O espetáculo "Eu não sou só eu em mim", da cia Cena 11, de Florianópolis (SC), faz parte da programação da Maratona Cultural de Florianópolis 2026 e subirá ao palco do Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), no dia 22 de março, às 17h. Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados diretamente na bilheteria do Teatro, 2 horas antes da sessão. É permitida a retirada de apenas um ingresso por pessoa.
O espetáculo propõe um contraponto anarco-coreográfico ao conceito de “povo brasileiro”, presente na obra do antropólogo Darcy Ribeiro (1922–1997). A partir dessa fricção, busca horizontalizar as hierarquias entre linguagem e comportamento.
No corpo do grupo Cena 11, dançar é entendido como um campo de conhecimento, construído pela articulação entre a força da gravidade, os músculos, os ossos e as emoções. A dança se apresenta como um ecossistema algorítmico, que modula as relações entre alteridade, identidade, comportamento e linguagem, transduzindo essas dinâmicas em coreografia.
Avisos ao público:
O espetáculo contém sequência com flashes de luz que podem afetar espectadores fotossensíveis.
A trilha sonora tem volume acima da média e pode impactar pessoas com sensibilidade auditiva.
Contém nudez parcial.
Concepção, Direção e Coreografia
Alejandro Ahmed
Criação, Coreografia e Performance
Alejandro Ahmed
Aline Blasius
Ana Clara Pocai
Bibi Vieira
DG Fabulloso
Diego de los Campos
Gal Freire
João Peralta
Karin Serafin
Malu Rabelo
Natascha Zacheo
Vitor Hamamoto
Operação e Criações em Vídeo e Som
Alejandro Ahmed
Diego de los Campos
João Peralta
Direção Técnica
Grupo Cena 11
Assistente de Direção
Karin Serafin
Interlocução para Iluminação
Irani Apolinário
Trilha Sonora
Tálamo . K
“Variações sobre tema de Ligeti para piano”: João Peralta
Figurino
Karin Serafin
Assistência de Direção de Movimento
Aline Blasius
Direção de Produção
Karin Serafin
Assistência de Produção
Malu Rabelo
Criação e Programação de Objetos, Instrumentos e Mecanismos para Cena
Diego de los Campos
Comitê Teórico-Prático
Ana Maria Rabelo Gomes
Fabiana Dultra Britto
José Fernando Peixoto de Azevedo
Leonarda Glück
Fotografias
João Peralta
Karin Serafin
Tradução
Marcos Morgado
Difusão Nacional
Gabi Gonçalves – Corpo Rastreado
Apoio para Elaboração de Projetos
EPEC – Capacitação e serviços para empreendedores criativos
Sede e Preparação Técnica
Jurerê Sports Center (JUSC)
Agradecimentos
Adilso Machado
Andrea Druck
Beto Propheta
Bia Mattar
Eduardo Serafin
Ledícias de la Madre
Marcos Morgado
Nelci Vieira
Norma Adó
Paloma Bianchi
Paulo Pierin Luz
Classificação indicativa: 16 anos
O Teatro Ademir Rosa informa que a forma de distribuição de ingressos para o espetáculo é de inteira responsabilidade da produção do evento.
O espetáculo "Encantado Dança", da Lia Rodrigues Cia. de Dança, do Rio de Janeiro (RJ), faz parte da programação da Maratona Cultural de Florianópolis 2026 e subirá ao palco do Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), no dia 20 de março, às 20h. Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados diretamente na bilheteria do Teatro, 2 horas antes da sessão. É permitida a retirada de apenas um ingresso por pessoa.
“Encantado” é também o título da obra da Lia Rodrigues Companhia de Danças, iniciada no contexto da crise sanitária provocada pela covid-19. A escolha do nome nasceu do desejo de recorrer à magia e à encantação como guias para atravessar esse momento dramático que vivemos no Brasil.
Como encantar nossos medos e nos colocarmos no coletivo, próximos uns dos outros?
Como encantar o que nos cerca, imagens, danças e paisagens, e transformá-las em nossos corpos e ideias?
Como nos acoplarmos, nós e o ambiente, em arranjos variados?
Como ir ao encontro de seres viventes em toda a sua diversidade, criando aglomerações e agrupamentos, engendrando entidades que se encantam e se desencantam numa ciranda sem fim?
Ficha Técnica:
Criação e direção
Vitor de Abreu e Sanguessuga
Colaboração na criação
Carolina Repetto
Joana Castro
Larissa Lima
Matheus Macena
Ricardo Xavier
Tiago Oliveira
Assistente de criação e direção
Amália Lima
Dramaturgia
Silvia Soter
Colaboração artística e imagens
Sammi Landweer
Criação de luz
Nicolas Boudier
Assistência técnica: Baptistine Méral e Magali Foubert
Iluminação (criação e operação) no Brasil
Jimmy Wong
Trilha sonora e mixagem
Alexandre Seabra
(a partir de trechos de músicas do povo Guarani Mbya, Aldeia de Kalipety da T.I. Tenondé Porã, cantadas e tocadas durante marchas de povos indígenas em Brasília, em agosto e setembro de 2021, contra o Marco Temporal)
Produção no Brasil
Corpo Rastreado
Gabi Gonçalves e Leo Devitto
Produção e difusão internacional
Colette de Turville
Assistência: Astrid Toledo
Administração na França
Jacques Segueilla
Idealização e produção do projeto de apoio do Instituto Goethe
Claudia Oliveira
Secretaria e administração
Glória Laureano
Professores
Amalia Lima
Sylvia Barretto
Valentina Fittipaldi
Duração: 60 min.
Classificação: 16 anos
O Teatro Ademir Rosa informa que a forma de distribuição de ingressos para o espetáculo é de inteira responsabilidade da produção do evento.
Duas obras que atravessaram séculos e seguem atuais se encontram no palco do Teatro Ademir Rosa (CIC) no dia 18 de março, às 20h30. A Camerata Florianópolis, sob regência do maestro Jeferson Della Rocca, apresenta a Sinfonia nº 5, de Ludwig van Beethoven, e o Concerto para Violino nº 1, de Max Bruch, com solo do violinista Juan Rossi.
Em uma apresentação que reúne duas peças emblemáticas do repertório sinfônico, o espetáculo evidencia a força de Beethoven, com notas profundas que mostram a jornada sentimental do músico, representando desde a tragédia (Dó menor) à vitória triunfante (Dó maior). Já o concerto de Bruch, uma das obras mais celebradas do repertório violinístico, equilibra virtuosismo técnico e lirismo expressivo, em melodias que parecem ganhar voz própria.
A apresentação é viabilizada pelo Ministério da Cultura via Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio de Fort Atacadista e Engie, e direção de produção de Maria Elita Pereira.
SOBRE O SOLISTA
Juan Rossi é violonista, educador e pesquisador catarinense, reconhecido pela presença marcante nos palcos e por uma execução repleta de musicalidade e expressividade. Mestre das Artes em Violino Solo pela Universität Mozarteum Salzburg, na Áustria, também atua como solista, camerista e músico de orquestra, com passagem pela Orquestra Municipal de São Paulo e turnê internacional na China com o Duo Maxime Chordis. Juan foi professor nos Institutos Baccarelli e Fukuda e é fundador do Geek Violin Quest, curso inovador que gamifica o ensino do violino por meio de trilhas sonoras e storytelling. Também se dedica ao apoio a novos compositores e ao resgate de obras brasileiras. Atualmente, é spalla da Blumenau Filarmônica e da Orquestra Cordas da Ilha, além de artista das marcas Encorda e Jargar Strings.
SOBRE OS COMPOSITORES
Um dos maiores nomes da história da música, Ludwig van Beethoven (1770–1827) foi responsável por ampliar os limites da forma sinfônica e marcar a transição entre o Classicismo e o Romantismo. Mesmo enfrentando a progressiva perda da audição, criou algumas das páginas mais revolucionárias do repertório ocidental, expandindo a linguagem musical com intensidade dramática, profundidade emocional e ousadia estrutural que seguem influenciando gerações de compositores.
Na mesma tradição germânica, Max Bruch (1838–1920) destacou-se pela valorização da melodia e pelo lirismo intenso. O artista construiu uma produção marcada pela expressividade e riqueza harmônica, sendo o Concerto para Violino nº 1 sua obra mais célebre, peça que alia técnica a linhas melódicas amplas e apaixonadas, mantendo-se como uma das preferidas de violinistas e plateias ao redor do mundo.
PROGRAMA
1 – Sinfonia No 5 em Do menor, op 67
I – Allegro con brio
II – Andante con moto
III –- Scherzo - Allegro
IV- Finale - Allegro
Ludvig van Beethoven
2 – CONCERTO No 1 em SOL MENOR, OP. 26
I Prelude: Allegro moderato
II Adagio
III Finale: Allegro energico
MAX BRUCH
O espetáculo infantil "Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Mau" volta ao palco do Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), no dia 15 de março, às 16h. Ingressos à venda no site Blueticket.
A história do Francês Charles Perrault, escrita em 1697, foi sujeita a inúmeras adaptações modernas e leituras, mudando consideravelmente ao longo dos anos. Este clássico, embora muito antigo, não deixa de ser válido e atual para os dias de hoje. Por isso, agora será contado pelo Grupo Teatral Independente no palco do Teatro Ademir Rosa, retornando a pedidos em Florianópolis!
Este texto, adaptado pelo próprio Grupo, é sucesso de bilheteria no estado de Santa Catarina desde a estreia do espetáculo, em 1979. São 45 anos garantindo diversão em tamanho família com a aventura de Chapeuzinho Vermelho, uma bela menina que leva docinhos para sua vovozinha, moradora de uma humilde casa no coração da floresta. Porém, no caminho, há um perigoso lobo está a espera da menina, sem saber que dois medrosos caçadores farão de tudo para protegê-la!
Produção e direção geral de Valdir Dutra.
Classificação indicativa: livre
O Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), recebe o show do compositor, letrista, cantor e escritor, Vitor Ramil no dia 14 de março, às 21h. Ingressos à venda no site Blueticket
Vitor Ramil é autor de 11 álbuns, entre eles Estrela, Estrela (1981), A Paixão de V segundo ele próprio (1984), Tango (1987), À Beça (1995), Ramilonga – A Estética do Frio (1997), Tambong (2000), Longes (2004), Satolep Sambatown (com Marcos Suzano – 2007), Délibáb (CD + DVD – 2010), Foi no mês que vem (duplo – 2013) e Campos Neutrais (2017).
Suas canções já foram cantadas por grandes nomes/intérpretes da música brasileira, como: Mercedes Sosa, Chico César, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Ney Matogrosso, Kleiton e Kledir, entre outros. A sofisticação melódica e a profundidade lírica de Vitor Ramil convidam o ouvinte a emoções e reflexões impactantes.
No show do dia 14 de março ele receberá seu filho Ian Ramil, ganhador do Grammy Latino, como convidado especial. É a primeira vez que se apresentam juntos em Florianópolis.
Classificação indicativa: 16 anos