Nos dias 28 e 29 de novembro, às 21h e às 20h, respectivamente, o Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), recebe o espetáculo "Agora é que são elas!", com as atrizes Júlia Rabello, Maria Clara Gueiros e Priscila Castello Branco. Ingressos à venda no site Blueticket.
Em "Agora É Que São Elas!”, as atrizes se transformam em 20 personagens. Elas encenam homens e mulheres como protagonistas de nove esquetes escritos por Fábio Porchat. Para montar Agora É que São Elas!, Porchat misturou textos recém-criados e outros que, apesar de escritos em 2004 e 2005, revelam conexão com a década de 2020.
Entre as nove histórias, Superstição destaca o reencontro de duas amigas, interpretadas no palco por Maria Clara e Júlia, que não se viam há anos. Uma delas acredita cegamente em todas as superstições, enquanto a outra é puro ceticismo. Já Priscila e Maria Clara contracenam em “Selfie”, sobre um fã que aborda uma famosa atriz em um restaurante e, enquanto tenta tirar uma fotografia, começa a listar defeitos na artista que supostamente admira.
O esquete mais recente, intitulado Meu bebê, apresenta um casal, interpretado por Júlia e Priscila, comparando seu filho de 8 meses com os filhos de outras amigas. Morrendo de medo que o próprio filho não seja o mais inteligente de todos.
Diferentes gerações da comédia se encontram no palco São três ótimas atrizes de gerações distintas que despontaram para o público em veículos diferentes. A carioca Maria Clara Gueiros é bailarina, estreou no teatro com o espetáculo Na Cola do Sapateado (1987), e ganhou popularidade na televisão com o humorístico Zorra Total, entre 2004 e 2007.
Também do Rio, Júlia Rabello estourou na internet como destaque do time do Porta dos Fundos e participou das novelas A Regra do Jogo (2015) e Rock Story (2016).
A paulistana Priscila Castello Branco por sua vez, fez drama no teatro em Cenas de uma Execução (2016) e participou nas novelas Deus Salve o Rei (2018) e Salve-se Quem Puder (2020). O seu território, porém, é o stand-up e faz sucesso há dois anos com o solo Tô Quase Lá.
Ficha técnica:
Texto e direção: Fábio Porchat.
Elenco: Júlia Rabello, Maria Clara Gueiros e Priscila Castello Branco.
Cenografia: Mina Quental & Atelier na Glória.
Equipe Atelier na Glória: Bernard Heimburger, Alexsander Pereira e Mariana Castro.
Cenotécnico: A. Salles.
Cenografia: André Salles e Márcio Domingues.
Figurino: Gilda Midani.
Assistente de Figurino: Vanessa Vicente.
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros.
Assistente: Valdeci Correia.
Montagem: Equipe Art Light.
Trilha Sonora: Lúcio Mauro Filho.
Assistente de Direção: Hernane Cardoso.
Visagismo: Diego Nardes.
Fotos de Estúdio: Pino Gomes.
Assistentes de Fotografia Artística: Johnne de Oliveira e Iago Castro.
Fotos de Cena: Yan Carpenter.
Identidade Visual: Vicka Suarez.
Designer Gráfico: Kelson Spalato.
Marketing Internet: Renato Passos.
Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes.
Videomaker: Hernane Cardoso.
Produção: Bem Legal Produções.
Direção de Produção: Carlos Grun.
Idealização: Fábio Porchat.
Em 2025, a Skiante Escola de Dança celebra 11 anos de amor e dedicação à arte da dança. Para marcar esta data especial, o espetáculo Gala Skiante reúne artistas de diferentes estilos e níveis em uma grande celebração da dança no dia 27 de novembro, às 20h, no Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC).
No palco, veremos a diversidade e a riqueza de modalidades como Jazz Dance, Dança Contemporânea, Ballet Clássico, Danças Urbanas, Samba no Pé, entre outras. O espetáculo contará com cerca de 250 artistas, entre professores, coreógrafos e bailarinos, que compartilharão com o público, de forma prática e emocionante, as aprendizagens adquiridas ao longo do ano.
A Orquestra Filarmônica da Catarinense (OFiC) apresenta o concerto “La Folia: Grand Tour Musical - Entre Tradições e Revoluções”, no dia 26 de novembro, às 20h, no Teatro Ademir Rosa (CIC), em Florianópolis. O espetáculo contará com o pianista Pablo Rossi e a participação especial do Coral Infantojuvenil do Projeto “Música para Mudança”.
O programa propõe uma jornada musical que atravessa séculos e estilos, do barroco à modernidade, explorando os limites entre a razão e o delírio, a ordem e o caos. Inspirado no tema ancestral da “Folia”, que remete à dança e ao êxtase coletivo, o concerto questiona: afinal, o que é loucura? E onde ela habita, no indivíduo ou na sociedade?
Para o pianista Pablo Rossi, o concerto é uma celebração da diversidade musical e da força transformadora da arte. “‘La Folia’ é um estado de espírito. Neste programa, a música revela tanto o delírio criativo quanto a beleza que nasce do caos. É um convite para redescobrir o prazer de se deixar levar pela música”, afirma.
A apresentação ganha ainda mais relevância após a estreia histórica de Pablo Rossi na Filarmônica de Berlim, onde o pianista se apresentou como solista no icônico Grosser Saal, diante de 2.300 pessoas. Acompanhado pela Sinfonie Orchester Berlin, sob regência do maestro Christian Köhler, Pablo interpretou o Concerto nº 1 de Franz Liszt e encerrou a noite com dois bis de obras de Heitor Villa-Lobos, levando à plateia um emocionante toque de brasilidade. Desde 1995, nenhum pianista brasileiro havia se apresentado como solista na grande sala da Filarmônica de Berlim, tornando o feito um marco inédito para o piano brasileiro.
O repertório do concerto em Florianópolis inclui obras como “La Folia”, de Corelli/Geminiani; “Congada” e “Festa na Bahia”, de Francisco Mignone; “Oração ao Toreador”, de Joaquín Turina; o Concerto em Ré Maior para Cordas “Basle”, de Igor Stravinsky; o icônico “Bolero”, de Maurice Ravel; “Valsa do Imperador”, de Strauss/Schoenberg; e a vibrante “Rhapsody in Blue”, de George Gershwin.
O Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), será palco do concerto de 32 anos da Orquestra Sinfônica de Santa Catarina (OSSCA). Ingressos gratuitos distribuídos no site Pensa no Evento, com liberação dos lotes nas seguintes datas: LOTE 1 - 11/11, LOTE 2 - 17/11 e LOTE 3 - 24/11.
Concerto tradicional da Orquestra Sinfônica de Santa Catarina. Serão 40 músicos sob a regência do Maestro José Nilo Valle celebrando os 32 anos da OSSCA e também o bicentenário (200 anos) de nascimento de Johann Strauss Jr, o compositor mais famosos da família Strauss.
Os bilhetes emitidos antecipadamente nesta plataforma exige que a plateia acesse o teatro com eles até as 19h30.
Após este horário os ingressos perdem validade e serão redistribuidos ao público geral através de fila de espera presencial.
Obrigatório levar 1kg de alimento não perecível.
Nos dias 22 de novembro, às 17h e às 20h, e 23 de novembro, às 17h, o Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), volta a receber o espetáculo "A Última Sessão de Freud", com Odilon Wagner e Marcello Airoldi no elenco. Ingressos à venda no site Blueticket.
"A Última Sessão de Freud", dirigida por Elias Andreato para o texto do premiado autor americano Mark St. Germain, já cumpriu mais de 350 apresentações, foi vista por mais de 150 mil pessoas. A trama apresenta um encontro fictício entre Sigmund Freud (Odilon Wagner - o pai da psicanálise, e o escritor, poeta e crítico literário C.S.Lewis (Marcello Airoldi), dois intelectuais que influenciaram o pensamento científico filosófico da sociedade do século XX. Durante esse diálogo, Sigmund Freud, crítico implacável da crença religiosa, e C.S. Lewis, renomado professor de Oxford, crítico literário, ex-ateu e influente defensor da fé baseada na razão, debatem, de forma apaixonada, o dilema entre ateísmo e crença em Deus.
O texto de Mark St. Germain é baseado no livro "Deus em Questão", escrito pelo Dr. Armand M.Nicholi Jr. - professor clínico de psiquiatria da Harvard Medical School. Freud quer entender por que um ex-ateu, um brilhante intelectual como C.S. Lewis, pode, segundo suas palavras, “abandonar a verdade por uma mentira insidiosa” - tornando-se um cristão convicto.
No gabinete de Freud, na Inglaterra, eles conversam sobre a existência de Deus, mas o embate verbal se expande por assuntos como o sentido da vida, natureza humana, sexo, morte e as relações humanas, resultando em um espetáculo que se conecta profundamente com o espectador através de ferramentas como o humor, a sagacidade e o resgate da escuta como ponto de partida para uma boa conversa. O sarcasmo e ironia rondam toda essa discussão. As ideias contundentes ali propostas nos confundem, por mais ateus ou crentes que sejamos.
O cenário assinado por Fábio Namatame (indicado ao Prêmio Shell melhor cenário) reproduz o consultório onde Freud desenvolvia sua psicanálise e seus estudos. Ele estava exilado na Inglaterra depois de ter fugido da perseguição nazista na Áustria, em plena segunda guerra mundial, no ano de 1939.
Ficha Técnica
Texto: Mark St. Germain
Tradução: Clarisse Abujamra
Direção: Elias Andreato
Assistente de Direção: Raphael Gama
Idealização: Ronaldo Diaféria
Elenco: Odilon Wagner e Marcello Airoldi
Cenário e figurino: Fábio Namatame
Assistente de cenografia: Fernando Passetti
Desenho de Luz: Gabriel Paiva e André Prado
Iluminação: Nádia Hinz
Sonorização: Gabriel Fernandes
Trilha Sonora: Raphael Gama
Arte Gráfica: Rodolfo Juliani
Fotografia: João Caldas
Designer de som: André Omote
Produtor Executivo: Adolfo Barreto
Direção de palco / Contra-regragem: Vinicius Henrique, Kauã Nascimento
Produtores Associados: Ronaldo Diaféria e Odilon Wagner
Classificação indicativa: 14 anos
Duração: 90 minutos