O Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), recebe o show do compositor, letrista, cantor e escritor, Vitor Ramil no dia 14 de março, às 21h. Ingressos à venda no site Blueticket
Vitor Ramil é autor de 11 álbuns, entre eles Estrela, Estrela (1981), A Paixão de V segundo ele próprio (1984), Tango (1987), À Beça (1995), Ramilonga – A Estética do Frio (1997), Tambong (2000), Longes (2004), Satolep Sambatown (com Marcos Suzano – 2007), Délibáb (CD + DVD – 2010), Foi no mês que vem (duplo – 2013) e Campos Neutrais (2017).
Suas canções já foram cantadas por grandes nomes/intérpretes da música brasileira, como: Mercedes Sosa, Chico César, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Ney Matogrosso, Kleiton e Kledir, entre outros. A sofisticação melódica e a profundidade lírica de Vitor Ramil convidam o ouvinte a emoções e reflexões impactantes.
No show do dia 14 de março ele receberá seu filho Ian Ramil, ganhador do Grammy Latino, como convidado especial. É a primeira vez que se apresentam juntos em Florianópolis.
Classificação indicativa: 16 anos
No dia 13 de março, às 20h, o Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), recebe o show Star Beatles. A apresentação que homenageia o quarteto de Liverpool tem ingressos à venda no site Blueticket e classificação indicativa livre.
Entre os anos de 2009 e 2025, a banda percorreu muitos palcos pelo mundo, brindando o público com shows memoráveis e histórias inesquecíveis. Mesmo sendo fundada em Buenos Aires, Argentina, não existe uma nacionalidade para se identificar, até por que hoje são três nações no palco: Argentina, México e Brasil. Independente da nacionalidade, os músicos sempre mantém a essência de respeito e amor aos quatro garotos de Liverpool.
O espetáculo esteve nos palcos no ano passado (2025), quando Raul Seixas completaria 80 anos e prossegue em 2026, levando seu legado aos palcos em um espetáculo original e envolvente: “Raul Seixas, o Musical”, com dramaturgia e direção de Leonardo da Selva e atuação marcante de Bruce Gomlevsky no papel-título. Em Florianópolis, o espetáculo chega em sessão única no próximo dia 11 de março (quarta-feira), às 20h30, no Teatro Ademir Rosa (CIC).
Raul, o pai do rock nacional, foi um artista que transcendeu sua época, desafiou normas sociais e culturais e cravou sua marca na história da música brasileira com composições e pensamentos que seguem ecoando, trinta e cinco anos após sua morte. Suas ideias sobre liberdade, autenticidade e transformação continuam provocando e inspirando diferentes gerações.
O espetáculo convida o público a passar uma noite no escritório criativo de Raul Seixas. Durante uma madrugada de insônia, o artista revisita sua trajetória, compõe, escreve e reflete sobre sua arte, seu país e a condição humana. Com acesso autorizado aos manuscritos e cadernos originais do cantor, Leonardo da Selva construiu uma dramaturgia única, que mescla canções com pensamentos inéditos de Raul — sem cair em biografias lineares.
Bruce Gomlevsky, premiado com o FITA 2024 de Melhor Ator e indicado ao Prêmio APTR 2025, entrega uma performance intensa e emocionante. Como definiu Claudia Chaves, do jornal Correio da Manhã, o musical é “de absoluta fidelidade à alma do músico”. E nas palavras de Pedro Bial, trata-se de “um espetáculo que nos deixa inspirados para encarar o Brasil”.
O repertório reúne 21 músicas do artista, entre clássicos e outras menos conhecidas, como:
Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás
Maluco Beleza
Tente Outra Vez
Gita
Sessão das 10
S.O.S. – Disco Voador
Além disso, o espetáculo resgata as influências musicais de Raul, como Lucille, de Little Richard, Come Together, dos Beatles e Blue Suede Shoes, eternizada por Elvis Presley.
Mais do que uma homenagem, o musical é um manifesto. Em tempos de tensões e polarizações, a "Sociedade Alternativa" proposta por Raul ganha novo fôlego no palco: um chamado à liberdade interior, à autenticidade e à transformação individual como caminho para a mudança coletiva.
FICHA TÉCNICA:
Com Bruce Gomlevsky
Direção e Dramaturgia: Leonardo da Selva | Direção Musical: Gabriel Gabriel | Assistência de direção: Tassia Leite | Cenário: Nello Marrese | Figurino: Maria Calou | Iluminação: Gabriel Prieto
Produção: BG ARTENTRETENIMENTO & N.A.V.E
Produção local - Orth Produções
Ingressos à venda no site DiskIngressos
Um dos maiores sucessos de público e com várias indicações em diferentes categorias nos principais prêmios de teatro, com destaque para o Prêmio Shell de melhor atriz em 2023 para Vera Holtz, a peça “Ficções” volta a Florianópolis, no Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado Cultura (CIC). As sessões ocorrerão no dia 6 de março, às 20h30; 7 de março, às 20h, e 8 de março, às 19h.
A partir do best-seller "Sapiens", do escritor israelense Yuval Harari, "Ficções" fala da capacidade humana de criar e acreditar em ficções: deuses, dinheiro, nações... o que foi ou não inventado? Mas, apesar dessa habilidade inédita e revolucionária que alçou nossa espécie à condição de donos do planeta, seguimos inseguros e sem saber para onde ir. Você está satisfeito?
Com mais de 23 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, o livro "Sapiens – uma breve história da humanidade", do professor e filósofo Yuval Noah Harari, foi o ponto e partida para o espetáculo "Ficções", idealizado pelo produtor Felipe Heráclito Lima e escrito e encenado por Rodrigo Portella.
Publicado em 2014, o livro de Harari afirma que o grande diferencial do homem em relação às outras espécies é sua capacidade de inventar, de criar ficções, de imaginar coisas coletivamente e, com isso, tornar possível a cooperação de milhões de pessoas – o que envolve praticamente tudo ao nosso redor: o conceito de nação, leis, religiões, sistemas políticos, empresas etc. Mas também o fato de que, apesar de sermos mais
poderosos que nossos ancestrais, não somos mais felizes que esses. Partindo dessa premissa, o livro indaga: estamos usando nossa característica mais singular para construir ficções que nos proporcionem, coletivamente, uma vida melhor? “É um livro que permite uma centena de reflexões a partir do momento em que nós pensamos como espécie e que, obviamente, dialoga com todo mundo. Acho que esse é o principal mérito da obra dele.”, analisa Felipe H. Lima, que comprou os direitos para adaptar o livro para o teatro em 2019.
No palco, Vera Holtz se desdobra em personagens da obra literária e em outras criadas por Rodrigo, canta, improvisa, “conversa” com Harari, brinca e instiga a plateia, interage com o músico Federico Puppi – autor e performer da trilha sonora original, com quem divide o palco. Em outros momentos, encarna a narradora, às vezes é a própria atriz falando.
No dia 4 de março, às 20h30, a Orquestra Brasileira leva ao palco do Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), o show "Mulheres do Samba". A noite terá a participação de convidadas especiais, as cantoras Juliana D Passos, Camélia Martins, Bárbara Damásio e Elô Gonzaga.
O samba começou na casa de Tia Ciata, que fornecia o feijão e o tempero necessários para o encontro, e os homens tocavam e cantavam. Aos poucos, mulheres guerreiras que desafiavam sua geração e seu tempo foram surgindo criando e dando voz a sambas imortais desse gênero tão popular e tão brasileiro. A Orquestra Brasileira faz esse passeio por essa história das mulheres no samba, homenageando as grandes compositoras e intérpretes que surgiram nesses 100 anos de samba.
O repertório traz clássicos que nós conhecemos através das divas do samba, seja D. Ivone Lara ou Leci Brandão, compositoras que foram precursoras num território até então dominado por homens, e compuseram sambas-enredo e muito sucessos. Temos ainda as intérpretes eternas como Beth Carvalho, Alcione, Elis Regina, Clara Nunes, que são a própria cara do samba. Neste concerto trazemos grandes sucessos de todas essas mulheres incríveis, buscando também mostrar todos os lados do samba, o samba de roda, o partido alto, o pagode, o sincretismo religioso… um pouco de tudo que molda essa música tão única e que tão bem define a cultura brasileira.
ORQUESTRA BRASILEIRA:
Piano e regência: Luiz Gustavo Zago
Arranjos: Luiz Gustavo Zago
Flauta: Ana Luísa Remor
Flauta e sax: Elio Vistel
Bandolim: Lucas Moretto Martinez
Cavaco: Duh Romão
Violões: Eduardo Pimentel, Igor Ishikawa
Violão 7 cordas: Filipe Müller
Acordeon: Marcelo Besen
Contrabaixo: Tie Pereira
Bateria: Richard Montano
Percussão: Alexandre Damaria
Participações Especiais:
Elô Gonzaga
Juliana D Passos
Camélia Martins
Bárbara Damásio
Luiz Zago - Zago é pianista, compositor e diretor musical, tendo intensa participação nos grandes espetáculos musicais sul-brasileiros, expandindo as fronteiras da música entre o clássico, a brasilidade e o jazz. É maestro fundador e diretor musical da Orquestra Brasileira, grupo orquestral nascido em 2022 e composto de violões, cavaco, bandolim, flautas, acordeom, simbolizando a essência da formação da música brasileira, e que se dedica a interpretar de Heitor Villa Lobos e Carlos Gomes a Tom Jobim e Hermeto Pascoal, percorrendo toda a grandiosidade da musica brasileira. Como solista, possui 4 álbuns lançados, diversos singles e trilhas sonoras para audiovisual, além de colaborar com artistas tão diversos como Ivan Lins, Lenine, Baco Exu do Blues, Toquinho, Zeca Baleiro, Alice Caymmi, Jade Baraldo e Paulinho Moska, além de orquestras fundamentais no cenário brasileiro como Orquestra Sinfônica Brasileira, Camerata Florianópolis, Petrobras Sinfônica e Nova Orquestra (com a qual participou do Rock in Rio 2019), criando assim a união perfeita entre a delicadeza e dramaticidade clássicas aliada à explosão rítmica presente no universo da música popular, moldando um universo único dentro dos trabalhos que realiza.
Tomou posse em 2019 da cadeira 38 da Academia Catarinense de Letras e Artes, pela relevante atuação expandindo a música e cultura no cenário nacional.
Orquestra Brasileira
Fundada em 2022, a Orquestra Brasileira surgiu com uma proposta inovadora: fundir a riqueza da música popular com a linguagem e a estrutura da música de concerto.
A formação instrumental da Orquestra é, por si só, uma declaração de identidade — ao lado de instrumentos sinfônicos, estão o cavaquinho, o bandolim, o acordeon e os violões, traduzindo o DNA musical brasileiro.
Com arranjos originais e partituras escritas especialmente para este formato, a Orquestra alcança um nível de excelência técnica raro em grupos dedicados à música popular. Cada naipe funciona como em uma orquestra clássica, com organização, precisão e sensibilidade artística.
Mais do que executar músicas, a Orquestra propõe uma experiência que conecta plateias de todas as idades com a história viva da música brasileira — de Carlos Gomes a Hermeto Pascoal, de Villa-Lobos a Chiquinha Gonzaga, de Tom Jobim a Egberto Gismonti.
SOBRE AS CONVIDADAS:
Elô Gonzaga - Elô Gonzaga é uma sambista de Florianópolis/SC. Sua trajetória musical, que tem o samba como gênero principal, começou no convívio familiar, com a herança ancestral do Cacumbi, e se desenvolveu com o grupo "Novos Bambas". Entre o início dos anos 2000 e os dias atuais, participou de shows de sambistas renomados como Dona Ivone Lara, Beth Carvalho, Diogo Nogueira, e Nei Lopes. Sua carreira solo iniciou entre 2018/2019 com a música "POEIRA". Elô Gonzaga preserva as tradições da música brasileira e, ao mesmo tempo, moderniza o samba. Atualmente, ela acumula 500.000 *streams* e mais de 2 milhões de reproduções no TIK TOK. Seu novo projeto, "QUINTAL DA ELÔ GONZAGA", terá início no segundo semestre de 2023, com gravação de um audiovisual e turnê prevista para 2024.
Bárbara Damásio - Cantora, produtora e ativista cultural de Santa Catarina, Bárbara lidera há aproximadamente 15 anos o projeto Samba de Bárbara, em Itajaí, contribuindo para manter viva a tradição do samba no sul do país. Seu trabalho também inclui o premiado DVD “Você é mesmo essa flor”, com participação de Elza Soares.
Camélia Martins - Com cerca de 22 anos de carreira, Camélia é uma voz expressiva do samba em Florianópolis, transitando com naturalidade por influências de forró e clássicos da MPB. Ela já dividiu o palco com artistas como Lenine, João Donato e Camerata Florianópolis, e tem raízes artísticas que remontam a Clara Nunes e Cartola.
Juliana D Passos - Paulista radicada em Florianópolis, Juliana é uma artista multifacetada com mais de 25 anos de carreira. À frente do projeto Macumbaria, ela celebra a cultura afro-brasileira por meio de sambas enriquecidos com elementos de soul, maracatu, axé e reggae. Seu canal no YouTube acumula mais de 50 milhões de visualizações.
Classificação indicativa: livre