FCC FacebookTwitterYoutube

Logo GOV SC 2019 Colorido

O Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) recebeu a visita do professor Fernando Madedo, presidente da Sociedad por el Patrimonio Audiovisual, organização argentina responsável pela preservação e restauração de obras audiovisuais na América Latina, além de oferecer cursos de especialização na área.

Na ocasião, o professor visitou as reservas técnicas do Museu e conheceu a equipe. Foi recebido pela administradora do MIS/SC, Ana Lígia Becker, e pelo responsável pelo Setor de Conservação e Limpeza, Cândido Detoni Gazzoni. Além de conhecer o acervo das cinco coleções, o professor Fernando Madedo inspecionou alguns dos filmes em suporte película e repassou orientações para melhorar o processo de conservação de alguns dos objetos.

A visitação foi um compromisso especial, com a vinda do professor para o Brasil, e foram seguidos todos os protocolos sanitários pertinentes.  

"A visita fora muito produtiva, no sentido de intercâmbio na área de Preservação Audiovisual entre representantes dos dois países, através de debate e troca de informações sobre a matéria, a importância da memória audiovisual para a sociedade, e o cenário atual na América Latina, seus desafios, proposições e possibilidades em meio aos recursos humanos e financeiros disponíveis. Motivo de felicitações para o Museu, o professor demonstrou entusiasmo por alguns dos raros itens pertencentes ao acervo, e parabenizou pelo trabalho que vem sendo desenvolvido no cuidado e organização do acervo, e dos estudos para digitalizá-lo. Foi uma ocasião de muito prestígio receber um profissional de grande conhecimento e experiências nas instalações do MIS/SC", relatou o técnico Cândido Detoni Gazzoni.

Um olhar diferenciado sobre o patrimônio cultural e as belezas naturais de Santa Catarina é o tema da exposição fotográfica “Olhares Catarinenses”, que abre para visitação no Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), em Florianópolis, a partir desta quarta-feira, 19. A mostra reúne 53 fotos selecionadas pela Federação Catarinense dos Municípios (Fecam). O espaço poderá ser visitado de terça a domingo, das 10h às 21h, com entrada gratuita.

No projeto “Olhares Catarinenses”, o estado foi dividido em oito macrorregiões e todas elas possuem imagens contempladas. A exposição apresenta apenas fotos inéditas e com um diferencial: feitas, em sua maioria, por amadores. O objetivo do projeto, organizado pela Fecam, com o apoio da Santur e da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), é oferecer um novo acervo fotográfico, virtual e físico, para mostrar a diversidade cultural de Santa Catarina. No total, foram inscritas 564 imagens de todo estado.

Além de envolver todas as 21 associações de municípios catarinenses, o material será publicado em um livro que terá as melhores fotos. O responsável pela seleção técnica é o fotógrafo Carlos Antônio Mafalda, que há 53 anos atua como fotojornalista no estado, que enfatizou o desafio de selecionar as fotos para exposição e para o livro. “Foi sensacional e emocionante acompanhar o trabalho destes fotógrafos, com imagens que apresentaram muita qualidade e feitas com amor e coração dos catarinenses", afirmou.

A mostra segue em cartaz até 27 de fevereiro de 2022. Para visitar o MIS/SC é necessário usar corretamente as máscaras e respeitar o distanciamento entre as pessoas.

Serviço:

Mostra Olhares Catarinenses

Local: MIS/SC, localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC)
Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica, Florianópolis - SC
Horário espaço expositivo: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita

Como parte da programação paralela da exposição do 14º Prêmio New Holland de Fotojornalismo, aberta à visitação no Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), ocorre no próximo sábado (27), às 10h, palestra com Sérgio Ranalli. O fotógrafo é um dos vencedores desta edição da premiação, na categoria Profissional. Além disso, na parte da tarde, às 14h, será feita leitura de portfólio de pessoas que usam a fotografia como meio de expressão com Sérgio Ranalli. As ações ocorrerão na Sala de Cinema Gilberto Gerlach, no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis.

Ambas as atividades exigem inscrição. Para a palestra, serão oferecidas 68 vagas, preenchidas por ordem de inscrição neste link: https://forms.gle/VsLJGyP8CJzSqeJu5, sem necessidade de confirmação por e-mail. Para a leitura de portfólio, serão 10 vagas mediante inscrição no link https://forms.gle/mYrs3cisAuKSqHHq9 e seleção, com os escolhidos avisados por e-mail.

Sobre Sérgio Ranalli

Fotógrafo desde 1998, Sérgio Ranalli é formado em Jornalismo e trabalha no jornal Folha de Londrina. Em 2004 assumiu a função de editor de fotografia e, paralelamente, desenvolve projetos autorais de fotografia. Com trabalhos documentais, conquistou o prêmio Porto Seguro Fotografia, hoje chamado de prêmio Brasil, e foi também finalista do Prêmio Conrado Wessel. Com o fotojornalismo, conquistou quatro vezes o primeiro lugar do Prêmio Massey Ferguson de Jornalismo, três vezes o primeiro lugar do Prêmio New Holland de Fotojornalismo e também venceu quatro vezes o Fiep de Jornalismo – categoria fotojornalismo.

Participou de exposições em diversos países da América Latina e na sede da UNESCO em Paris-França. No Brasil, fez quatro exposições individuais; “Áfricas Invisíveis” - no Panteão da Pátria - Praça dos Três Poderes – Brasília, "Retratos do Haiti", em Bertioga - SP (No evento Revela Bertioga), "Fronteira Invisível" em Londrina – Paraná e Cores da Solidão - No Espaço Porto Seguro Fotografia, em São Paulo-SP.

Atualmente, tem se dedicado ao desenvolvimento do projeto "Resilientes" formado por imagens aéreas de árvores isoladas, instigando a discussão sobre a dualidade entre o homem e a natureza.

 

O Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) recebe, a partir do dia 9 de novembro, a primeira exposição inédita desde sua reabertura após o período de fechamento devido à pandemia de Covid-19. E para começar bem, terá a mostra com as fotografias vencedoras do 14º Prêmio New Holland de Fotojornalismo. A visitação é gratuita e pode ser feita de terça-feira a domingo, das 10h às 21h, até o dia 9 de janeiro de 2022.

A foto vencedora do 14º Prêmio New Holland de Fotojornalismo é de Santa Catarina. Intitulada “A terra cura”, a imagem foi registrada pelo fotógrafo Ricardo Wolffenbüttel e escolhida pelos jurados como a mais bela fotografia de campo da América do Sul na categoria profissional. Além dela, outras 30 imagens poderão ser conferidas presencialmente na exposição no MIS/SC.

A mostra é itinerante e já passou por Curitiba (PR) e Campo Grande (MS). Conta com as quatro fotografias vencedores (duas na categoria profissional e duas
na amadora) e três imagens que receberam menção honrosa. Outras 24 imagens completam a exposição.

"A terra cura"

Em preto e branco, a imagem campeã mostra o agricultor Edésio Voges, da comunidade de Vargem do Braço, no município de Santo Amaro da Imperatriz, segurando um belo exemplar da couve chinesa. No registro, Voges está usando máscara. “A foto foi feita no auge da pandemia e tem um significado muito importante. Ela é de uma família de agricultores orgânicos que tem uma cooperativa em Santo Amaro, na Grande Florianópolis", explica Wolffenbüttel, enaltecendo o fato de que o trabalho destas pessoas garantiu que não faltasse alimento na mesa da população. “O senhor Voges falou uma coisa muito interessante para mim na época: o ser humano tem que tomar a terra como
exemplo, pois ela se cura. Quando tu envenena a terra, ela se cura. De alguma maneira o ser humano se envenenou, e com o tempo certo conseguimos dar a volta
por cima e replantar”, conta.

As melhores

Além de Wolffenbüttel, na categoria campo, a melhor fotografia profissional máquina é de Sérgio Ranalli, com “A colheita”. Na categoria amador, o vencedor campo foi Noilton de Lacerda (Bahia); e máquina, Rodrigo Arabori. Eles foram escolhidos com as fotos “Simplicidade” e “Colheita de milho”, respectivamente.

Com a foto “Tocando para Pacha Mama”, Uriel Montúfar, do Perú, recebeu a menção honrosa profissional na categoria campo. Também teve o reconhecimento nessa categoria João Henrique Garrigó (“O Céu do Caipira”) e menção honrosa amador campo Malely Sanches, da Colômbia, que apresentou a fotografia “Renascer”.

“Para a New Holland, o Prêmio de Fotojornalismo é uma oportunidade de aproximar as pessoas da realidade do campo, mostrando toda a diversidade da agricultura na América do Sul. Como somos uma marca sempre próxima dos agricultores, queremos levar essa mensagem para toda a sociedade, que além de poder admirar o excelente trabalho desses fotógrafos, sejam eles profissionais ou entusiastas, vai poder conhecer um pouquinho mais, por meio das imagens desta exposição, a força da agricultura no nosso continente”, afirma Gustavo Taniguchi, diretor de Marketing Comercial da New Holland Agriculture para a América do Sul.

A atual edição do Prêmio New Holland de Fotojornalismo, que teve o tema “Agricultura, substantivo feminino”, contou com 2201 imagens registradas por 530 fotógrafos entre profissionais e amadores. Do total de participantes, 211 são profissionais, responsáveis por 895 fotos de campo e 141 de máquina. Já os amadores são 319, que produziram 953 imagens de campo e 212 de máquina. Os países participantes foram: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

Além das sete imagens premiadas, outras 24 farão parte do evento, são elas:
- “Mulher e a alpaca”, Uriel Montúfar (Peru);
- “A casa de Pedro Marmeleiro”, Daniel Castellano (Brasil);
- “A horta da dona Maria Inês Riva”, Fellipe de Alcântara (Brasil);
- “A pega de boi”, Miguel Salvador (Brasil);
- “Atentas”, Ariel Miranda (Uruguai);
- “Bem viver”, Ana Mendes (Brasil);
- “Caminho para o campo”, Federico Orozco (Colômbia);
- “Campo próprio”, Márcio Menasce (Brasil);
- “Candeia”, Nereu Cavalheiro (Brasil);
- “Corrida de cavalos nos Altos Andinos”, Uriel Montúfar (Peru);
- “Cavalo negro e seu dono”, Daniel Soares (Brasil);
- “Dedicação no campo”, Fernando Martinho (Brasil);
- “Engenho de madeira com tração animal”, Rui Barreto (Brasil);
- “O nascedouro de árvores”, Sérgio Ranalli (Brasil);
- “Rambo do bananal”, Albari Rosa (Brasil);
- “Roscasiri”, Uriel Montúfar (Peru);
- “Saudação matinal”, Cesar Martinez (Colômbia);
- “Descanso na cozinha”, Antonio Herrera (Colômbia);
- “Colheita do pão de cada dia”, André Shimohiro (Brasil);
- “Coliseu do campo”, Victor Imesi (Brasil);
- “Plantio”, Daniel Machado (Brasil);
- “Semeador”, Daniel Machado (Brasil”;
- “Sucessão de espanto”, Ana Cecilia Casnati (Uruguai);
- “Rotina”, Carlos Aliperti Júnior (Brasil).

O Prêmio é realizado pela Mano a Mano Produções, apoiado pela Lei de Incentivo à Cultura da Secretaria Especial da Cultura e patrocinado pela New Holland Agriculture e pelo Banco CNH Industrial. A exposição itinerante em Florianópolis tem o apoio do MIS/SC.

Serviço:
O quê: Exposição itinerante 14º Prêmio New Holland de Fotojornalismo
Abertura: 9 de novembro de 2021, às 19h
Visitação: de 10 de novembro de 2021 a 9 de janeiro de 2022. De terça-feira a domingo, das 10h às 21h.
Onde: Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) - Localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC)
Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600, Agronômica, Florianópolis (SC)
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita

* Com informações da Assessoria de Imprensa do Prêmio New Holland de Fotojornalismo

Nesta sexta-feira, 01, o Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) reabriu suas portas ao público, com a exposição "O que Vem antes da nuVem". Estão expostas cerca de 50 peças que revelam como era feito o armazenamento e como eram os meios de reprodução antes do surgimento das chamadas "nuvens".

A partir do acervo de equipamentos e da coleção didática do MIS/SC, a exposição faz um passeio no tempo mostrando suportes, mídias e aparelhos que fizeram história no registro de vídeos, fotografias e músicas até o momento atual, com as ferramentas de digitalização dos arquivos. A mostra já esteve em cartaz antes da pandemia e agora retorna, dando uma nova oportunidade de conhecer de perto as peças expostas. 

A visitação pode ser feita de terça a domingo das 10h às 21h. Não é necessário fazer agendamento prévio, porém, alguns protocolos de segurança são obrigatórios, como o distanciament e o uso correto de máscaras, cobrindo nariz e boca.