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A Biblioteca Pública de Santa Catarina realiza roda de conversa sobre poesia visual e visita guiada à exposição “Convergências”, com o escritor e artista visual Tchello d’Barros (RJ), no dia 5 de fevereiro, às 15h. A participação do público é gratuita. 

O autor participará de um bate-papo sobre origens, cânone e conceitos sobre a linguagem híbrida entre Literatura e Artes Visuais, que vem sendo conhecida como Poesia Visual. O encontro terá, ainda, uma visita guiada junto aos 30 poemas visuais em exposição, na qual, além das explanações sobre o processo criativo, Tchello também responderá perguntas dos participantes. No ambiente expositivo será exibida em tela uma série de videopoemas deste artista catarinense, que atualmente vive no Rio de Janeiro.

Sobre o autor

Tchello d'Barros dedica-se, desde 1993, às linguagens de Literatura, Artes Visuais e Audiovisual. Catarinense nascido em Brunópolis, iniciou a carreira em Blumenau e atualmente vive no Rio de Janeiro, onde cursa mestrado na UFRJ. Com 11 livros publicados e textos em uma centena de antologias e didáticos, suas obras visuais já integraram mais de 200 exposições nos 20 países que percorreu em constantes atividades artísticas. Eventualmente ministra oficinas e palestras, participando também de mesas-redondas, júris e diversas atividades culturais no Brasil e exterior.

Serviço

O quê: Roda de Conversa sobre Poesia Visual e visita guiada à exposição "Convergências"
Artista expositor: escritor e artista visual Tchello d’Barros  
Quando: 5/2/2026 (quinta-feira), às 15h.
Onde: Hall da Biblioteca Pública de Santa Catarina - BPSC
R Ten. Silveira, 343 - Centro. Florianópolis – SC
Entrada gratuita
Classificação indicativa: Livre

Estão abertas as inscrições para o curso de ilustração promovido pelo projeto Polinizarte na Biblioteca Pública de Santa Catarina. Os encontros são gratuitos e ocorrerão de 23/2 a 14/12/2026, sempre às segundas-feiras. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo link https://bit.ly/4qZ6MWS.

O projeto Polinizarte, idealizado pelo Professor Laqua e ministrado pela professora de artes e ilustradora Van Franz, oferece o curso de ilustração que integra rigor técnico e sensibilidade artística e uma abordagem pedagógica inclusiva. Utilizando o método inovador e eficaz de Laqua, a professora Van Franz, que também é artista plástica e especialista em Educação Especial e Práticas Inclusivas e em Ilustração de Livros Infantis Autoral, propõe um aprendizado dinâmico que vai do desenho básico em técnica duocolor à criação de cenários com perspectiva atmosférica em aquarela e nanquim, storyboards e harmonias cromáticas partindo da
Teoria das Cores.

O conteúdo abrange técnicas com diversos materiais, como lápis de cor, lápis aquarelável, guache, tinta acrílica e colagem, com foco no desenvolvimento de personagens, expressões, redesign de narrativas de domínio público e ilustração de textos. Com o apoio de vídeos exclusivos produzidos pelo Projeto Polinizarte, o processo de estudo e criação se transforma em uma experiência contemporânea, acessível e envolvente.

Mais do que ensinar técnicas, o Polinizarte incentiva cada aluno a descobrir, desenvolver e lapidar sua própria linguagem autoral, em um ambiente que valoriza a troca, a criatividade e a sensibilidade artística. Uma vivência formativa conduzida por uma educadora com sólida trajetória, dedicada a polinizar saberes, afetos e imaginação por meio da arte.

Na próxima terça-feira (27), às 19h, o hall da Biblioteca Pública de Santa Catarina recebe a roda de conversa "Mestres do Ritmo: no pulsar de um Coração". Nesta edição, participam os convidados Cristine Cabral (ritmista), Eduardo Seara (Mestre Dú) e Daniel Aranha (Mestre Aranha). A entrada é gratuita.

A conversa com mestres de bateria, vai abordar o trabalho por trás do ritmo que faz o coração pulsar. Um momento para compartilhar vivências, formação de ritmistas e a importância da bateria nas escolas de samba.

Eduardo Machado Seara, conhecido como “Mestre Dú” ou “Dú da Cuíca”, começou como ritmista no carnaval de Florianópolis, em 1984, na Escola de Samba Os Protegidos da Princesa. Em 1986, passou a integrar a bateria da Embaixada Copa Lord, onde começou o interesse pela cuíca. Em 2006 foi convidado para ser diretor, assumindo o naipe de cuíca. Em 2008, foi convidado para ser Mestre de Bateria na Escola de Samba Unidos da Coloninha, onde permaneceu por 18 anos, formando vários ritmistas dentro do Projeto “Batucada da Unidos”. Foi um dos fundadores do Clube da Cuíca que tem como objetivo valorizar, fortalecer e promover a prática deste instrumento.

Daniel Aranha, conhecido como o “Mestre Aranha”, professor, músico, produtor, arranjador. Mestre de Bateria da Escola de Samba Os Protegidos da Princesa. Estreou como Mestre de Bateria, em 2003, na Escola de Samba Consulado. Atuou como arranjador e músico em diversas escolas do grupo de acesso e principal do Rio de Janeiro. Foi cavaquinista por 8 anos na banda de Jorge Aragão. Produtor das faixas dos sambas de enredo das Escolas de Samba de Florianópolis do Carnaval de 2026.

Cristine Cabral é produtora e curadora da exposição "Abram Alas, a Poesia vai Passar". Também é poetisa e ritmista das escolas de samba Unidos da Coloninha e Os Protegidos da Princesa.

Com abertura no dia 4 de fevereiro de 2026, às 19h, a Biblioteca Pública de Santa Catarina recebe a exposição individual e itinerante “Convergências”, com poesias visuais do escritor e artista visual Tchello d’Barros. Com curadoria de Rogéria Albrecht, a mostra segue com visitação gratuita até o dia 4 de abril de 2026. 

“Convergências” é um projeto multimídia que apresenta as criações em poesia visual do artista multimídia brasileiro Tchello d’Barros, em diversos suportes e meios como livro, vídeo, instalação, internet, projeções em espaços públicos e esta exposição física, cuja itinerância já passou por 18 instituições culturais em 11 Estados brasileiros (PB, AL, RJ, ES, PR, PA, RS, BA, MG, DF e SC) e sete países (Bolívia, Chile, Espanha,
Itália, Portugal, Sérvia e Uruguai). A mostra apresenta uma seleção retrospectiva de 30 poemas visuais, desde o primeiro, rascunhado num guardanapo em Blumenau, em 1993 ao mais recente, criado no Canal do Panamá, em 2025. Para esta versão da exposição, a curadoria optou por exibir obras que privilegiam reflexões abordando principalmente temas da vida cotidiana na sociedade contemporânea.

A poesia visual surgiu como movimento estético na década de 1950 e, desde então, no Brasil e no mundo sempre houve uma significativa produção para fortalecer e ampliar essa linguagem híbrida entre literatura e artes visuais. Neste século XXI, a poesia visual adentrou exposições em museus e galerias, é tema crescente nas pesquisas acadêmicas e cada vez mais vem sendo recurso pedagógico em livros didáticos. São imagens gráficas que participam de exposições individuais e coletivas, além de também serem apresentadas em mostras itinerantes, bem como em publicações impressas como revistas literárias, jornais culturais e livros de arte. Atualmente já existem disciplinas em universidades, colecionismo no mercado de arte, congressos temáticos e editais específicos sobre poesia visual.

Sobre o artista

Tchello d’Barros é escritor e artista visual, catarinense de Brunópolis radicado no Rio de Janeiro. Viveu em 15 cidades, tendo realizado atividades culturais em todos os estados do Brasil e deambulou por 21 países, produzindo o conjunto de sua obra a partir de Blumenau, Maceió, Belém e Rio de Janeiro. Atua profissionalmente com produção cultural, roteiros p/audiovisual, parecerista de editais e curadorias/editorias independentes, ministrando também oficinas literárias em eventos e instituições culturais. Passou por diversas universidades estudando Literatura, Artes Visuais, Teatro e Cinema, graduando-se em Comunicação Social na UFRJ, onde atualmente cursa Mestrado.

Publicou o primeiro poema em 1993 e desde lá foram publicados os livros: “Palavrório” (Poemas, 1996), “Olho Nu” (Poemas, 1996), “Letramorfose” (Poemas, 1998), “Olho Zen” (Poemas, 2000), “Afloramor” (Poemas, 2003), “Cordelaria Tchellópolis” (Poemas, 2008), “Convergências” (Poemas visuais, 2015), “Interlocutórios” (Entrevistas, 2016), “Cataclísmica” (Poemas, 2024), “Estesias Crônicas” (Crônicas, 2024) e “Cerúleo Escarlate” (Contos, 2016), além de diversos opúsculos e plaquetes, disponíveis nas plataformas digitais. Seus contos, crônicas, artigos, ensaios e poemas também estão publicados em mais de uma centena de coletâneas, antologias e livros didáticos, além de veicular seus escritos regularmente em diversos meios impressos e virtuais.

Tem itinerado nacional e internacionalmente com a mostra Convergências, uma retrospectiva de suas criações em Poesia Visual, projeto que inclui palestra, oficina, livro, vídeo, curadorias e debates. Coordena o evento
literário Letra Plural, que acontece anualmente em Rio de Janeiro e São Paulo. Fundou na internet o The Virtual Museum of Visual Poetry, maior comunidade mundial em torno da Poesia Visual. Tem autografado seus livros regularmente em edições das Bienais do Livro de São Paulo e Rio e diversas feiras do livro pelo Brasil; Participou em variadas funções em mais de 50 produções em Cinema/Audiovisual. Suas obras visuais
já integraram mais de 200 exposições pelo Brasil e em diversos países, como no Centre d’Art Contemporain (Suíça), no Museo Sperimentale d’Arte Contemporanea (Itália) ou no anuário de artes Maintenant (EUA). Suas criações visuais, textuais e cinemáticas já foram expostas/publicadas/exibidas em Alemanha, Argentina, Cabo Verde, Chile, China, Colômbia, Dubai, Espanha, França, Hungria, Índia, Inglaterra, Itália, México,
Portugal, Rep. Tcheca, Suíça, Turquia, Uruguai, USA e Venezuela. Integrou o Colegiado Setorial de Literatura e também o de Artes Visuais (2004-2010 - Minc/Funarte) na formulação do Plano Nacional de Cultura – PNC. Realizou diversas curadorias em instituições como Museu da República, CCBB-Rio, Funarte e em eventos nacionais como o Fórum Brasileiro de Literatura (SC), Congresso Brasileiro de Poesia (RS), Encuentro Internacional de Escritura Migrante I-Poem@ (MG), Psiu poético ((MG) e outros em vários dos países acima citados. É membro do Instituto Imersão Latina e do Colectivo de Escritura Migrante, que organiza anualmente encontros culturais em países latino-americanos.

 

De 6 de janeiro a 3 de fevereiro de 2026, a Biblioteca Pública de Santa Catarina recebe a exposição de poesias “Abram alas, a poesia vai passar”. A exposição literária celebra a diversidade cultural da maior festa popular do Brasil, que é o Carnaval, onde a poesia ganha voz, ritmo e movimento. 

No Carnaval, a poesia está presente em sambas de enredo, marchinhas, frevos, toadas de maracatu. Nasce de uma mistura vibrante, que reúne música, dança, artes visuais, artes cênicas, cenografia e literatura. É uma
literatura viva que traduz a alma da cultura popular. Tudo isso foi a inspiração para dez poetas catarinenses. 

A exposição também é uma homenagem à parceria entre os poetas e compositores Celinho da Copa Lord e Edu Aguiar, que, no Carnaval de 2025, completou 40 anos. Celinho e Edu são autores de sambas de enredo
que marcam a história do Carnaval de Florianópolis. Entre as poesias, serão expostas obras da artista e escritora Clarisse da Costa, que, por meio de suas artes digitais, retrata as cores, fantasias, os amores e a musicalidade do Carnaval. 

Ficha técnica:
Produção e curadoria: Cristine Cabral e Maximiliano Rosa
Poetas: Clarisse da Costa, Cristine Cabral, Denise de Castro, Edenice Fraga, Edu da Silva Aguiar, Gilson Célio Veloso, Kamila Maria da Silva, Maximiliano Rosa, Samuel da Costa e Sawan Alves.
Artista: Clarisse da Costa

Serviço:

O quê: 
Exposição "Abram alas, a poesia vai passar."
Local: Biblioteca Pública de Santa Catarina
Visitação: de 6 de janeiro a 3 de fevereiro de 2026. De segunda a sexta-feira, das 8h às 19h; sábado, das 8h às 12h.
Entrada gratuita
Classificação indicativa: livre