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Na data em que se comemora o Dia Nacional do Patrimônio Histórico, 17 de agosto, a Fundação Catarinense de Cultura (FCC) lança o primeiro episódio da série de vídeos Histórias do Patrimônio. A produção, com cerca de 2min30s, pode ser conferida no canal de vídeos da FCC no YouTube ou na página da instituição no Facebook.

O objetivo da série é contar ao público, por meio de vídeos curtos, histórias e curiosidades sobre os Patrimônios que abrigam os espaços culturais administrados pela FCC. O primeiro episódio narra o misterioso incêndio que destruiu a antiga Alfândega de Florianópolis, que antecedeu a atual, onde funcionava a Galeria do Artesanato até seu fechamento para a reforma pela qual passa atualmente.

A iniciativa tem pesquisa do historiador e gerente de Patrimônio Cultural, Rodrigo Rosa, com produção e edição da Assessoria de Comunicação da FCC. Os episódios serão publicados todas as segundas-feiras.

Dia Nacional do Patrimônio*

O Dia Nacional do Patrimônio Histórico é uma homenagem ao historiador e jornalista mineiro Rodrigo Melo Franco de Andrade. A data foi criada em 1998, centenário de nascimento de Andrade, primeiro presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e grande defensor do Patrimônio Cultural Brasileiro.

Advogado, jornalista e escritor, Rodrigo Melo Franco de Andrade nasceu em Belo Horizonte (MG), em 17 de agosto de 1898, e foi contemporâneo de grandes nomes do cenário nacional, como Cândido Portinari, Manuel Bandeira e Mário de Andrade. Andrade foi redator-chefe e diretor da Revista do Brasil e, na política, chefe de gabinete de Francisco Campos, no Ministério da Educação e Saúde Pública, criado em 1930, no governo Getúlio Vargas.

Durante a gestão de Gustavo Capanema no Ministério da Educação e Saúde Pública (1934-1945), participou do grupo de artistas e intelectuais modernistas, quando se tornou o maior responsável pela consolidação jurídica do tema Patrimônio Cultural no Brasil e pela criação do Iphan, em 1937, tarefa que desempenhou até 1967. Seu legado se confunde com a trajetória da preservação do patrimônio cultural no País, a ponto de simbolizá-la. Rodrigo Melo Franco de Andrade faleceu no Rio de Janeiro, em 1969.

(*Fonte: http://cultura.gov.br/17-de-agosto-dia-nacional-do-patrimonio-historico/)