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No dia 24 de abril, às 20h30, a Orquestra Brasileira estará de volta ao palco do Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), com o show Especial Tom e Villa Lobos. Ingressos à venda no site Blueticket.

Dois grandes criadores de música do século XX lançaram a música brasileira ao patamar universal, traduzindo a exuberância amazônica, a essência tropical da Mata Atlântica, a multiculturalidade de norte a sul, e a alma saudosa e amorosa do brasileiro, seja o gaúcho, o sertanejo, o candango ou o carioca. Com melodias marcantes e harmonias sofisticadas, os ritmos brasileiros todos passaram pelas mãos e ouvidos cuidadosos de Tom Jobim e Villa Lobos, para trazer além de bossas e sinfonias, choros, baiões, toadas e belíssimas canções que emocionam e fazer a imagem poético musical do Brasil mundo afora.

A Orquestra Brasileira possui a formação perfeita para visitar as obras desses dois grandes mestres, pois se inspirou nos conjuntos regionais de choro que tanto encantaram a Tom e Villa. Assim, nos debruçamos num repertório que traz obras inesquecíveis e outras não tão exploradas, para o público ganhar a dimensão da grandiosidade e beleza da obra completa desses autores fundamentais em nossa cultura, ilustrando assim a sua dimensão clássica e ao mesmo tempo muito popular.

Na voz, a soprano Masami Ganev, que traz sua experiência e bagagem de ópera que passou pelos melhores teatros sul americanos como Sala São Paulo, Teatro Colón e tem a expressividade lírica como seu principal trunfo, além de Claudia Bossle, cantora catarinense que trilhou grande parte de sua carreira em São Paulo, nas melhores casa de bossa e jazz como o Baretto, traduzindo em sua voz a sofisticação do samba-jazz de Jobim e outros mestre da bossa brasileira. Completando o time de vocais, Rê Adegas, com 2 álbuns lançados e alguns singles na carreira,  participou do The Voice Brasil em 2018 e The  Voice Portugal em 2023. Após viver quatro anos em Lisboa, Rê levou sua brasilidade aos palcos portugueses ao participar do The Voice Portugal em 2023, e agora de volta ao Brasil, dedica-se ao seu novo álbum autoral e à turnê do show "Falando de Amor" junto a Luiz Zago.

Por fim, Zago na direção musical, arranjos e regência, tem cravado em sua veia musical a herança desses dois mestres, traduzindo essa influência em uma música sofisticada e ao mesmo tempo acessível que une gerações e tribos distintas em torno de uma música vibrante.

Luiz Zago - Zago é pianista, compositor e diretor musical, tendo intensa participação nos grandes espetáculos musicais sul-brasileiros, expandindo as fronteiras da música entre o clássico, a brasilidade e o jazz. É maestro fundador e diretor musical da Orquestra Brasileira, grupo orquestral nascido em 2022 e composto de violões, cavaco, bandolim, flautas, acordeom, simbolizando a essência da formação da música brasileira, e que se dedica a interpretar de Heitor Villa Lobos e Carlos Gomes a Tom Jobim e Hermeto Pascoal, percorrendo toda a grandiosidade da musica brasileira. Como solista, possui 4 álbuns lançados, diversos singles e trilhas sonoras para audiovisual, além de colaborar com artistas tão diversos como Ivan Lins, Lenine, Baco Exu do Blues, Toquinho, Zeca Baleiro, Alice Caymmi, Jade Baraldo e Paulinho Moska, além de orquestras fundamentais no cenário brasileiro como Orquestra Sinfônica Brasileira, Camerata Florianópolis, Petrobras Sinfônica e Nova Orquestra (com a qual participou do Rock in Rio 2019), criando assim a união perfeita entre a delicadeza e dramaticidade clássicas aliada à explosão rítmica presente no universo da música popular, moldando um universo único dentro dos trabalhos que realiza. Tomou posse em 2019 da cadeira 38 da Academia Catarinense de Letras e Artes, pela relevante atuação expandindo a música e cultura no cenário nacional. 

Orquestra Brasileira - A Orquestra Brasileira une os instrumentos de nossa música à expressão e potência da música clássica. Composta de instrumentos que representam a essência da música popular brasileira, como os violões de 6 e 7 cordas, bandolim, cavaquinho, flauta, clarinete e percussão, somados ao acordeom e piano, contrabaixo e bateria, busca visitar pontos fundamentais da cultura brasileira, suas danças, suas festas, gastronomia e imaginário. Para isso, usa o método de trabalho da orquestra clássica, tendo a música escrita como principal referência para o grupo, buscando a precisão nos ensaios e a organização através de naipes, coordenados por um spalla de cada família de instrumentos.

Na direção artística, arranjos e piano, está Luiz Gustavo Zago, artista que atua tendo como ponto central a conexão do universo erudito ao mundo popular e trabalhando fortemente na revitalização e ressignificação da figura da orquestra nos tempos atuais, buscando conexão com o público jovem e formando uma platéia que consuma os concertos orquestrais seja no teatro ou palco aberto.

ORQUESTRA BRASILEIRA:

Piano e regência: Luiz Gustavo Zago
Arranjos: Luiz Gustavo Zago e Alexandre Lunardelli
Flauta: Ana Luísa Remor
Flauta e sax: Elio Vistel
Bandolim: Lucas Moretto Martinez
Cavaco: Duh Romão
Violões: Eduardo Pimentel, Igor Ishikawa
Violão 7 cordas: Filipe Müller
Acordeon: Marcelo Besen
Contrabaixo: Tie Pereira
Bateria: Richard Montano
Percussão -  Alexandre Damaria

Participações Especiais:

Masami Ganev - Voz
Claudia Bossle - Voz
Rê Adegas - Voz
Mariana Alves - Cello

Classificação indicativa: livre

Uma experiência sinfônica que une o poder do rock à grandiosidade da música clássica. No dia 23 de abril, às 20h30, Florianópolis recebe o Rock Concert com Luciano Reis, um espetáculo que emociona, surpreende e eleva o rock internacional a um novo patamar. 

Com banda, orquestra e o violinista, o Rock Concert apresenta versões épicas de grandes clássicos do rock, unindo energia, técnica e emoção em um show envolvente do início ao fim. Não é apenas um show. É uma experiência musical imersiva, pensada para quem valoriza música ao vivo de alto nível, arranjos impactantes e momentos inesquecíveis.

Ingressos à venda no site Minha Entrada

 

No dia 22 de abril, às 20h, Orquestra Sinfônica de Santa Catarina (OSSCA) apresenta o Especial Sinfônico Rita Lee, em homenagem à eterna Rainha do Rock Brasileiro. O show será no palco do Teatro Ademir Rosa, localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC).

A noite terá a participação especial da cantora ABRUNA, com o repertório que passeia pelos maiores clássicos de Rita Lee, ganhando vida através de arranjos sinfônicos exclusivos e inéditos.

Classificação indicativa: livre

Ingressos à venda no site Pensa no Evento

A Companhia de Dança Deborah Colker retorna ao palco do Teatro Ademir Rosa, no CIC, de 17 a 19 de abril, para curtíssima temporada do seu mais recente trabalho intitulado “Remix”, que reúne cenas icônicas extraídas de “Vulcão” (1994), “Rota” (1997), “4x4” (2002) e “Belle” (2014), incluindo as coreografias com os vasos suspensos e a roda gigante. A Companhia de Dança Deborah Colker é apresentada pelo Ministério da Cultura e tem patrocínio da Vale, por meio da Lei Rouanet. O show ocorrerá na sexta, às 20h30; sábado, às 16h e às 20h; e domingo, às 18h. 

Este lançamento ocorre na esteira das comemorações dastrês décadas de existência da Companhia. Depois do sucesso de “Sagração” (2024), a coreógrafa Deborah Colker e o diretor executivo João Elias entenderam que este também é um momento para extrair do próprio repertório algo com uma perspectiva totalmente inovadora.

O elenco, com 16 bailarinos, dança, na primeira metade, as coreografias “Paixão” do espetáculo “Vulcão” (1994), a cena da cortina de “Belle” (2014) e os vasos de “4x4” (2002), com o solo de piano executado pela pianista Patrícia Glatzl ou, quando a agenda permitir, pela própria Deborah. O  fechamento do programa fica por conta das coreografias “Gravidade” e “Roda” do espetáculo “Rota” (1997).

SOBRE AS CENAS E OS ESPETÁCULOS por ordem de aparição em “Remix”

“Paixão”, do espetáculo “Vulcão” (1994), foi extraída do primeiríssimo trabalho da Companhia de Dança Deborah Colker. A coreografia revela diversas situações, nas quais o corpo e a dança são tomados pelo tórrido sentimento que dá origem a tantas criações artísticas. Do transe ao descontrole, os movimentos elevam a temperatura já no início do primeiro ato de “Remix”. A temperatura se mantém elevada com a cena da cortina de “Belle” (2014), espetáculo livremente inspirado no romance “Belle de Jour” (1928), de Joseph Kessel, e no filme “A Bela da Tarde” (1967), de Luís Buñuel. A recatada personagem Séverine trava um duelo com seu alter ego, a libidinosa Belle, representando um conflito feminino entre a expectativa de atendimento aos bons costumes e a entrega plena ao prazer. Após o intervalo, a atmosfera onde pairam o sublime e a tensão tem sequência com “Vasos”, originada no espetáculo “4x4” (2002). Uma sonata de Mozart tocada ao vivo em piano de cauda no palco, anuncia o começo de uma das coreografias mais icônicas da Companhia. Bailarinos dançam entre vasos, alternando velocidade e delicadeza, até que a suspensão das ânforas criem uma imagem de raríssima beleza, fechando o primeiro ato de ‘’Remix”.

O segundo ato de “Remix” é composto por duas cenas do espetáculo “Rota” (1997). Na reverberação da leveza sugerida pelo fim do primeiro ato, “Gravidade” é resultado da observação da “dança dos astronautas”, que tiveram a oportunidade de experimentar a liberdade de não obedecerem às leis gravitacionais. O encerramento de “Remix” fica por conta da “Roda”. Com tantos significados em diferentes culturas de sociedades humanas, a gigante roda aparece como um brinquedo de parque de diversões, onde o lúdico recria possibilidades de socialização e a existência ganha novos sentidos pelo constante movimento de girar, que faz alternar o que está embaixo e o que está em cima, seguindo o próprio fluxo do planeta, que gira para garantir a continuidade da vida. 

COMPANHIA DEBORAH COLKER

Criada em 1994, a Companhia de Dança Deborah Colker celebrou 30 anos de atividades em 2024 e recebeu da ALERJ a Medalha Tiradentes, tornando-se Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. Com dezesseis espetáculos em seu repertório, a Companhia se mantém como uma das mais premiadas e prestigiadas no Brasil e no mundo, recebendo em 2018 o Prix Benois de la Danse de Moscou, o mais importante prêmio da categoria. Recebeu ainda um Laurence Olivier em 2001, célebre prêmio britânico, concedido pela The Society of London Theatre. Em 2009, Deborah Colker foi convidada pelo Cirque du Soleil para a criação de “OVO”, sendo a primeira mulher a dirigir um espetáculo para a trupe canadense. Em 2016, foi a diretora de movimento da cerimônia de abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro, evento transmitido para mais de 2 bilhões de pessoas em todo o mundo. Em 2024, se tornou a primeira mulher brasileira a dirigir uma ópera no Metropolitan de Nova York (Met), com “Ainadamar". A experiência resultou no convite para criar uma obra inédita: “El Último Sueño de Frida y Diego”, que vai estrear no Met em maio de 2026. Em três décadas, a Companhia já realizou mais de 2 mil apresentações, em cerca de 168 cidades, de 32 países, atingindo um público de mais de 3,5 milhões de pessoas.

FICHA TÉCNICA

Criação e Direção
DEBORAH COLKER

Direção Executiva e Dramaturgia
JOÃO ELIAS

Direção Musical
BERNA CEPPAS

Direção de Arte
GRINGO CARDIA

Figurinos
CLAUDIA KOPKE (figurinista)
YAMÊ REIS (criação original)
SAMUEL CIRNANSCK (criação original)

Desenho de Luz
JORGINHO DE CARVALHO

Duração: 100 minutos (com intervalo)
Classificação Indicativa: 10 anos

Ingressos à venda no site DiskIngressos

 

O comediante Rodrigo Marques, um dos nomes mais carismáticos do stand-up nacional, está de volta aos palcos com seu novo espetáculo solo. O espetáculo chega ao Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), no dia 12 de abril, em dois horários: às 17h30 e às 20h30.

Conhecido pelo humor inteligente e pelas histórias pessoais contadas com irreverência, Rodrigo promete arrancar gargalhadas com piadas inéditas, observações ácidas do cotidiano e seu olhar único sobre situações inusitadas da vida real. No seu novo show, "História de Pescador", Rodrigo Marques volta a questionar as certezas da natureza humana desafiando o espectador a não morrer de rir mesmo quando toca em assuntos que são considerados tabu. 

Classificação indicativa: 16 anos

Ingressos à venda no site Minha Entrada:

:: Sessão das 17h30

:: Sessão das 20h30