De 21 de março a 14 de junho, o espaço expositivo I do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), administrado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) no Centro Integrado de Cultura (CIC), recene a exposição “Animaking – A Magia da Animação”. A entrada será gratuita e a visitação poderá ser feita de terça-feira a domingo, das 10h às 21h.
Celebrando os 25 anos de trajetória da Animaking, o evento apresenta a maior mostra já realizada de seu acervo, reunindo cenários originais, personagens, peças utilizadas em produções, processos criativos e exibição de materiais audiovisuais exclusivos. A proposta é revelar, de forma acessível e inspiradora, como nasce uma animação, desde a ideia inicial ao resultado final nas telas.
Mais do que uma exposição, o projeto propõe uma experiência imersiva. Peças interativas permitem que o visitante compreenda, na prática, as etapas do processo criativo, os desafios técnicos e as escolhas artísticas envolvidas na produção de animação para cinema e audiovisual.
A programação inclui ainda palestras ministradas por profissionais reconhecidos do setor. Os encontros abordarão temas como mercado de trabalho, rotina profissional, oportunidades, inovação e desenvolvimento criativo, oferecendo uma visão aprofundada da indústria da animação no Brasil.
Voltado para estudantes de animação, profissionais da área e amantes desse universo, o evento estimula a formação de novos talentos, o intercâmbio de experiências e o fortalecimento de redes de contato no setor criativo. Ao celebrar a trajetória da Animaking, a exposição também reafirma a animação como linguagem artística, campo profissional e importante vetor da economia criativa.
O projeto contribui para o fomento cultural e para o desenvolvimento do mercado de animação em Santa Catarina, aproximando o público de uma indústria que une arte, técnica, inovação e imaginação.
“Animaking – A Magia da Animação” é uma realização da Ideafix, com apoio do Governo do Estado de Santa Catarina, Fundação Catarinense de Cultura, Museu de Imagem e Som (MIS/CIC) e o Instituto Cultural Ekhö. Conta com patrocínio da Prefeitura Municipal de Florianópolis, Fundação Cultural Franklin Cascaes, Lei Municipal de Incentivo à Cultura e Sapiens Parque.
Programação de Palestras:

No dia 12 de março, às 19h, a Sala Multimídia do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), no Centro Integrado de Cultura (CIC), recebe a programação do Cineclube África no Cinema. Na primeira sessão deste ano serão exibidos cinco curtas-metragens, com entrada gratuita.
O Cineclube África no Cinema é uma das atividades de extensão universitária promovidas pelo Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O projeto tem por objetivo geral a promoção da cultura cinematográfica com ênfase em filmes de diretores africanos, com produção africana e com filmagens em África. Visa divulgar a riqueza artística e cultural do continente africano através da exibição de filmes e promover conversas e debates sobre a produção cinematográfica africana e também sobre as representações da África no cinema. Os encontros são mensais e abertos ao público em geral.
África no Cinema tem curadoria do pesquisador Alex Brandão do LEHAf/UFSC, laboratório coordenado pelo Prof.Dr. Sílvio Marcus de Souza Correa. O cineclube tem apoio institucional da Aliança Francesa de Florianópolis e da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), por meio do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC).
Após a exibição, a equipe que conduz o projeto realiza uma roda de conversa sobre o filme e temas correlatos.
Sobre os filmes:
Les Princes noirs
De Saint-Germain-des-Prés, de Ben Diogaye Beye (Senegal, 1975)
Comédia / Duração: 14’
Sátira de uma juventude africana que desembarca no bairro de Saint Germain des Prés em Paris nos anos 70.
L'Envers du décor
De Paulin Soumanou Vieyra (Senegal/França, 1981) Duração: 26’
Making-of sobre o trabalho de Ousmane Sembène, um dos maiores cineastas da África Negra, a partir das filmagens de Ceddo (1979).
Dem Dem
Direção coletiva (Senegal/Bélgica, 2017) Comédia / Duração: 25’
Matar, pescador senegalês, encontra o passaporte de um belga de origem africana no mar. Ele decide usá-lo e se ficar parecido com ele. Com o passar dos dias, a aparência do pescador muda. Ele se torna cada vez mais enigmático aos olhos da sua esposa Nafi.
Garibou
De Seydou Cise (Mali, 2023) Comédia / Duração: 20’
Na praça do mercado de uma vila maliana, Baillo, um jovem "Garibou", mendiga todos os dias em nome do Moualim. À noite, o Moualim impõe o terror sobre os alunos de sua escola corânica. Para escapar dessa tirania, Baillo se refugia em seu imaginário. Mas quando seu irmão Sékou, com apenas 6 anos, é colocado também nas mãos do Moualim, nada pode mais afastá-lo da insuportável realidade de sua condição...
Mangata
De Maja Costa (Alemanha/Itália, 2023) Ficção Científica / Duração: 15’
Durante uma missão difícil na Lua, a jovem astronauta Alya faz um encontro que a ajuda a superar um evento traumático de seu passado.
O Espaço Expositivo II do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis, recebe de 16 de março a 18 de abril de 2026 a exposição “Ecos Tridimensionais – Entre o Céu, a Pedra e a Memória”, do pesquisador Prof. Dr. Yu Tao. A entrada é gratuita e a visitação poderá ser feita de terça-feira a domingo, das 10h às 21h.
A mostra apresenta ao público parte da pesquisa desenvolvida sobre as gravuras rupestres do Costão do Santinho, um dos núcleos mais expressivos da chamada Tradição Litorânea Catarinense, que reúne 28 sítios arqueológicos no litoral do estado — 26 deles localizados em ilhas costeiras.
Entre os grafismos registrados destacam-se as chamadas “ampulhetas” do tipo J3, padrões geométricos recorrentes cuja repetição e posicionamento sugerem uma lógica interna ainda em estudo. A exposição convida o visitante a observar essas formas sob uma nova perspectiva, integrando fotografia artística, documentação digital e escaneamento 3D.
Além de evidenciar a diversidade geométrica das gravuras, o projeto também aborda os processos de degradação natural e a ação humana que ameaçam esse patrimônio. A documentação digital em alta resolução constitui uma ferramenta fundamental para a preservação e o estudo científico dessas marcas ancestrais.
“Ecos Tridimensionais” propõe um olhar contemporâneo sobre um patrimônio milenar, aproximando ciência, tecnologia e memória cultural, e reforçando a importância da valorização do patrimônio arqueológico de Santa Catarina.
Serviço:
O quê: Exposição “Ecos Tridimensionais – Entre o Céu, a Pedra e a Memória”
Visitação: de 16 de março a 18 de abril de 2026. De terça-feira a domingo, das 10h às 21h.
Local: Espaço Expositivo II do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) - No Centro Integrado de Cultura (CIC)
Entrada gratuita
Dentro da programação da exposição "Antonietas", que fica aberta de 4 a 15 de março no Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), serão realizadas duas rodas de conversa abertas ao público, destinadas ao debate e à reflexão sobre a participação das mulheres negras nas letras e no mercado de trabalho. A participação é gratuita e aberta ao público em geral.
Programação:
Roda de conversa: "Escritoras negras e a literatura afro-brasileira"
Data: 10 de março, 18h30
Participantes convidadas: Maria Aparecida Rita Moreira, Eliane Debus e Priscila Freitas
Maria Aparecida Rita Moreira – Pesquisadora e professora aposentada. Pós-doutora em Educação, doutora em Literatura e mestre em Inglês pela UFSC. Atuou por 32 anos na rede pública estadual de Santa Catarina, em funções docentes e de gestão educacional. Dedica-se à educação das relações étnico-raciais e à literatura negra brasileira. É membro fundadora e presidente da Associação de Educadoras/es Negras/os de Santa Catarina (AENSC), pesquisadora do grupo LITERALISE/UFSC e coautora dos documentários Toque de Melanina: legado de resistência e Paulina Chiziane: do mar que nos separa à ponte que nos une (2021).
Priscila Freitas – Doutoranda em Educação (UFSC), com estágio doutoral na UNAM/PUIC (2024–2025). Mestre em Educação (UFSC) e graduada em Pedagogia – Educação Infantil (UDESC). Integra o NICA/UFSC e o grupo Alteritas. Membro da diretoria da AENSC e vice-presidente do Centro Cultural Anástacia. Atua nas áreas de Educação das Relações Étnico-Raciais, Educação Infantil e Literatura Infantojuvenil e Afro-brasileira.
Eliane Debus – Professora desde 1984, possui graduação em Letras (FUCRI), mestrado em Literatura (UFSC), doutorado em Linguística e Letras (PUCRS) e pós-doutorado pela Universidade do Minho (Portugal). Atua no Programa de Pós-Graduação em Educação da UFSC e no Departamento de Metodologia de Ensino. É líder do grupo de pesquisa LITERALISE (Literatura Infantil e Juvenil e Práticas de Mediação Literária). Autora e organizadora de 28 livros, reúne ampla produção acadêmica em literatura, com participações em coletâneas e periódicos, tendo recebido 19 prêmios e homenagens.
Roda de conversa: "A mulher negra e o mercado de trabalho: questões contemporâneas"
Data: 11 de março, 18h30
Participante convidada: Maria Tereza Tertitschnij
Natural de Florianópolis e residente há 33 anos na Alemanha, é formada em Biblioteconomia e pós-graduada em Paleografia e Restauração de Documentos. Especialista em Organização e Administração de Arquivos pela UFSC, trabalhou durante 13 anos no Arquivo Público de Santa Catarina. Atualmente aposentada, atua na Alemanha como secretária em uma instituição de saúde.
Sobre a exposição
Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) apresenta a exposição fotográfica “Antonietas”, do fotógrafo Rony Costa. “Antonietas” é um tributo às mulheres negras e à permanência de suas vozes, corpos e histórias. A mostra homenageia Antonieta de Barros — jornalista, educadora, ativista e primeira mulher negra eleita deputada estadual no Brasil, em 1934, por Santa Catarina — cuja trajetória permanece como referência incontornável na luta por justiça social, igualdade e acesso ao conhecimento.
Reunindo 22 fotografias em preto e branco, a exposição revela a força, a beleza e o protagonismo de mulheres negras catarinenses. Rostos, olhares e gestos compõem um mosaico de trajetórias marcadas por pertencimento e afirmação identitária. Pelas lentes de Rony Costa, a fotografia se afirma como narrativa e memória, condensando experiências que anunciam resiliência, continuidade e futuro.
Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) apresenta a exposição fotográfica “Antonietas”, do fotógrafo Rony Costa. A abertura será no dia 4 de março, às 19h, com visitação gratuita até 15 de março, de terça-feira a domingo, das 10h às 21h. O MIS/SC é um espaço administrado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) e está localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis.
“Antonietas” é um tributo às mulheres negras e à permanência de suas vozes, corpos e histórias. A mostra homenageia Antonieta de Barros — jornalista, educadora, ativista e primeira mulher negra eleita deputada estadual no Brasil, em 1934, por Santa Catarina — cuja trajetória permanece como referência incontornável na luta por justiça social, igualdade e acesso ao conhecimento.
Reunindo 22 fotografias em preto e branco, a exposição revela a força, a beleza e o protagonismo de mulheres negras catarinenses. Rostos, olhares e gestos compõem um mosaico de trajetórias marcadas por pertencimento e afirmação identitária. Pelas lentes de Rony Costa, a fotografia se afirma como narrativa e memória, condensando experiências que anunciam resiliência, continuidade e futuro.
Mais do que uma exposição, “Antonietas” constitui um convite à contemplação e à reflexão, reafirmando a atualidade do legado de Antonieta de Barros e evidenciando a potência das Antonietas contemporâneas.
Sobre o fotógrafo
Natural de Duque de Caxias (RJ), Rony Costa construiu uma trajetória singular na fotografia brasileira, marcada pela sensibilidade estética, rigor técnico e profundo compromisso social com a imagem. Referência no cenário artístico e cultural nacional, destaca-se pela valorização da cultura afro-brasileira e pela elaboração de narrativas visuais que ultrapassam o registro documental para se afirmarem como gesto político e poético. Desde 1995, sua atuação junto ao Movimento Negro em Santa Catarina tem sido decisiva para a visibilização de presenças, histórias e territórios historicamente silenciados.
Programação paralela
Dentro da programação da exposição "Antonietas", serão realizadas duas rodas de conversa abertas ao público, destinadas ao debate e à reflexão sobre a participação das mulheres negras nas letras e no mercado de trabalho. A participação é gratuita e aberta ao público em geral.
Roda de conversa: "Escritoras negras e a literatura afro-brasileira"
Data: 10 de março, 18h30
Participantes convidadas: Maria Aparecida Rita Moreira, Eliane Debus e Priscila Freitas
Maria Aparecida Rita Moreira – Pesquisadora e professora aposentada. Pós-doutora em Educação, doutora em Literatura e mestre em Inglês pela UFSC. Atuou por 32 anos na rede pública estadual de Santa Catarina, em funções docentes e de gestão educacional. Dedica-se à educação das relações étnico-raciais e à literatura negra brasileira. É membro fundadora e presidente da Associação de Educadoras/es Negras/os de Santa Catarina (AENSC), pesquisadora do grupo LITERALISE/UFSC e coautora dos documentários Toque de Melanina: legado de resistência e Paulina Chiziane: do mar que nos separa à ponte que nos une (2021).
Priscila Freitas – Doutoranda em Educação (UFSC), com estágio doutoral na UNAM/PUIC (2024–2025). Mestre em Educação (UFSC) e graduada em Pedagogia – Educação Infantil (UDESC). Integra o NICA/UFSC e o grupo Alteritas. Membro da diretoria da AENSC e vice-presidente do Centro Cultural Anástacia. Atua nas áreas de Educação das Relações Étnico-Raciais, Educação Infantil e Literatura Infantojuvenil e Afro-brasileira.
Eliane Debus – Professora desde 1984, possui graduação em Letras (FUCRI), mestrado em Literatura (UFSC), doutorado em Linguística e Letras (PUCRS) e pós-doutorado pela Universidade do Minho (Portugal). Atua no Programa de Pós-Graduação em Educação da UFSC e no Departamento de Metodologia de Ensino. É líder do grupo de pesquisa LITERALISE (Literatura Infantil e Juvenil e Práticas de Mediação Literária). Autora e organizadora de 28 livros, reúne ampla produção acadêmica em literatura, com participações em coletâneas e periódicos, tendo recebido 19 prêmios e homenagens.
Roda de conversa: "A mulher negra e o mercado de trabalho: questões contemporâneas"
Data: 11 de março, 18h30
Participante convidada: Maria Tereza Tertitschnij
Natural de Florianópolis e residente há 33 anos na Alemanha, é formada em Biblioteconomia e pós-graduada em Paleografia e Restauração de Documentos. Especialista em Organização e Administração de Arquivos pela UFSC, trabalhou durante 13 anos no Arquivo Público de Santa Catarina. Atualmente aposentada, atua na Alemanha como secretária em uma instituição de saúde.
Serviço:
O quê: Exposição “Antonietas”, de Rony Costa
Abertura: 4 de março, às 19h.
Visitação: até 15 de março de 2026. De terça-feira a domingo, das 10h às 21h.
Local: Espaço Expositivo do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) - No Centro Integrado de Cultura (CIC)
Entrada gratuita