Um dos espetáculos mais icônicos e inventivos do teatro gaúcho, e de repercussão nacional, está de volta aos palcos de Florianópolis. "A Sbørnia Kontr’Atracka", sequência do clássico "Tangos e Tragédias", de Hique Gomez e Nico Nicolaiewsky, terá apresentação única no dia 9 de agosto, às 20h30, no Teatro Ademir Rosa, localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC).
“Nesta nova incursão pelo absurdo e pela sátira sbørniana, sou acompanhado pela talentosa Simone Rasslan e por uma vibrante troupe de atores e músicos, que dão vida ao inusitado cotidiano deste país fictício — onde música, crítica social e humor nonsense se misturam em perfeita harmonia”, afirma Hique Gomez. Com humor refinado, músicas cativantes e uma narrativa única, "A Sbørnia Kontr’Atracka" encanta tanto os fãs de longa data quanto novos espectadores.
No show, Kraunus (Hique Gomez) e Nabiha (Simone Rasslan) apresentam as canções e causos sbørnianos junto a seus convidados especiais MenThales (Tales Melati), o tocador de gaita-foles e hipnotizador das montanhas da Kashkadúnia e a Pierrot Lunaire (Gabriella Castro) a grande sapateadora do Ballet Hiperbølico da Sbørnia e o professor Ubaldo Kanflutz (Claudio Levitan), Reitor da Universidades de Ciências Fictícias, que traz os novos mapas de Sbornia e dá uma aula de geopolítica enquanto canta a Saga dos Berdas e dos Mostas. Na apresentação do dia 9, o Coral Movidanças, de Florianóplois, fará uma participação especial.
Com sonoplastia em som surround (Edu Coelho) e iluminação assinada por Heloiza Averbuck, o espetáculo proporciona uma experiência sensorial imersiva e instigante. O público também é presenteado com projeções gráficas criadas por Rique Barbo, que ilustram em tempo real as histórias e canções da fictícia — e profundamente real — Sbørnia.
O espetáculo é uma continuação das aventuras dos excêntricos Kraunus Sang e Pletskaya, personagens que exploram temas universais com inteligência e leveza. A Sbørnia é uma ilha peculiar que se desprendeu do continente após sucessivas explosões nucleares, vagando errante pelos mares do mundo. Seu maior patrimônio cultural é a Recykla Gran Rechebuchyn, uma grande lixeira de onde se reciclam os dejetos artísticos esquecidos por outras nações. Governada pelo Anarquismo Hiperbølico, todos os seus governos são provisórios. Seu povo segue o Votørantismo, uma religião que reflete sua essência sonhadora e concreta.
Os personagens Kraunus Sang e Pletskaya chegaram ao Brasil em 1984, fugindo de ataques de tribos hostis como os Menudos, tornando-se os grandes embaixadores da cultura sbørniana. A saga ganhou continuidade em 2016, quando Kraunus uniu forças com a pianista sbørniana Nabiha, vivida pela talentosa maestrina, pianista e atriz Simone Rasslan, criando "A Sbørnia Kontr’Atracka".
FICHA TÉCNICA
Criação e direção geral: Hique Gomez
Arranjos e atuação: Hique gomez e Simone Rasslan
Elenco de apoio: Tales Melati e Gabriella Castro
Projeções visuais: Rique Barbo
Desenho de iluminação: Heloiza Averbuck
Operação de Iluminação: Marga Ferreira
Engenharia de som: Edu Coelho
Assistente de produção: Kauê Mallmann
Assistente técnico: Rafael Pacheco
Redes Sociais: Pamela Batú
Administração Projetos de Lei – Daniela Ramirez
Produção local – C5 Produções – Luís Henrique Costa
Apoio: MidiaLand
Direção de Produção: Marilourdes Franarin
Patrocínio: PETROBRAS
Realização: Ministério da Cultura – Governo Federal
Ingressos à venda no site Blueticket
Classificação indicativa: Livre
A Camerata Florianópolis estará no palco do Teatro Ademir Rosa (CIC) no dia 8 de agosto para apresentar um concerto clássico, com obras de Beethoven, Mozart e Rossini. Sob regência do maestro Jeferson Della Rocca, a orquestra se apresentará às 20h30, ao lado de Marcelo Thys, premiado pianista manezinho, radicado no Canadá há cerca de 15 anos. Os ingressos estão à venda no site da Blueticket.
Thys, que será solista neste concerto, é detentor de mais de 40 prêmios em concursos de piano e música de câmara e foi saudado pelo compositor e integrante da Academia Brasileira de Música, Ronaldo Miranda, como “um dos mais talentosos pianistas jovens de que o Brasil dispõe”. Entre seus prêmios, conquistou o segundo lugar no 6º Concurso Internacional de Sakai, realizado em Osaka (Japão). Segundo as palavras do júri, chamou a atenção pela “musicalidade inata e pianismo arrojado”.
O programa que será apresentado no dia 8 de agosto, reúne a Sinfonia Nº 7 em lá maior, Op. 92 de Ludwig van Beethoven, o Concerto Nº 21 para piano e orquestra, K 467, de Wolfgang Amadeus Mozart e a abertura da ópera “O Barbeiro de Sevilha”, de Gioachino Rossini.
Com produção executiva de Maria Elita Pereira, o concerto é viabilizado via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Engie.
SOBRE O SOLISTA MARCELO THYS
Natural de Florianópolis, iniciou seus estudos com Álvaro Guimarães e foi discípulo de Luiz Senise, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É Mestre pela UNIRIO e Doutor em “Piano Performance”, pela Mcgill University, em Montreal, Canadá, sob tutela de Kyoko Hashimoto. Desenvolve intenso trabalho como docente, atuando tanto na área do aperfeiçoamento quanto da pedagogia infantil, lecionando em universidades como UFRJ, Universidade Federal Fluminense (UFF) e McGill University e McGill Conservatory, onde foi chefe da Área do Método Suzuki.
Foi convidado a ministrar cursos e masterclasses e ser júri de concursos em diversos países, como Brasil, Portugal, Canadá, Japão e China. Lançou seu CD, produzido pela Littlestar Copyright do Japão, a convite da qual realizou turnê, apresentando-se nas mais prestigiosas salas de concerto daquele país. Foi solista de diversas orquestras, a citar a Osaka Chamber Orchestra, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, ORSEM, OSPM/UFJF, OSCBM e Camerata Florianópolis.
SOBRE AS OBRAS:
BEETHOVEN – SINFONIA Nº 7 EM LÁ MAIOR, OP. 92
Considerada uma das obras mais vibrantes de Ludwig van Beethoven, a Sinfonia nº 7 é marcada por uma energia rítmica inconfundível e por seu contexto histórico. Composta durante um período de intensas transformações políticas na Europa, sua estreia ocorreu em 1813, em Viena, juntamente com outra peça do compositor: a Sinfonia de Batalha, também conhecida como “Vitória de Wellington”. O concerto foi um grande sucesso, especialmente o segundo movimento da Sétima, o Allegretto, que teve de ser repetido a pedido do público.
Na época, Viena se recuperava das invasões de Napoleão, que ocupara a cidade em 1805 e 1809. A recente vitória contra o imperador francês contribuiu para que a música de Beethoven fosse recebida como uma celebração coletiva.
O compositor Louis Spohr, presente no concerto, deixou uma descrição vívida do evento, especialmente do estilo de regência de Beethoven: “Beethoven tinha se acostumado a indicar a expressão à orquestra usando toda sorte de gestos. Sempre que um sforzando (aumento súbito da intensidade) ocorria, ele abria os braços, antes cruzados ao peito, com grande veemência. Nos trechos do piano, ele ia se agachando cada vez mais, para indicar mais baixo, mais baixo. Num crescendo, ele se erguia de novo e quando vinha um forte, ele pulava no ar. Às vezes também, ele gritava inconscientemente para acentuar o forte. Era óbvio que o pobre homem não conseguia mais ouvir as passagens piano de sua música. Mas a despeito da regência incerta, e por vezes cômica, de Beethoven, a execução da Sinfonia foi magistral”.
A Sétima Sinfonia é amplamente reconhecida por seu caráter dançante, pela pulsação rítmica constante e pelo sentimento de celebração que permeia todos os seus movimentos.
MOZART – CONCERTO Nº 21 PARA PIANO E ORQUESTRA, K. 467
Entre os inúmeros concertos para piano compostos por Wolfgang Amadeus Mozart, este, talvez, seja o mais conhecido do grande público. Essa popularidade se deve, possivelmente, ao uso do movimento lento da obra na trilha sonora do filme sueco Elvira Madigan, de 1967, dirigido por Bo Widerberg. Desde então, o tema ganhou uma série de arranjos e adaptações, incluindo uma versão do maestro argentino Waldo de los Rios.
O concerto foi composto em 1785, durante um período de intensa atividade criativa de Mozart. Na Quaresma daquele ano, ele apresentou mais de dez recitais em seis semanas. No dia 10 de março, realizou um concerto em benefício próprio no Teatro Real e Imperial de Viena, conforme anunciado: “Na quinta-feira, 10 de março de 1785, o Kapellmeister Mozart terá a honra de apresentar, no Teatro Real e Imperial, um grande concerto em seu próprio benefício, incluindo um novo e recém-terminado Concerto para Fortepiano a ser interpretado por ele próprio.”
Mesmo finalizado às pressas — com a orquestra provavelmente tocando a partitura pela primeira vez —, o concerto foi um sucesso imediato, demonstrando mais uma vez o talento singular de Mozart tanto como compositor quanto como intérprete.
ROSSINI – O BARBEIRO DE SEVILHA
Uma das óperas mais célebres e divertidas do repertório lírico, O Barbeiro de Sevilha (Il barbiere di Siviglia) é uma ópera-bufa em dois atos do compositor italiano Gioachino Rossini. O libreto é assinado por Cesare Sterbini e foi inspirado na comédia homônima do dramaturgo francês Pierre Beaumarchais. Curiosamente, a abertura da ópera foi reaproveitada de outra obra anterior de Rossini, Aureliano in Palmira, e também já havia sido utilizada em Elisabetta, regina d'Inghilterra.
A estreia aconteceu em 20 de fevereiro de 1816, no Teatro Argentina, em Roma, sob o título Alma Viva, ou a inútil precaução. A apresentação inicial foi um fracasso: o público vaiou e uma série de contratempos ocorreram no palco, incluindo manifestações incitadas por apoiadores de compositores rivais. No entanto, já na segunda apresentação, a obra conquistou o público e iniciou sua trajetória de sucesso, tornando-se uma das óperas mais populares de todos os tempos.
A história da peça baseia-se na primeira parte da trilogia de Figaro, de Beaumarchais — a mesma trilogia que inspirou As Bodas de Fígaro, de Mozart, baseada na segunda parte. A peça original foi apresentada pela primeira vez em 1775, na Comédie-Française, no Palácio das Tulherias, em Paris.
Rossini era conhecido por sua velocidade na composição: a música de O Barbeiro de Sevilha foi escrita em menos de três semanas. A leveza, o humor, as melodias cativantes e os personagens carismáticos fizeram da ópera uma favorita do público e uma referência na história da música.
SERVIÇO
O QUÊ? Camerata Florianópolis apresenta concerto clássico ao lado do pianista Marcelo Thys
QUANDO? 8 de agosto de 2025, às 20h30
ONDE? Teatro Ademir Rosa (CIC) - Florianópolis
INGRESSOS? No site da Blueticket - Camerata Florianópolis - CONCERTO ERUDITO - BEETHOVEN, MOZART & ROSSINI - Teatro Ademir Rosa - CIC - Ingressos - Blueticket ou na sede da Camerata Florianópolis - Rua Joe Collaço, 708, bairro Santa Mônica.
A Liga das Escolas de Samba de Florianópolis (LIESF) promove nesta terça-feira (5), o sorteio da ordem do desfile oficial das escola de samba de Florianópolis Carnaval 2026, com evento no palco do Teatro Ademir Rosa, do Centro Integrado de Cultura (CIC), às 19h.
Durante a noite, será definida a ordem oficial dos desfiles das escolas de samba para o Carnaval 2026, que acontece nos dias 13 e 14 de fevereiro de 2026. A dinâmica do sorteio foi estabelecida em reunião do Colegiado das escolas no dia 15 de julho de 2025 e segue os seguintes critérios:
• A campeã do Carnaval 2025, GRES Consulado, terá o direito de escolher o dia e o horário do seu desfile.
• A décima colocada, GRES Unidos da Coloninha, abrirá os desfiles na sexta-feira de carnaval, 13 de fevereiro de 2026.
• As demais escolas participarão de um sorteio em duas etapas: primeiro para definir o dia (sexta ou sábado), depois a posição de desfile, conforme a classificação do último carnaval.
O evento é aberto ao público e contará com estrutura de acessibilidade, áudio descrição, intérprete de libras e lugares específicos para PCDs (pessoas com deficiência) garantindo que todos possam acompanhar esse momento tão simbólico para o nosso carnaval.
Ingressos disponíveis no site Sympa
Neste domingo, a Estação Cenarium Inverno, que envolve profissionais, amadores, projetos sociais, cias e grupos de dança, sobe ao palco do Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura. O evento acontece em duas sessões, uma com o Núcleo de Ballet e a outra com Núcleo Misto de modalidades, apresentando os exercícios cênicos de sala aula e trabalhos coreográficos.
São mais de 150 bailarinos envolvidos nessa Mostra Didática, que estimula o desenvolvimento cênico, possibilitando o crescimento de novos artistas locais, fora do circuito de festivais e competições.
A Cenarium Escola de Dança, desenvolve há 20 anos o ensino da dança através da arte-educação, com uma grande equipe de professores e artistas, que buscam ampliar a valorização da dança como profissão, formação, atividade cultural, bem como a qualidade de vida para a comunidade. Agregando neste evento as possibilidades de aprender, e ser vivo em movimento através da arte com diversidade.
Uma das etapas regionais da Grande Florianópolis do Santa Catarina Canta - Festival de Música Brasileira será realizada nesta quinta, dia 31, às 20h, no Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura.
Durante as audições, os candidatos são avaliados por um júri técnico, com base em critérios como técnica vocal, afinação, dicção, rítmica, originalidade, presença de palco e interação com o público. A lista completa está disponível no link: santacatarinacanta.com.br. A apresentação fica por conta da cantora Bia Barros, que também integra o espetáculo “Clássicos da Música Sertaneja”, da Camerata Florianópolis.
As seletivas das regiões do Extremo Oeste, Sul e Norte já escolheram 24, 18 e 18 cantores, respectivamente, que estarão nas semifinais de cada região.
RUMO À GRANDE FINAL
A grande final será realizada na Beira-Mar Norte, em Florianópolis, no dia 9 de novembro, com apresentação da Camerata Florianópolis e de um artista nacional convidado. Os vencedores dos primeiros lugares (categorias Geral e Infantojuvenil), além de receberem R$20 mil, também participarão de um espetáculo da orquestra na Temporada 2025/2026.
O "Santa catarina Canta – Festival da Música Brasileira" é uma realização do Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), com produção geral da Camerata Florianópolis.
Mais informações em www.santacatarinacanta.com.br