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No dia 19 de fevereiro, às 19h, ocorre no Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) mais um encontro da programação da exposição "Arquipélagos: memórias líquidas". O "Encontro III: Sobre a pintura contemporânea no eixo Sul" contará com a participação do artista Clóvis Martins Costa, que conduzirá uma conversa com o público sobre seu processo artístico e as relações da pintura contemporânea no eixo Sul. Na sequência, a equipe curatorial, junto ao artista, realizará o lançamento do catálogo digital da exposição, que reúne textos críticos e apresenta os processos curatoriais da mostra. 

 

O Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) recebe “Viagem à aurora do mundo”, primeira exposição individual da artista catarinense Celaine Refosco, de fevereiro a maio de 2026, em uma instituição museológica da capital.

Vencedora do Prêmio Aliança
Francesa de Arte Contemporânea 2024, o mais importante do circuito catarinense, Celaine
retorna de uma residência artística de três meses na Cité Internationale des Arts, em Paris, com um corpo de trabalho que interliga questões que perpassam arte e ciência. 

Sobre a artista

Celaine Refosco (Joaçaba, SC, 1961) é uma artista multifacetada que vive e trabalha em Pomerode (SC). Formada em Artes Visuais pela Escola de Música e Belas-Artes do Paraná - EMBAP (Curitiba), com mestrado em Psicopedagogia pela Universidad de La Habana (Cuba) e especialização em Design de Produto no Centro de Diseño Industrial (Uruguai).  Vencedora do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea 2024, realizou residência artística na Cité Internationale des Arts (Paris). Entre suas exposições individuais recentes: “Um Grande Horizonte” (Galeria Mamute, Florianópolis, 2025), “Rios Voadores” (Museu de Arte de Blumenau, 2022; Museu Guido Viaro, Curitiba, 2023), "Sobre as coisas que não entendemos bem" (Instituto Internacional Juarez Machado, Joinville, 2022). Em exposições coletivas: "Perspectiva 2006 - Coletiva de Artes Plásticas de Jaraguá do Sul e Região" (Jaraguá do Sul, 2006), "Reencontros" (Museu Municipal de Arte - MuMa, Curitiba, 2022) e "Impossibilidade de Esgotamento" (Centro Cultural Veras, Florianópolis, 2023). A artista é representada pela Galeria Mamute, galeria de arte atuante em Florianópolis, Porto Alegre e São Paulo.

 

Sobre a curadora Fran Favero

Fran Favero é curadora, artista visual e gestora. Foi Diretora do Museu Nacional da República da SECEC/GDF (2024/2025). Doutoranda da linha de Arte e Tecnologia do PPGAV/UnB. Mestra em Artes Visuais pelo PPGAV/UDESC. Bacharela em Artes Visuais pela UDESC e Bacharela e Licenciada em Ciências Biológicas pela UFSC. Realizou intercâmbio acadêmico para o Bacharelado em Artes Visuais e Midiáticas da Université du Québec à Montréal - UQÀM, com apoio do programa ELAP - Emerging Leaders in the Americas Program. Atuou como professora do Departamento de Artes Visuais da UDESC (2020 a 2023).

 

Sobre a Galeria de Arte Mamute

Criada em 2012, por Niura Borges, a Galeria de Arte Mamute com sedes em São Paulo, Porto Alegre e Florianópolis, atua no desenvolvimento e na expansão da arte contemporânea brasileira, representando nomes consolidados e também revelando jovens artistas com carreiras em ascensão, valorizando formações e trajetórias sólidas, garantindo credibilidade e confiança nas aquisições. Possui amplo acervo de obras produzidas sob diversas técnicas: pintura, desenho, gravura, escultura, fotografia, instalação e novas mídias. Representa com exclusividade seus artistas, com obras presentes em importantes coleções nacionais e internacionais como MAC-USP, Pinacoteca de São Paulo, MACRS, MARGS, Fundação Vera Chaves Barcellos, entre outras, e participa de eventos notórios como a Bienal de Veneza, Bienal de São Paulo e Bienal do Mercosul. A Galeria Mamute já realizou mais de 80 exposições individuais e coletivas, e recebeu prêmios como melhor espaço institucional, melhor exposição e mídias tecnológicas no Prêmio Açorianos de Artes Plásticas do Rio Grande do Sul, prêmios Funarte de Artes Visuais, entre outros. É membro da ABACT - Associação Brasileira de Arte Contemporânea, e do LATITUDE - Platform for Brazilian Art Galleries Abroad. Participa de importantes Feiras de Arte Nacionais e Internacionais, como SP-Arte, ArtRio, SP-Arte Foto, Feira Parte (SP), Feira Pinta (Miami), BAPhoto (Buenos Aires), Latitude Art Fair (Nova York) e Not Cancelled (Viena).



Ficha técnica da exposição:
“Viagem à aurora do mundo“
Artista: Celaine Refosco
Curadoria: Fran Favero
Produção executiva: Galeria de Arte Mamute
Coordenação: Niura Borges e Celaine Refosco
Assistente de produção: Cássia Pérez
Expografia: Aline Bernardo
Planejamento de montagem: Thaisa Kleinübing
Montagem: Flávio Brunetto
Design Gráfico: Débora Anacleto
Fotografia: Soninha Vill
Assessoria de Imprensa: Gisele Palma
🖼️ O quê: Exposição “Viagem à aurora do mundo”
Curadoria: Fran Favero

ABERTURA: 04/02/2026, quarta-feira, 19h30
VISITAÇÃO: 05/02 a 24/05/2026 — terça a domingo, 10h às 21h
📍Onde: Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), Centro Integrado de Cultura (CIC)
Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 — Agronômica, Florianópolis - SC, 88010-400

ENTRADA GRATUITA
Classificação Livre
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Na próxima quinta-feira, 13 de novembro, às 19h, ocorre no Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) mais um encontro da programação da exposição "Arquipélagos: memórias líquidas". O Encontro II: Sobre uma pesquisa curatorial atravessada por margens e águas contará com a participação da equipe curatorial e propõe uma conversa em torno dos atravessamentos que conduziram a pesquisa e a construção da mostra. A partir das noções de margem, travessia e paisagem, o encontro convida o público a acompanhar os processos e reflexões que emergiram nesse percurso curatorial.

O artista visual, performer e fotógrafo Sérgio Adriano H inaugura no dia 4 de novembro de 2025, às 19h, no Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), a exposição “O Brasil Pitoresco de Sérgio Adriano H: Passado – Presente”, com curadoria de Juliana Crispe. A mostra reúne mais de 140 obras, sendo 73 inéditas, em um potente percurso visual e crítico que atravessa a memória, o corpo e a história oficial do Brasil. 

“Em suas obras, ao articular passado e presente, Sérgio cria um campo de força entre memória e o agora, entre documentos, imagens e denúncia, há uma objetiva consciência de que o passado não é estático: ele se infiltra nas estruturas simbólicas e sociais do presente", ressalta a curadora Juliana Crispe. 

Contemplada pelo Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura 2024, a exposição marca o retorno do artista ao estado onde iniciou sua trajetória e se consolida como um importante gesto de valorização da arte produzida em Santa Catarina. Este é o sétimo prêmio Anderle recebido por Sérgio Adriano H, que já soma mais de 40 premiações, 220 exposições nacionais e internacionais e presença em 21 acervos públicos, como MAC USP, MAM São Paulo, MAR RJ, MAC BA e MAM BA.

Ao lado da curadora, o artista propõe um enfrentamento direto à tradição pictórica herdada de Debret e Rugendas. Enquanto esses artistas viajantes europeus retrataram o “Brasil pitoresco” sob um olhar exótico e colonial, Sérgio Adriano H subverte esse imaginário ao reinscrever o corpo negro no centro da narrativa histórica. A exposição apresenta fotografias, esculturas, vídeos e registros de performance que confrontam a iconografia dominante e propõem uma reescrita das imagens do país.

“É um gesto de reexistência que questiona as verdades impostas pelos livros de história e pelas imagens coloniais. A exposição é uma tentativa de mostrar o Brasil a partir de um olhar afro-brasileiro, presente e pulsante, profundamente enraizado na memória dos que vieram antes de mim, os meus ancestrais”, afirma o artista. 

A mostra, com entrada gratuita e classificação livre, segue aberta para visitação de 5 de novembro de 2025 a 4 de janeiro de 2026, de terça a domingo, das 10h às 21h. 

Programação formativa 

Como parte da programação da mostra, o MASC recebe uma série de palestras e atividades formativas abertas ao público, com foco em temas como memória, arte, educação, resistência e decolonialidade. Nos dias 5, 6 de novembro e 10 de dezembro, sempre das 19h às 20h, ocorrem encontros com pesquisadoras de destaque:

● 05/11 – Histórias e Resistências Visuais, com Dra. Carol Carvalho e Dra. Célia Maria
Antonacci
● 06/11 – Arte, Educação e Decolonialidade, com Dra. Cláudia Mortari
● 10/12 – Relações de poder e resistência, com Dra. Flávia Medeiros

Já no dia 29 de novembro, das 14h às 18h, será realizado o workshop “Como a imagem nos leva a pensar”, com foco em fotoperformance, linguagem que atravessa o trabalho de Sérgio Adriano H. A atividade é gratuita, voltada a artistas, estudantes de artes, professores e demais interessados (a partir de 16 anos), com 20 vagas disponíveis e inscrições via e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O curso propõe um diálogo entre corpo, imagem, representação e filosofia, com abordagem teórico-prática e análise de obras e técnicas da fotoperformance contemporânea.

No mesmo dia, às 18h, o artista realiza a performance “desCOLONIZAR CORpos”, com duração de 23 minutos, integrando arte, crítica e corporeidade em uma intervenção pública que amplia os sentidos da exposição.

Sobre a curadora 

Juliana é curadora, professora, arte-educadora e artista visual nascida em Florianópolis (SC). Com doutorado em Educação e mestrado em Artes Visuais, atua na curadoria de exposições desde 2007, tendo realizado mais de 150 mostras em diferentes regiões do Brasil e do exterior. É membro do Conselho Deliberativo do MASC e da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), onde foi reconhecida como Jovem Curadora da
Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba (2019). 

Sobre o artista


Sérgio Adriano H, nascido em Joinville, é artista visual afro-diaspórico, performer, fotógrafo e pesquisador. Formado em Artes Visuais e Mestre em Filosofia, vive e produz entre Joinville/SC, Florianópolis/SC e São Paulo/SP. Com uma trajetória de mais de 220 exposições nacionais e internacionais, destacam-se as individuais: CORpo MANIFESTO, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 2025, “desCOLONIZAR CORpos” (Institut National d’Histoire de l’Art – Paris, 2023; Caixa Cultural – Brasília, 2023). Acumula mais de 40 premiações, entre elas a Medalha Cruz e Sousa (maior honraria em artes concedida por SC, 2022). Em 2024 foi indicado entre os 3 artistas finalistas da Associação Brasileira de Críticos de Arte – ABCA, o “Prêmio Mario Pedrosa”, proposto ao artista destaque nacional do ano de 2023.

FICHA TÉCNICA
Artista: Sérgio Adriano H
Curadora: Juliana Crispe
Produtora Executiva: Sérgio Adriano H | ARTE 8
Designer Gráfico: Tina Merz
Assessoria de Imprensa: Lara Sales Gonçalves
Fotografia: Lab 8 Fotografia (Manuela Faraco d`Eça Neves)
Palestrantes convidadas: Dra. Carol Carvalho; Dra. Célia Maria Antonacci; Dra. Cláudia
Mortari; Dra. Flávia Medeiros; Dra. Tolegí Dias


Serviço:

Exposição: O Brasil Pitoresco de Sérgio Adriano H: Passado – Presente
Artista: Sérgio Adriano H
Curadoria: Juliana Crispe
Abertura: 4 de novembro de 2025, às 19h
Visitação: 5 de novembro de 2025 a 4 de janeiro de 2026. De terça-feira a domingo, das 10h às 21h.
Local: Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) - No Centro Integrado de Cultura (CIC)
Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica - Florianópolis (SC)
Classificação indicativa: Livre
Entrada gratuita

Na quinta-feira, dia 23/10, às 19h, o Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) recebe um encontro especial, em homenagem ao artista Paulo Gaiad, reunindo a curadora Rosângela Cherem e a família Gaiad. Esta conversa faz parte da programação da exposição "Arquipélagos: Memórias Líquidas", que desde 11 de setembro ocupa o Museu com obras de Gaiad, Clóvis Martins Costa e do acervo do MASC, explorando diferentes maneiras de inscrever a paisagem na arte contemporânea. O encontro propõe refletir sobre a trajetória, a obra e o legado de Gaiad. A entrada é gratuita.