E 11 MESES NÃO PAGAM! (e não ocupam cadeira, sentam no colo do adulto)

Direção artística e regência, convidada maestrina Fabrícia Piva

 

A Camerata Florianópolis abre oficialmente a temporada de música erudita de 2026 com um concerto no dia 7 de fevereiro, às 20h, no Teatro Ademir Rosa (CIC), em Florianópolis. O espetáculo, sob a regência do maestro Jeferson Della Rocca, conta ainda com os solos do violinista Elias Vicente Souza e da soprano Carla Domingues, e promete ao público uma viagem musical entre tempos e estilos.

Com um repertório variado, o concerto reúne obras de diferentes épocas, passando pelos períodos barroco, clássico e romântico, até a música contemporânea brasileira. O programa contempla composições de Georg Friedrich Händel, Wolfgang Amadeus Mozart, Giuseppe Verdi, Antonín Dvořák e do brasileiro Edino Krieger.

Um dos destaques é o Concerto para Violino e Orquestra de Cordas, de Krieger, interpretado pelo violinista Elias, em uma leitura que alia virtuosismo e sensibilidade lírica. Já a soprano Carla interpreta árias consagradas do repertório operístico, como “Caro nome”, da ópera Rigoletto, de Giuseppe Verdi, mostrando intensidade dramática e refinamento vocal.

Idealizado com o intuito de criar diálogos entre o solo vocal e instrumental, o programa valoriza o timbre das cordas e estabelece contrastes entre diversas tradições musicais, resultando em um espetáculo inesquecível. 

A apresentação, com direção de produção de Maria Elita Pereira, é viabilizada através do patrocínio do Fort Atacadista e Engie, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Ingressos à venda no site Blueticket

De volta ao Brasil, uma das maiores estrelas do jazz mundial, Igor Butman, realiza sua estreia em Florianópolis ao lado da Moscow Jazz Orchestra (MJO) e da cantora Fantine em apresentação única no Teatro Ademir Rosa, no CIC, na sexta-feira, dia 6 de fevereiro, às 20h. 

Em uma noite inesquecível, o público poderá revisitar a longeva trajetória de Butman, que soma mais de dez álbuns lançados. A seleção musical percorre diferentes fases de sua carreira e relembra colaborações com grandes referências do jazz, swing e blues internacional, como Chick Corea, Jack DeJohnette, John Patitucci, Stefon Harris e Randy Brecker, além de incorporar homenagens à Bossa Nova e outros gêneros nacionais. 

Tido como o saxofonista favorito de Bill Clinton, Butman é considerado mais  que um maestro virtuoso. A fim de desenvolver sua carreira internacional, o artista migrou para os Estados Unidos e consolidou seu nome na cena do Jazz, tocando ao lado de grandes mestres. Desde então, o músico se considera um cidadão do mundo, contribuindo como embaixador para o florescimento cultural e artístico de diferentes regiões, por meio da integração de diversos gêneros e nomes do universo da música. Por seus esforços, recebeu duas distinções: o Prêmio Fundação de Cooperação Cultural Americano-Russa (ARCCF) e reconhecimento do Instituto de Diálogo Sustentável. 

Além do renome musical e a vocação como agente multicultural, Butman também tem atuado como produtor de festivais internacionais e diretor de importantes instituições. Nos últimos anos, foi responsável por idealizar e organizar doze eventos de Jazz contemporâneo em Moscou e São Petersburgo. Nesta última, ele também atuou como co-diretor artístico com Herbie Hancock no Dia Internacional do Jazz. Ele também é dono do Igor Butman Jazz Club na capital russa, estabelecimento voltado à promoção da música.

Por sua trajetória e vida obstinada pela música e trocas culturais entre nações, em 2011 Butman recebeu o título de Artista do Povo da Rússia, honraria concedida para indivíduos que atingiram realizações notáveis no campo das artes. Mas não é só na Rússia que o trabalho do saxofonista é celebrado. Ao redor do globo, músicos, críticos e personalidades internacionais admiram a obra do russo e sua grande qualidade de transpor fronteiras e conectar mundos. 

Ingressos à venda no site Blueticket