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O projeto Roda de Conversa, promovido pela Biblioteca Pública de Santa Catarina, terá mais uma edição no dia 13 de setembro, às 18h30, no formato virtual com transmissão pelo canal de vídeos da FCC no YouTube. A temática a ser debatida será o Cinema em Santa Catarina, tendo como convidados dois diretores: José Henrique Nunes Pires (Zeca Pires) e Maria Emilia Oliveira de Azevedo, com mediação do professor João Pacheco de Souza.

Sobre os participantes

Zeca Pires: nasceu em Florianópolis, é formado em Administração e Jornalismo, com mestrado em História pela Universidade Federal de Santa Catarina. Tem uma extensa produção cinematográfica dirigindo documentários, curtas, longa metragens e videoclipes, sempre buscando retratar aspectos da cultura de Santa Catarina. Foi um dos criadores e vice-presidente da Cinemateca Catarinense, do Funcine e do Curso de Cinema e Vídeo da Unisul. É técnico de carreira na UFSC. No campo da cinematografia, atuou como assistente de direção de Cacá Diegues – Um Trem para as Estrelas (1987) - e Sylvio Back - Cruz e Sousa – O Poeta do Desterro (1998) e O Contestado – Restos
Mortais (2012). Merecem destaque, ainda, as seguintes produções: os curtas-metragens Manhã (1999), coprodução com Norberto Depízolatti; Ilha (2001), coprodução com Jair dos Santos; e Perto do Mar (2002), coprodução com José Frazão; além dos documentários Farra do Boi – o Documentário (1991), coprodução com Norberto Depizolatti; Bois em Farra (2004); Ponte Hercílio Luz – Patrimônio da Humanidade (1996); Festa do Divino – Tradição da Fé (1998); Caminhos do Divino (2005), coprodução com Jair do Santos; Anauê (2015); e Professor Aníbal (2020). Em 2004, dirigiu o seu primeiro longa-metragem em parceria com José Frazão: Procuradas. Em 2011, lançou o segundo longa, A Antropóloga. Dirigiu ainda os vídeoclipes Reggae da Tainha, Vila Palmira (2019) e Ilha (1997). É autor das seguintes publicações impressas: O Cinema em Santa Catarina, em co-autoria com Norberto Depizolatti; Cinema e História: José Julianelli e Alfredo Baugartem, pioneiro do cinema catarinense; e organizador de Aníbal Nunes Pires, educação e literatura.

Maria Emília Oliveira de Azevedo: diretora e produtora executiva, é formada em Letras - Licenciatura Plena em Língua e Literatura Alemã, pela Universidade Federal de Santa Catarina. Entre outros trabalhos, dirigiu os curtas Alva Paixão (1995), Prêmio de Roteiro do MinC/93; Roda dos Expostos (2001), Prêmio da Fundação Catarinense de Cultura e Melhor Fotografia do 29° Festival Internacional de Gramado; e Um Tiro na Asa (2005). Com o Prêmio Cinemateca Catarinense/2010 rodou, na França, o curta Mulher Azul. Foi produtora de diversas mostras de cinema, entre elas: Mostra Itinerante FAM, Mostra Infantojuvenil FAM (2013, 2014, 2015), FESTin Ilha – Mostra Inaugural (2013), e Coordenadora das Mostras de Cinema FAM (2000, 2001), Mostra Raoul Peck (2016). Atuou como Conselheira do Funcine e participou em diretorias da Associação Cinemateca Catarinense-ABD/SC, de 1991 a 1993, como membro da Diretoria de Promoção e Difusão, Tesoureira (1993 a 1996), Suplente do Conselho Fiscal (1996 a 1998) e Diretora Financeira (1992 a 2002). Foi professora no Curso de Cinema e Vídeo (presencial) e do Curso de Produção de Multimídia Digital (virtual) da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), nas disciplinas de roteiro, produção, direção e direção de arte. Produtora e produtora executiva do curta-metragem de animação stop motion “Almofada de Penas”, projetado contemplado com o prêmio Itaú Cultural/RUMOS 2014. Produtora executiva em Anauê (2017), Mulheres na Indústria (2012), A Antropóloga (2011), Procuradas (2004), entre outros. Diretora de Produção em Do Que Te Lembras, Maria? (2017), de Muamba (2010), entre outros. Diretora
do filme de longa metragem Porto Príncipe, em fase de finalização.

Serviço:
O quê: Roda de Conversa sobre o Cinema em Santa Catarina
Quando: 13 de setembro de 2021 (segunda-feira), às 18h30.
Transmissão pelo canal de vídeos da FCC no YouTube: https://www.youtube.com/user/ImprensaFCC

Foram prorrogadas as inscrições para o Concurso Literário Bicentenário de Anita Garibaldi , que tem o intuito de divulgar a memória e o legado de Anita Garibaldi no meio escolar, além de incentivar a produção literária e a leitura. Poderão participar estudantes de Ensino Médio da Rede Estadual. O concurso é coordenado pela Biblioteca Pública de Santa Catarina, espaço administrado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), em parceria com a Secretaria de Estado da Educação e apoio da Academia Catarinense de Letras e Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina. O novo prazo para inscrições na etapa escolar é 17 de setembro de 2021, às 23h59.

:: Clique aqui e confira o regulamento do Concurso Literário Bicentenário de Anita Garibaldi

A realização do concurso vem acompanhada de um programa de capacitação de professores da Rede Estadual de Ensino, que inclui quatro webinares que reúnem diversos pesquisadores e especialistas no tema.

:: Clique aqui para ver os vídeos da capacitação dos professores

 O ciclo também inclui o acompanhamento da Mostra de Filmes Anita Garibaldi, promovida pelo Cineclube Unisul.

Ano de Anita

Todas essas ações integram o Ano Comemorativo do Bicentenário de Nascimento de Anita Garibaldi, instituído por meio de decreto. Desde 2019, a FCC vem trabalhando na organização de atividades para 2021 junto à Comissão Estadual Comemorativa ao Bicentenário de Anita Garibaldi. Tal Comissão foi instituída por meio da Portaria FCC nº 39/2019, e tem o objetivo de promover e difundir a história da heroína catarinense.

O grupo é composto por diversos órgãos públicos, como Secretarias de Estado e prefeituras, além de entidades públicas e privadas. O calendário internacional das comemorações, onde estão inseridas ações de todos os entes que compõem o grupo, vem sendo organizado pelo Instituto CulturAnita, de Laguna; e, na Itália, pelos parceiros Museu e Biblioteca Renzi, Instituto Garibaldi Da Vinci e Associação Nacional dos Veteranos Garibaldinos. 

A data escolhida para o lançamento do concurso literário, 11 de agosto, teve diversos significados: “É a Data Magna de Santa Catarina e Dia do Estudante. Essa é a semana do Patrimônio Cultural e, principalmente, esse é o mês do bicentenário de Anita Garibaldi, personagem memorável da história de Santa Catarina”, explicou o presidente da FCC, Edinho Lemos, ao anunciar o concurso durante a abertura do Colóquio Internacional dos 200 anos de Anita Garibaldi: História, Identidade e Literatura.

:: Clique aqui para saber mais sobre a exposição Anita Garibaldi 200 anos: Vida, Coragem e Paixão, em cartaz no MHSC

Foram prorrogadas as inscrições para a segunda edição do desafio Desenho do Livro que eu Li, promovido pela Biblioteca Pública de Santa Catarina. O novo prazo é o Dia da Criança, 12 de outubro de 2021.

Voltado a crianças e adolescentes com idades entre 0 e 14 anos, o concurso escolherá os melhores desenhos inspirados em um livro que os participantes tenham lido. O objetivo é oferecer ao público uma atividade lúdica durante o período de isolamento domiciliar imposto pela pandemia de Covid-19. A data escolhida para a abertura foi 18 de abril, Dia Nacional do Livro Infantil.

A modalidade é de desenho livre, inédito, sendo admitidas pinturas ou uso de qualquer técnica desde que feita em folha de papel A4, conforme o regulamento do concurso disponível abaixo. O desafio é dividido em categorias, de acordo com a faixa etária e se o/a participante tem ou não algum tipo de deficiência.

As inscrições podem ser feitas utilizando o formulário on-line disponível em bit.ly/BPSCDesafioDesenho2 até 12 de outubro ou até o limite de 500 inscrições. Apenas o representante legal deve fazer a inscrição e cada participante poderá concorrer com somente um desenho à premiação. Os desenhos escolhidos como vencedores serão recompensados com um kit de livros infantojuvenis, que será enviado para a casa dos autores via Correios.

O desenho deve ser enviado à Biblioteca Pública de Santa Catarina pelo e-mail artenabibliotecapublica@gmail.com, nos formatos descritos no regulamento do concurso. A divulgação dos resultados será feita em 29 de outubro de 2021 (Dia Nacional do Livro).

Mais informações podem ser obtidas exclusivamente pelo e-mail artenabibliotecapublica@gmail.com

:: Regulmento da 2ª Edição do Desafio da BPSC: Desenho do Livro que eu Li

O projeto Roda de Conversa, promovido pela Biblioteca Pública de Santa Catarina, está de volta no dia 24 de agosto, às 18h30, desta vez no formato virtual. Sob a temática do Folclore, o bate-papo terá como convidados o historiador e especialista em museus Gelci Coelho (Peninha) e o professor e pesquisador da cultura popular Ilson Rodrigues Filho, com mediação do bibliotecário Alzemi Machado. Para participar, basta acessar o link https://meet.google.com/pgd-voyj-ywe

Folclore é definido como um conjunto de expressões oriundas da cultura popular, englobando aspectos da identidade em âmbito local, regional ou nacional, o que inclui os costumes, as festas, folguedos, culinária, música, lendas, danças, brincadeiras, jogos, formas de pensar, literatura, as histórias perpassadas por gerações, entre outras. A expressão ou o termo folklore foi utilizado pelo folclorista inglês Willian John Thons, em 22 de agosto de 1846.

Em 1951, realizou-se o I Congresso Brasileiro de Folclore e foi redigida a Carta do Folclore Brasileiro, documento considerado de suma importância pra o desenvolvimento de pesquisas sobre a cultura popular brasileira. Merecem destaque como pesquisadores Mário de Andrade e Câmara Cascudo. No Brasil, o Dia do Folclore foi oficializado em 1965 por Decreto Federal, sendo incorporado ao calendário brasileiro.

Santa Catarina tem um rico e diversificado folclore, devido principalmente aos seus componentes culturais, constituídos por diversos povos e etnias representados pelos indígenas, africanos, portugueses, alemães, italianos, poloneses, entre outros, que nos proporcionaram um legado de manifestações, tais como as Lendas das Pedras de Itaguaçu, Lenda do Índio Peri pela Bruxa da Conceição, o Pelznickel ou Papai Noel do Mato da região de Guabiruba, o Boi de Mamão, Cacumbi, o Pau de Fita, o Pão por Deus, a Cantoria do Divino, o túnel assombrado de Siderópolis, a Rua Fantasma de Blumenau, Boitatás, Lobisomens, Bruxas, Farra do Boi, Terno de Reis, Rendeiras,
Dança do Vilão, entre tantas outras. Dentre os pesquisadores que contribuíram para o estudo dos elementos folcóricos em Santa Catarina, destacam-se Amaro Seixas Neto, Doralécio Soares, Walter Piazza, Osvaldo Ferreira de Melo, Roberto Lacerda, Theobaldo Costa Jamundá, Nereu do Vale Pereira, Franklin Cascaes.

Serviço:
O quê: Roda de Conversa sobre o Folclore
Quando: 24 de agosto de 2021 (terça-feira), às 18h30
Acesso pelo link: https://meet.google.com/pgd-voyj-ywe

Capacitar pessoas para atuarem como ledoras de audiolivros para quem tem limitações de leitura e transtornos específicos é o objetivo da nova edição da formação que a Biblioteca Pública de Santa Catarina está promovendo em parceria com o Projeto Releituras - Livro Acessível. O Curso de formação de Ledores de Audiolivro ocorrerá no dia 21 de agosto, das 9h às 11h30 e das 13h30 às 17h, por meio online. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas em bit.ly/ledoresdeaudiolivroAGO21

Os participantes receberão instruções básicas sobre o processo de preparação vocal e gravação de audiolivros. O conhecimento poderá ser utilizado para trabalhos voluntários ou como porta para especialização profissional na produção destes materiais.

Além de compreender o contexto atual da deficiência no Brasil, os participantes ainda entenderão os processos neuropsicológicos envolvidos no Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e dificuldades de aprendizagem; conhecerão as técnicas de leitura; empregarão técnicas de transcrição; descreverão imagens e gráficos de modo acessível. A capacitação é voltada a pessoas interessadas no assunto, independente de formação prévia ou área de atuação.

Será fornecido certificado de curso livre, emitido pela Rede Pedagógica, autorizado por Lei (artigo 7º da Lei nº 9.394/96). Essa autorização permite que as instituições de ensino livre disponibilizem cursos profissionalizantes de forma a prepararem o candidato para o mercado de trabalho.

Projeto Releituras

O Projeto Releituras - Livro Acessível é uma iniciativa independente que produz soluções de áudio para acessibilidade de informação e inclusão social, para pessoas com limitações de leitura por razões físicas, cognitivas ou sensoriais. Seu público-alvo são crianças, jovens, adultos e idosos deficientes visuais (baixa visão, cego) e tetraplégicos; dislexos; com TEA, TDAH e outras síndrome; pacientes de hospitais e asilos; pessoas que gostam de material em formato de áudio.

Todo material do projeto é gravado por voluntários em formato MP3 (audiolivros, literatura em formato de radionovela, informativos e materiais didáticos em multinarração). Atualmente, o projeto possui uma webrádio, a primeira rádio do Brasil que toca livros, biografias de artistas e escritores brasileiros, disponibilizando material de domínio público e textos autorais (doação voluntária de escritores) para todas as pessoas que se interessam por material em áudio.