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No dia 21 de outubro, às 20h, o Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), recebe o XIII Concerto Jovens Solistas. Os ingressos já estão esgotados para a apresentação da Orquestra do Campus Florianópolis do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC).

A formação da Orquestra Experimental, criada há 24 anos como extensão das aulas de música do Campus Florianópolis, alia todos os instrumentos de uma orquestra sinfônica. Nesta noite a OEXP irá realizar sua 13ª edição do concerto Jovens Solistas, onde os alunos têm a oportunidade de executar um trabalho solo com uma orquestra sinfônica, de modo gratuito.

Nessa noite, serão apresentados solos de diferentes períodos da música e com diferentes instrumentos, como por exemplo: Flauta Transversal, Violoncelo, Oboé, Marimba, Viola e Máquina de Escrever.

Os solistas do espetáculo serão: Sarah Botelho Maise, Marcos Azibeiro Pomar de Espindola, Gabriel Mattos de Oliveira, Marta Cristina Thomas Heckler, Fernanda Granato de Souza, Heitor Ribeiro da Cruz e Jennifer Sophia Ribeiro da Cruz.

A orquestra também oportuniza que diversos alunos tenham a experiência de reger uma orquestra sinfônica, então nesta noite teremos a direção geral do Maestro Irineu Lopes Melo, do Spalla Ramiro Antonio da Costa, do Professor Fernando Bresolin e dos alunos Leon Thiago Taveri, Veronyca Rivero Correa de Souza e Matheus Lima Alcântara.

Para está edição, na peça - Pedro e o Lobo de Sergey Prokofiev - contaremos com a ilustre narração de Ivan Titerenovich (Alex de Souza).

Ingressos disponíveis no site Sympla

 

O cantor e compositor Rubel  traz a Florianópolis sua nova turnê “BELEZA. Rubel e Violão”, em que está de volta à estrada com o seu quarto e mais recente disco. A apresentação será no dia 19 de outubro, às 20h, no Teatro Ademir Rosa, do Centro Integrado de Cultura (CIC).

Com um formato intimista de voz e violão, o cantor e compositor carioca mergulha de volta à estética que marcou seu início de carreira — e também o coração de tantos fãs. O violão, sempre presente como extensão da sua voz, ganha ainda mais protagonismo nessa nova fase, reforçando a simplicidade e a potência de canções que falam direto à alma.

Dessa vez, Rubel escolheu um caminho mais próximo e afetuoso: teatros pequenos em todas as capitais do Brasil. A ideia é criar uma atmosfera de conversa, de olho no olho, onde cada acorde e palavra possam ser sentidos com mais clareza.

O repertório da turnê reúne faixas de toda a discografia do cantor, costurando sucessos de sua carreira com o seu recente álbum “Beleza. Mas agora a gente faz o que com isso?” – um convite para o público viajar no tempo junto a Rubel, relembrando histórias traçadas através de versos que se conectam com as novas histórias e belezas agora contadas por ele.

Classificação etária: Livre.

Ingressos à venda no site Pensa no Evento

A 24ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis será encerrada em grande estilo com a apresentação de Adriana Partimpim, a versão criada por Adriana Calcanhotto  especialmente para o público infantil. O show acontece no dia 18 de outubro, às 17h, no Teatro Ademir Rosa (CIC), e integra a turnê “O quarto no palco”, que percorre mais de dez cidades brasileiras neste ano. Em Florianópolis, terá sua única apresentação gratuita, com retirada de convites nos dias 11 e 12 de outubro, a partir das 15h, com a equipe da Mostra no próprio Centro Integrado de Cultura.

Conhecida como uma das mais importantes vozes da música brasileira, Adriana Calcanhotto criou a personagem Partimpim em 2004, lançando um projeto voltado ao público infantil, que rapidamente conquistou crianças e adultos com canções lúdicas, inteligentes e cheias de imaginação. Desde então, a cantora se tornou referência na música para crianças, explorando no palco um universo que mistura poesia, brincadeira e criatividade.

A apresentação na Capital catarinense marca não apenas a presença da artista, mas também celebra a trajetória da Mostra de Cinema Infantil, que há mais de duas décadas transforma a cidade em um espaço de encontro entre crianças, educadores, realizadores e famílias em torno da sétima arte. A Mostra é reconhecida nacionalmente por oferecer uma programação diversa, com produções brasileiras e internacionais, oficinas, debates e ações educativas, sempre voltadas à formação cultural das novas gerações.

Em 2025, a Mostra levará cinema de qualidade para mais de 40 mil estudantes da Grande Florianópolis através do projeto “Mostra nas Escolas”. A iniciativa reforça o compromisso do evento em democratizar o acesso ao audiovisual e estimular a construção de olhares críticos desde a infância.

Segundo a diretora da Mostra, Luiza Lins, “o show de Adriana Partimpim no encerramento simboliza esse espírito: arte, imaginação e educação caminhando juntos para encantar crianças e adultos em um mesmo palco”.

A programação completa está disponível no site www.mostradecinemainfantil.com.br

O aclamado Balé Folclórico da Bahia (BFB), que já se apresentou em mais de 30 países e 300 cidades do mundo, realiza turnê nacional com o espetáculo “O Balé Que Você Não Vê”, e chega a Florianópolis em outubro, comemorando os 37 anos da companhia. O espetáculo será no dia 17 de outubro, às 20h30, no palco do Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC).

Criada em 2022, a montagem “O Balé Que Você Não Vê” cravou o retorno do Balé Folclórico da Bahia aos palcos após o período da pandemia. O espetáculo é inspirado na luta diária de uma companhia profissional para se manter ativa, tanto financeiramente quanto tecnicamente. Walson (Vavá) Botelho, diretor-geral e fundador da companhia, afirma que “O espetáculo O Balé Que Você Não Vê reflete a nossa resistência. Ele foi montado e teve sua estreia mundial depois de mais de dois anos sem a companhia se apresentar. Foi um enorme desafio, mas também uma grande celebração”.

No palco, o grupo de dança afro-baiana apresentará três coreografias concebidas especialmente para esta produção: Bolero, de Carlos Durval; Okan, de Nildinha Fonseca; e 2-3-8, de Slim Mello, além de exibir o repertório clássico do grupo, com Afixirê, uma coreografia de Rosângela Silvestre reconhecida internacionalmente. 

O Balé coleciona importantes prêmios e reconhecimentos. Recentemente, em 20 de maio, foi homenageado com a Ordem do Mérito Cultural, concedida pela Presidência da República e Ministério da Cultura. Em 2013, a prefeitura de Atlanta (EUA) declarou o dia 1º de novembro como o Dia do Balé Folclórico da Bahia, e no mesmo ano, o grupo teve uma rua nomeada em sua homenagem na cidade de Aného, no Togo. 

Em 1994, a Associação Mundial de Críticos reconheceu o BFB como a melhor companhia de dança folclórica do mundo. Desde 1993, sob a direção artística de José Carlos Arandiba (Zebrinha), o corpo de baile atingiu um notável nível de aprimoramento técnico-interpretativo.

A Bahia, com sua efervescência de manifestações populares, é a principal fonte de inspiração para as pesquisas do grupo, que legitima o folclore baiano em suas coreografias. O diretor artístico afirma que "O nosso grande objetivo é a educação. Meu princípio é que cada pessoa faz seu caminho. No Balé, há pessoas de todas as faixas etárias e de todas as classes sociais. A partir do momento que alguém entra por nossa porta, deixa fora um monte de estigmas."

Ingressos à venda no site Disk Ingressos

A Orquestra Brasileira volta ao palco do Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), no dia 15 de outubro, às 20h30, com o espetáculo "Essa Orquestra é Brasileira", um concerto vibrante que percorre o coração musical do Brasil — dos clássicos eruditos às canções que embalam o imaginário popular. Em um repertório plural, que une sofisticação orquestral à alma da música brasileira, o espetáculo reafirma o compromisso da Orquestra com a valorização da identidade nacional em toda a sua diversidade.

Sob direção artística e musical de Luiz Gustavo Zago, o grupo apresenta arranjos inéditos para uma formação que mistura a disciplina da música de concerto com a liberdade criativa da música popular. Violões de 6 e 7 cordas, cavaquinho, bandolim, flautas, acordeon, saxofone, piano, contrabaixo, bateria e percussões populares se organizam como uma verdadeira orquestra brasileira — com ensaios setorizados, naipes coordenados por spallas e repertório cuidadosamente construído.

“Essa Orquestra é Brasileira” propõe um mergulho na riqueza da nossa música, visitando diferentes épocas, ritmos e regiões. Canções como “Canto das Três Raças”, “Vou Festejar” e “Zé do Caroço” celebram a força do samba e da resistência cultural. O forró e o xote ganham vida em “Xote das Meninas”, “Ai que Saudade D’ocê” e “Festa do Interior”, enquanto clássicos da canção brasileira como “Canção da América” e “O que é o que é” ressoam em arranjos emocionantes e surpreendentes.

O espetáculo também presta homenagem à música de concerto brasileira com obras emblemáticas de Villa-Lobos, como “Modinha”, “Bachianas nº 5” e o poético “Trenzinho do Caipira”, além de composições instrumentais como “Milonga para as Missões” e “Maracatu”, que evidenciam o poder da música como narrativa cultural.

Convidados/as especiais:

  • Kako
  • Claudia Bossle
  • Bárbara Damásio
  • Masami Ganev
  • Camélia Martins
  • Juliana dos Passos
  • Didi Maçaneiro

Kako

Cantor de Florianópolis, ganhou destaque nacional após sua participação no The Voice Brasil, ao ser aprovado na audição às cegas e integrando o time de Lulu Santos. Atua com frequência em teatros, casas de shows e bares da cidade, trazendo música rica em identidade regional e talento vocal.

Claudia Bossle

Reconhecida cantora de jazz e bossa nova, Claudia traz em seus arranjos a sofisticação dos standards e o swing refinado da música brasileira. Radicada em São Paulo, ela também é conhecida por sua trajetória emocional envolvendo o músico Champignon, com quem compôs diversas canções — projetos que expressam resiliência, amor e memória.

Bárbara Damásio

Cantora, produtora e ativista cultural de Santa Catarina, Bárbara lidera há aproximadamente 15 anos o projeto Samba de Bárbara, em Itajaí, contribuindo para manter viva a tradição do samba no sul do país. Seu trabalho também inclui o premiado DVD “Você é mesmo essa flor”, com participação de Elza Soares. 

Camélia Martins

Com cerca de 22 anos de carreira, Camélia é uma voz expressiva do samba em Florianópolis, transitando com naturalidade por influências de forró e clássicos da MPB. Ela já dividiu o palco com artistas como Lenine, João Donato e Camerata Florianópolis, e tem raízes artísticas que remontam a Clara Nunes e Cartola. 

Juliana D Passos

Paulista radicada em Florianópolis, Juliana é uma artista multifacetada com mais de 25 anos de carreira. À frente do projeto Macumbaria, ela celebra a cultura afro-brasileira por meio de sambas enriquecidos com elementos de soul, maracatu, axé e reggae. Seu canal no YouTube acumula mais de 50 milhões de visualizações. 

Masami Ganev

Soprano originalmente do Japão, Masami chegou ao Brasil em 1997 e se integrou à cena da música erudita em Florianópolis. Participou de montagens de óperas, como “Carmen”, e tornou-se uma das principais vozes líricas da região, realizando tanto trabalhos como coralista quanto como solista. 

Didi Maçaneiro

Didi Maçaneiro, iniciou sua carreira musical aos 13 anos e desde 1999 se dedica a pesquisa do universo percussivo e da cultura popular. Soma dezenas de interpretações e participações em álbuns, como ritmista e interprete. Através da música, viajou grande parte do território nacional e mais de 15 países. Carrega na bagagem uma relação intrínseca com a arte, 30 anos de música e cultura popular. 

Poeta, boêmio e produtor de whisky, esbanja alegria nos palcos e faz da música sua profissão de fé!

ORQUESTRA BRASILEIRA:

Piano e regência: Luiz Gustavo Zago

Arranjos: Luiz Gustavo Zago

Flauta: Ana Luísa Remor

Flauta e sax: Elio Vistel

Bandolim: Lucas Moretto Martinez

Cavaco: Duh Romão

Violões: Eduardo Pimentel, Igor Ishikawa

Violão 7 cordas: Filipe Müller

Acordeon: Marcelo Besen

Contrabaixo: Tie Pereira

Bateria: Richard Montano

Percussão: Alexandre Damaria

Luiz Zago -  Zago é pianista, compositor e diretor musical, tendo intensa participação nos grandes espetáculos musicais sul-brasileiros, expandindo as fronteiras da música entre o clássico, a brasilidade e o jazz.  É maestro fundador e diretor musical da Orquestra Brasileira, grupo orquestral nascido em 2022 e composto de violões, cavaco, bandolim, flautas, acordeom, simbolizando a essência da formação da música brasileira, e que se dedica a interpretar de Heitor Villa Lobos e Carlos Gomes a Tom Jobim e Hermeto Pascoal, percorrendo toda a grandiosidade da musica brasileira. Como solista, possui 4 álbuns lançados, diversos singles e trilhas sonoras para audiovisual, além de colaborar com artistas tão diversos como Ivan Lins, Lenine, Baco Exu do Blues, Toquinho, Zeca Baleiro, Alice Caymmi, Jade Baraldo e Paulinho Moska, além de orquestras fundamentais no cenário brasileiro como ntOrquestra Sinfônica Brasileira, Camerata Florianópolis, Petrobras Sinfônica e Nova Orquestra (com a qual participou do Rock in Rio 2019), criando assim a união perfeita entre a delicadeza e dramaticidade clássicas aliada à explosão rítmica presente no universo da música popular, moldando um universo único dentro dos trabalhos que realiza. 

Tomou posse em 2019 da cadeira 38 da Academia Catarinense de Letras e Artes, pela relevante atuação expandindo a música e cultura no cenário nacional. 

Orquestra Brasileira

Fundada em 2022, a Orquestra Brasileira surgiu com uma proposta inovadora: fundir a riqueza da música popular com a linguagem e a estrutura da música de concerto.  A formação instrumental da Orquestra é, por si só, uma declaração de identidade — ao lado de instrumentos sinfônicos, estão o cavaquinho, o bandolim, o acordeon e os violões, traduzindo o DNA musical brasileiro. Com arranjos originais e partituras escritas especialmente para este formato, a Orquestra alcança um nível de excelência técnica raro em grupos dedicados à música popular. Cada naipe funciona como em uma orquestra clássica, com organização, precisão e sensibilidade artística. Mais do que executar músicas, a Orquestra propõe uma experiência que conecta plateias de todas as idades com a história viva da música brasileira — de Carlos Gomes a Hermeto Pascoal, de Villa-Lobos a Chiquinha Gonzaga, de Tom Jobim a Egberto Gismonti.

Ingressos à venda no site Blueticket