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Na quinta-feira, 29,  às 17h, o Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) promove a 35ª edição do Projeto Gerações MASC – Museu em Movimento, com a participação da artista Silvana Leal.

No encontro que terá o tema “A obra é o tempo de uma vida”, Silvana alinhava um percurso durante os vinte anos que compõe sua trajetória como artista multimeios, com uma conversa descontraída com o público. A proposta é traçar um paralelo entre vida, carreira e obra, abordando três aspectos criativos e experimentais de seu trabalho: 1. O sensível no selvagem: a criança que resta no adulto que somos; 2. Imagem e palavra: o trânsito de linguagens e o multimeios como escolha criativa; 3. O tempo da obra e a vida como obra: quem é o sujeito artista.

Sobre a artista

Silvana Leal ,psicóloga de formação, iniciou sua carreira como artista multimeios nos anos 90, em Brasília. Seus principais suportes de seu trabalho são a fotografia, literatura, performance e audiovisual. Atualmente, a artista reside em Florianópolis e é diretora do espaço Ateliê Casa das Ideias, na qual coordena projetos artísticos e culturais, desenvolve trabalhos de orientação criativa e curadoria para diversos artistas. Silvana é uma artista comprometida com o processo crítico, e reconhecida por nomes das artes visuais e da literatura de notório reconhecimento, tais como José Roberto Aguilar (São Paulo), Bené Fonteles (Brasília), Ivens Machado (Rio de Janeiro), Rodrigo de Haro (Florianópolis), Nancy Fernandéz (Argentina) entre outros.

Publicou os livros: “Erotismo Proibido nos Lábios” em palavras e imagens (2001), Todocorpo (2007) Travessa dos Editores, Palavra Açúcar (2012) Papaterra editora. Catálogo O que há de vir? (2012). Realizou importantes exposições individuais e coletivas no estado de Santa Catarina e no Brasil e participou de diversos salões de artes visuais. Saiba mais sobre o artista e seu ateliê acessando os sites: www.silvanalealart.com e www.ateliecasadasideias.com.

Serviço:
5ª edição do Projeto Gerações MASC – Museu em Movimento, com  Silvana Leal
Data: 29 de novembro de 2018, quinta-feira
Horário: 17h
Local: MASC - Museu de Arte de Santa Catarina

Evento gratuito.

A partir do dia 08 de novembro, às 19h,  a artista Beatriz Milhazes apresenta a exposição “Beatriz Milhazes – Um itinerário gráfico”, do Projeto ArteSesc que tem levado exposições de artes visuais por todo o país, no Museu de Arte de Santa Catarina (MASC). A exposição é composta por nove serigrafias e mais três obras de técnica mista, todas originais. O cromatismo desafiador, o equilíbrio tenso entre o popular e o erudito, além da vertiginosa convivência de formas e cores lançam uma sedutora provocação ao olhar. Assim, possibilidades inéditas de reflexão sobre a visualidade brasileira se abrem na obra gráfica em destaque.

A mostra ficará em cartaz até 03 de fevereiro de 2019.

O horário de visitação do MASC é de terça a domingo das 10h às 21h.
O Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) está localizado no Centro Integrado de Cultura (Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica - Florianópolis).

A entrada para a exposição é gratuita.

 

Sobre a artista:

Beatriz Ferreira Milhazes (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1960). Pintora, gravadora e ilustradora. Ingressa no curso de comunicação social na Faculdade Hélio Alonso, no Rio de Janeiro,  na década de 1970. Forma-se em 1981 e, em paralelo, realiza sua formação em artes plásticas na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV/Parque Lage) no período de 1980 a 1983. Além da pintura, dedica-se também à gravura e à ilustração. De 1995 a 1996, cursa gravura em metal e linóleo no Atelier 78, com Solange Oliveira e Valério Rodrigues (1953). Atua como professora de pintura até 1996 no Parque Lage.

Em 1997, ilustra o livro As Mil e Uma Noites à Luz do Dia: Sherazade Conta Histórias Árabes, de Katia Canton (1962). Participa das exposições que caracterizam a Geração 80 - grupo de artistas que buscam retomar a pintura em contraposição à vertente conceitual dos anos de 1970, e tem por característica a pesquisa de novas técnicas e materiais. Sua obra faz referências ao barroco, à obra de Tarsila do Amaral (1886-1973) e Burle Marx (1909-1994), à padrões ornamentais e à art déco.

A partir dos anos 1990, destaca-se em mostras internacionais nos Estados Unidos e Europa e integra acervos de museus como o Museum of Modern Art (MoMa), Solomon R. Guggenheim Museum e The Metropolitan Musem of Art (Met), em Nova York, do Museo Reina Sofia, em Madrid, entre outros. Em 2013, realiza a mostra panorâmica Meu Bem, em comemoração aos 30 anos de carreira, no Paço Imperial, Rio de Janeiro. (Fonte: Itaú Cultural).

 A sétima edição do Projeto Claraboia, no Museu de Arte de Santa Catarina  (MASC) é uma exposição com curadoria de Massimo Scaringella e Franzoi. Trata-se de uma instalação que tem como referencial teórico a discussão do território originalmente ocupado pelas espécies bióticas em detrimento a fragmentação realizada pela ocupação humana. A visitação segue até 03 de fevereiro de 2019. 

A instalação tem cerca de 400 imagens aéreas representando todo o território do Estado de Santa Catarina. Estas imagens datam de 1958 e estão impressas sobre papel. Cada imagem mede aproximadamente 80 x 100 cm. Além das imagens são utilizadas folhas de plantas secas, coletadas em remanescentes florestais distribuídos pelo território do Estado.

A instalação ocupa a área denominada Espaço Claraboia. E se apresenta como uma floresta reminiscente: as imagens enroladas e acopladas umas as outras formarão esculturas em forma de cilindros que darão ideia de troncos de árvores. O conjunto de aproximadamente 150 esculturas representam as áreas remanescentes dos territórios das espécies no território do Estado de Santa Catarina. O diâmetro e altura serão variáveis, adaptando-se ao local de exposição. 

Ainda no MASC é possivel conferir a mostra “O Astronauta”, com bras de acervo do artista Fernando Lindote. Os trabalhos estão expostos na Sala de Vídeo do Museu.

 

Serviço:

Projeto Claraboia: Território Fragmentado, de Jairo Valdati e O Astronata, de Fernando Lindote

Visitação: até 03/02/2019

Horário: de terça a domingo, das 10h às 21h.

Local: MASC

Entrada gratuita.

 

O Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) sedia duas novas exposições: a 6ª edição do Prêmio CNI Sesi Senai Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas e o Projeto Claraboia Território Fragmentado  de Jairo Valdati. Em novembro o museu receberá também a mostra Beatriz Milhazes – Um itinerário gráfico.

Na mostra do Prêmio Marcantonio Vilaça o público pode conferir os trabalhos dos cinco artistas vencedores da sexta edição do Prêmio: Daniel Lannes (RJ), Fernando Lindote (SC), Jaime Lauriano (SP), Pedro Motta (MG) e Rochelle Costi (SP); e a exposição Verzuimd Braziel - Brasil Desamparado, do curador premiado Josué Mattos, que reúne trabalhos dos artistas André Parente, Anna Bella Geiger, Carla Zaccagnini, Cildo Meireles, Clara Ianni, Dalton Paula, Daniel Jablonski e Camila Goulart, Daniel Santiago, Ivan Grilo, Lourival Cuquinha, Regina Parra, Regina Silveira, Santarosa Barreto, Thiago Honório, Thiago Martins de Melo e Vitor Cesar.  

Em paralelo às mostras do Prêmio, é realizada a ainda exposição A Intenção e o Gesto, que integra o projeto Arte e Indústria. A iniciativa homenageia artistas com processos de criação relacionados à produção industrial. Em sua terceira edição, o projeto tem a curadoria de Marcus Lontra e reúne trabalhos do artista Sérvulo Esmeraldo, homenageado desta edição, e de mais dez artistas contemporâneos que dialogam com sua produção: Almandrade, Ana Maria Tavares, Angelo Venosa, Arthur Lescher, Delson Uchoa, Hildebrando de Castro, Guto Lacaz, Iran do Espírito Santo, Jaildo Marinho, Raul Córdula e Paulo Pereira.

E a sétima edição do Projeto Claraboia apresenta Território Fragmentado, de Jairo Valdati. É uma instalação que se apresenta como uma floresta reminiscente e que tem como referencial teórico a discussão do território originalmente ocupado pelas espécies bióticas em detrimento a fragmentação realizada pela ocupação humana em Santa Catarina.  Na Sala de Vídeo do MASC será possível conferir obras de acervo do artista Fernando Lindote, na mostra O Astronauta.

Ainda no MASC, a partir de 8 de novembro, a artista Beatriz Milhazes apresentará a exposição “Beatriz Milhazes – Um itinerário gráfico”, do Projeto ArteSesc que tem levado exposições de artes visuais por todo o país. A exposição é composta por nove serigrafias e mais três obras de técnica mista, todas originais. O cromatismo desafiador, o equilíbrio tenso entre o popular e o erudito, além da vertiginosa convivência de formas e cores lançam uma sedutora provocação ao olhar. Assim, possibilidades inéditas de reflexão sobre a visualidade brasileira se abrem na obra gráfica em destaque.

A visitação segue até 03 de fevereiro de 2019.

 

Serviço:

Exposições MASC
Horário de visitação: de terça a domingo das 10h às 21h. Até 03/02/2019.
Local: Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) / Centro Integrado de Cultura (Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica - Florianópolis).

Entrada gratuita.

 

Ascom FCC

Em continuidade às comemorações de 70 anos de criação, o Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) recebe a exposição “Hipérboles de um Espaço-Tempo”, com obras do acervo da casa produzidas entre 1930 e 1979.

Um dos destaques da mostra é uma coleção de gravuras mexicanas que haviam sido expostas no MASC em 1961 (quando ainda chamava-se Museu de Arte Moderna de Florianópolis). As obras foram doadas pelo presidente mexicano Adolfo López Mateos (1910 – 1969), que teve mandato entre 1958 e 1964, pelo Partido Revolucionário Institucional. O catálogo da exposição de 1961 conta que o intuito do então presidente era construir um circuito de arte latino-americano. Estão expostas 49 gravuras de artistas que fizeram parte do Ateliê de Gravura Popular da Cidade do México.

Quem visitar a mostra também poderá conferir obras de artistas catarinenses ou que viveram em Santa Catarina entre os anos de 1930 e 1979. Além disso, também compõe o espaço um conjunto de obras do acervo do MASC com trabalhos de artistas nacionais, internacionais e anônimos.

Conforme a curadoria, muitos dos trabalhos selecionados quase nunca foram vistos em exposição. Foram elencados núcleos possíveis de serem observados na construção da arte catarinense: imaginários, paisagens, natureza morta, ser humano facetado, guerra e morte, abstratos e simbólicos.

A exposição Hipérboles acompanha uma outra, também no MASC, de gravuras de artistas europeus, produzidas entre os séculos XV e XIX. A mostra “Imagens Impressas: um Percurso Histórico pelas Gravuras da Coleção Itaú Cultural”, com curadoria de Marcos Moraes, tem cerca de 150 gravuras de pintores mundialmente conhecidos, entre os quais Eugène Delacroix, Francisco Goya e Rembrandt van Rijn e Edvard Munch.

Para completar, a 6ª edição do Projeto Claraboia homenageia o catarinense Luiz Henrique Schwanke (1951 – 1992) com uma instalação composta por nove colunas vermelhas.
As exposições “Hipérboles de um espaço-tempo” e “Imagens Impressas: um Percurso Histórico pelas Gravuras da Coleção Itaú Cultural” poderão ser vistas em Florianópolis até o dia 7 de outubro. A visitação no MASC é de terça a domingo, das 10h às 21h, com entrada gratuita.

 

Ascom FCC