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De 8 de agosto a 7 de outubro, o Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), em Florianópolis, abriga a exposição Imagens Impressas: um Percurso Histórico pelas Gravuras da Coleção Itaú Cultural. Com curadoria de Marcos Moraes, a mostra mapeia seis séculos da produção gráfica europeia, com mais de 100 das 452 imagens impressas que compõem este acervo. Apresentadas de forma didática, estas obras revelam as diferentes técnicas utilizadas do século XV ao XX.

Trata-se de um recorte representativo, pela diversidade de técnicas, temas e destinações das gravuras. “Esta seleção permite pensar na linguagem gráfica e em outros caminhos de leitura e interesse ao longo desse instigante empreendimento que foi a produção de imagens impressas”, observa Marcos Moraes.

Imagens Impressas já passou por São Paulo, Santos, Curitiba, Fortaleza, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto, e Brasília. Chega em Florianópolis com a recém adquirida xilogravura, “The girlsonthe Bridge”, de Edvard Munch, um dos pioneiros no expressionismo alemão.

Ela se soma às obras do artista e caricaturista francês Honoré-VictorienDaumier, como Quelleheureserencontre! – Les Amis (ca.1840), Mais pis que (s.d.), C’estbienparce (s.d.), Um ami est – Les Amis (ca. 1840), J’offrirai à monsieur (s.d.). Dele, há também o original de uma charge publicada no jornal Le Charivari, um dos principais veículos franceses no período. Chama a atenção, ainda, uma série de trabalhos de artistas mais conhecidos como pintores, como Edouard Manet, EugèneDelacroix, Francisco Goya, Henri de Toulouse-Lautrec e Rembrandt van Rijn. A gravura mais antiga em exibição na mostra é Cristo Carregando Cruz, feita em 1475 por Martin Schongauer, um dos primeiros gravuristas de que se tem notícia. Vale ressaltar as ilustrações realizadas por Gustave Doré, no século XIX, para o livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri.

“A imagem impressa acompanha a humanidade desde os seus primórdios, e podemos remontar essa trajetória às primeiras mãos marcadas, por meio de pigmentos, nas paredes de grutas e cavernas”, continua o curador. De acordo com ele, as primeiras imagens impressas são xilogravuras produzidas no século XV, e, a partir desse período, aprimoram-se as técnicas: são incorporadas inovações e é desenvolvida a linguagem gráfica. Por esse caminho, no século XIX a gravura chega à autonomia. Para abordar esse meio de criação é preciso, portanto, delimitar um escopo

 

 

Exposição Hipérboles de um Espaço-Tempo

Em continuidade às comemorações de 70 anos de criação, o Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) recebe a exposição “Hipérboles de um Espaço-Tempo”, com obras do acervo da casa produzidas entre 1930 e 1979.

Um dos destaques da mostra é uma coleção de gravuras mexicanas que haviam sido expostas no MASC em 1961 (quando ainda chamava-se Museu de Arte Moderna de Florianópolis). As obras foram doadas pelo presidente mexicano Adolfo López Mateos (1910 – 1969), que teve mandato entre 1958 e 1964, pelo Partido Revolucionário Institucional. O catálogo da exposição de 1961 conta que o intuito do então presidente era construir um circuito de arte latino-americano. Estão expostas 49 gravuras de artistas que fizeram parte do Ateliê de Gravura Popular da Cidade do México .

Quem visitar a mostra também poderá conferir obras de artistas catarinenses ou que viveram em Santa Catarina entre os anos de 1930 e 1979. Além disso, também compõe o espaço um conjunto de obras do acervo do MASC com trabalhos de artistas nacionais, internacionais e anônimos.

Conforme a curadoria, muitos dos trabalhos selecionados quase nunca foram vistos em exposição. Foram elencados núcleos possíveis de serem observados na construção da arte catarinense: imaginários, paisagens, natureza morta, ser humano facetado, guerra e morte, abstratos e simbólicos.

Para completar, a 6ª edição do Projeto Claraboia homenageia o catarinense Luiz Henrique Schwanke (1951 – 1992) com uma instalação composta por nove colunas vermelhas.

As exposições “Hipérboles de um espaço-tempo” e “Imagens Impressas: um Percurso Histórico pelas Gravuras da Coleção Itaú Cultural” poderão ser vistas em Florianópolis até o dia 7 de outubro. A visitação no MASC é de terça a domingo, das 10h às 21h, com entrada gratuita.

 

Agende-se:

Imagens Impressas: um Percurso Histórico pelas Gravuras da Coleção Itaú Cultural
Hipérboles de um Espaço-Tempo

Visitação: de 09/08 a 07/10.

Horário de visitação: terça a domingo das 10 às 21h.

Local: Museu de Arte de Santa Catarina (MASC)
Centro Integrado de Cultura
Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica - Florianópolis
Fone: (48) 3364-2629 / 2630 / 2631 /  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Para agendamentos: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou 48 3664 2633.

Entrada gratuita.

Ascom FCC

Está chegando ao fim a exposição Desterro Desaterro, Arte Contemporânea em Santa Catarina, no Museu de Arte de Santa Catarina (MASC). A mostra reúne trabalhos de 80 artistas - sendo uma grande parcela catarinense - e que propõe reflexões sobre a produção artística contemporânea. Em cartaz desde abril, poerá ser conferida até o dia 22 de julho, domingo.

A intenção da mostra, além de comemorar os 70 anos do MASC, é conectar-se à memória do museu, especialmente ao período de seu surgimento no fim dos anos 1940, quando foi inaugurada a então “primeira exposição de arte contemporânea" em Florianópolis. Era a época do Grupo Sul, o movimento modernista que deu voz e vez às novidades artísticas do Brasil e do mundo.

Além disso, o MASC também sedia até dia 22 o projeto Claraboia, que recebe o legado de proposições do professor e artista Zé Kinceler (1961-2015) e o Coletivo Geodésica - grupo formado por ele em 2011.

 

Serviço

“Mostra Desterro Desaterro - arte contemporânea em Santa Catarina” e Projeto Claraboia
Visitação até 22 de julho, de terça a domingo, das 10h às 21h
Onde: MASC – Museu de Arte de Santa Catarina (Av. Governador Irineu Bornhausen, 5.600, Agronômica, Florianópolis)
Quanto: gratuito
Classificação indicativa: livre.

 

Ascom FCC

Na exposição "Zé Kinceler e Coletivo Geodésica: Em descontinuidade", foram escolhidos três diferentes temas para serem abordados a cada mês de exposição.Em junho, o tema é Dispositivo Relacional. Pensando a partir das ideias do artista e professor Zé Kinceler, o Grupo Geodésica entende os dispositivos relacionais como propostas estruturadas para ativar novos encontros por meio da troca de saberes entre as pessoas no cotidiano. Conforme o Grupo, o  dispositivo relacional ativa relações por meio de processos criativos que potencializam e reinventam as relações consigo, com objetos e com o outro.

 Portanto, a proposta do Grupo é que os participantes estejam "em descontinuidade" neste domingo, 24 de junho, no Espaço Clarabóia (MASC) entre 15h e 19h. Neste dia, a proposta dos expositores é que todos juntos possam ativar os dispositivos relacionais presentes na exposição, como o cubo de argila, o torno cerâmico, o tambor coletivo e a horta vertical. Os interessados são convidados a trazer e compartilhar dispositivos relacionais, conversar sobre e promover vivências. Será realizado um Laboratório Criativo, para pensar e criar outros dispositivos.

Serviço
Quando: 24 de Junho, domingo

Horário: das 15h às 19h

Onde: Exposição/proposição Zé Kinceler e Coletivo Geodésica: Em Descontinuidade. Espaço Clarabóia, MASC 

Endereço: Centro Integrado de Cultura - CIC, Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 - Agronomica - Florianópolis - SC.

Para encerrar a mostra “O Mundo como Armazém”, o 16º Armazém realiza feira e seminário nos dias 8 e 9 de junho, no Centro Integrado de Cultura, em Florianópolis (SC). A ideia é aprofundar reflexões em torno da exposição que propõe investigações e relações entre publicação de artista, o múltiplo, arquivo e coleção. Referências nas práticas artísticas e nos trabalhos que associam literatura e artes visuais, os pesquisadores e artistas Ricardo Corona, Amir Cadôr, Márcia Sousa, Helene Sacco, Élida Tessler e o coletivo Lugares Livro estarão reunidos no seminário Diálogos sobre o Múltiplo e Publicações de Artista.

O seminário ocorre nas manhãs de sexta e sábado, entre 9h e 12h. À tarde, entre 13h e 20h, fica reservada à visitação da Feira do Múltiplo e Publicações de Artista. A primeira manhã reúne Ricardo Corona (Editora Medusa) e Amir Cadôr. A segunda, congrega as experiências de Marcia Sousa, Helene Sacco (Lugares Livro) e Elida Tessler. A proposta é que cada faça um breve histórico de seus projetos e trajetórias, abrindo o debate.

No campo institucional, o evento integra a programação de 70 anos do Museu de Arte de Santa Catarina, tem o apoio do edital Elisabete Anderle de Estímulo a Cultura 2017 e do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais (PPGAV), do Centro de Artes (Ceart), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Em consonância aos propósitos da exposição, o projeto do pós-doutorado de Juliana Crispe, idealizadora do Armazém, é supervisionado por Raquel Stolf.

A Feira de Múltiplos e Publicações de Artista oferece boa oportunidade de compra com preços variáveis. Desde obras distribuídas gratuitamente a obras no valor máximo de R$ 250,00, a feira estimula a aquisição de trabalhos artísticos que, por sua reprodutibilidade, se tornam mais acessíveis ao público. Juliana Crispe, uma das coordenadoras do Armazém, destaca o valor das ações da 16ª edição do projeto pelo seu conjunto e pelo grande encontro entre os participantes inscritos, artistas, coletivos e editoras independentes. “Além da troca proposta aos visitantes, a feira busca estimular contatos e diálogo entre os criadores e suas obras.

SOBRE OS CONVIDADOS:

Amir Brito Cadôr (São Paulo, 1976) - graduado em artes plásticas pela Unicamp, onde também fez o mestrado; doutorado na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde atua como professor de artes gráficas e curador da Coleção Livro de Artista. Participou de mostras coletivas de gravura e de poesia visual em Belo Horizonte, Campinas, Curitiba e Santos, além de mostras de livro de artista na Espanha, França, México e Estados Unidos. Em 2011 realizou exposição individual em Belo Horizonte. Traduziu "A Nova Arte de Fazer Livros", de Ulises Carrión. Atua como editor, tendo publicado dez livros pelas edições Andante, entre os quais se destacam “O Livro dos Seres Imaginários”, "A Night Visit to the Library", "Learn to Read Art" e "Elogio da Mão". Seu mais recente livro é "Uma História da Leitura".

Elida Tessler - mora e trabalha em Porto Alegre (RS). Manteve suas atividades como professora e pesquisadora (Bolsa de Produtividade em Pesquisa-CNPq) no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) entre 1993 e 2016. Sempre associou sua produção acadêmica à artística, vinculada à pesquisa em torno das questões que envolvem arte e literatura, relacionando a palavra escrita à imagem visual. Coordenou o grupo de pesquisa .p.a.r.t.e.s.c.r.i.t.a. por cerca de 15 anos. Entre 1993 e 2009, em Porto Alegre, coordenou, com o artista Jailton Moreira, o Torreão, espaço de produção e reflexão em arte contemporânea. Fez doutorado na Université de Paris I (1988-1993) e pós-doutorado na EHESS e na Université de Paris I junto ao Centro de Filosofia da Arte. A partir da publicação de “Falas Inacabadas – Objetos e um Poema” com Manoel Ricardo de Lima (Tomo Editorial,2000), mantém forte vínculo com escritores e publicações de artista. Entre as principais exposições individuais, “Gramática Intuitiva”, na Fundação Iberê Camargo (2013), “365”, na Galeria Bolsa de Arte de Porto Alegre (2015), “Recortar Copiar Colar”, na Galeria Bolsa de Arte de São Paulo (2017).

Helene Sacco - (Canguçu/RS – 1975) artista e pesquisadora, é doutora em artes visuais pela UFRGS. Mora em Pelotas (RS) onde atua como professora adjunta na graduação e pós-graduação da Universidade Federal de Pelotas (Ufpel). Coordena a Pesquisa chamada Lugares-livro: dimensões materiais e poéticas (2013). Desenvolve produção artística com trabalhos que articulam objetos, desenho e escrita, bem como publicações artísticas que buscam pensar sobre a produção de objetos e sua implicação nos modos de vida. Entre as principais exposições estão “Objetocoisa”, no Espaço de Artes Visuais da UFCSPA, Porto Alegre, 2016; “Gabinetes de Papel”, na Sala de Leitura/Sala de Escuta, no Centro de Artes (Ceart) da Udesc, Florianópolis, 2016; “Paralelo 31°: Circuitos Compartilhados em Trânsito”, MAC, Porto Alegre, 2013; “Gabinete de Inventário em Desenhobjeto”, na Secult/Pelotas, 2013; “Economia da Montagem: Monumentos, Galerias, Objetos”, Margs, Porto Alegre, 2012; “Arte Sul Contemporânea”, MAC-RS, 2012 e “8ª Bienal do Mercosul”, Projeto Casa M, Porto Alegre, 2011.

Marcia Sousa - (Umuarama, PR, 1975). Vive e trabalha em Pelotas. Artista visual, pesquisadora e professora. Graduada em gravura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná e em comunicação social pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Mestre em processos artísticos contemporâneos pela Udesc e doutora em poéticas visuais pela UFRGS. Professora da Ufpel, onde coordena o projeto de pesquisa Arte e Natureza: Proliferações e colabora com o projeto [Lugares-livro]: Dimensões Materiais e Poéticas, coordenado por Helene Sacco. Autora de “O Livro de Artista como Lugar Tátil”, publicação de sua pesquisa de mestrado (2011). Participa de projetos e exposições de artes visuais desde 1997, expondo em países como Brasil, Uruguai, Paraguai, Argentina, Portugal, Espanha, Estados Unidos, África do Sul e Polônia.

Ricardo Corona - atua nos campos poesia contemporânea brasileira e hispano-americana, estudos de relação entre as áreas artísticas (performance, poesia sonora, artes visuais, publicação), tradução, curadoria, linguagem e cultura. Publicou, entre outros, “Mandrágora” (2017) e “Poemúltiplo” (2014) e traduziu “Palavrarmais” (2017), de Cecilia Vicuña. Organizou a coleção “Independência: Quem Troca” (Funarte|Medusa, 2014), com publicações de Amabilis de Jesus, Clóvis Cunha, Eliana Borges, Marcos Martins e Yiftah Peled. Com Eliana Borges, edita a revista “Canguru”, dedicada à poesia, publicação e arte.

Lugares Livro - Trata-se de uma pesquisa coordenada por Helene Sacco no Centro de Artes (Cearte), da Ufpel sobre as Dimensões Poéticas e Materiais. "Artistas habitam o espaço do livro e igualmente propõem o habitar. Mas se um livro é um espaço no qual um leito, de modo geral, habita, de que forma essa experiência de imersão cria uma espacialidade? Que espacialidade é essa que o artista propõem naquilo que inventa e chama de livro? Tomando-nos muitas vezes de assalto, essa experiência nos desloca e realoca num espaço outro que é o da inserção. Inserção na narrativa, na textura do papel, no deslizar das páginas, no criar novas formas de páginas, ou, quem sabe, no criar não-páginas", escrevem Helene e Claudia Zimmer, artista colaboradora do projeto.

Agenda:

Seminário Diálogos sobre o Múltiplo e Publicações de Artista

Dia 8 de junho de 2018 (sexta), 9h às 12h.
Abertura da programação. Fala/conversa de Ricardo Corona (Editora Medusa) e Amir Cadôr. 13h30 às 20h – Feira de Múltiplo e visita à exposição

Dia 9 de junho de 2018 (sábado). 9h às 12h.
Fala/conversa de Marcia Sousa, Helene Sacco (Lugares Livro) e Elida Tessler. 13h30 às 20h – Feira de Múltiplo e visita à exposição/encerramento

Serviço

O quê: Seminário Diálogos sobre o Múltiplo e Publicações de Artista e Feira de Múltiplo

Quando: 8 e 9.6.2018, 9h às 12h

Onde: Cinema do Centro Integrado de Cultura, av. Gov. Irineu Bornhausen, 5.600, Agronômica, Florianópolis (SC), tel.:  3664-2555

Quanto: Gratuito.

 

O quê: 16º Armazém, projeto contemplado pelo Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura-2017 

Quando: Até 9 de junho de 2018, 13h às 20h
Onde: Museu de Arte de Santa Catarina – anexo Sala Lindolf Bell, Centro Integrado de Cultura, av. Gov. Irineu Bornhausen, 5.600, Agronômica, Florianópolis (SC), tel.: 3664-2555

Quanto: Gratuito

Realização:

Projeto Armazém, Museu de Arte de Santa Catarina (Masc), Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais/Udesc

Produção:

Lugar Específico

Apoio:

Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura 2017, Funcultural, Fundação Catarinense de Cultura e Governo do Estado de Santa Catarina


Apoio Cultural:

Departamento de Artes Visuais Ceart/Udesc, Espaço Cultural Armazém – Coletivo Elza, Farmácia Ponta do Goulart e Multicor Fine Art

Contatos:

Texto: Neri Pedroso

Nesta quinta-feira (24), às 17h, a 32ª Edição do projeto Gerações MASC - Museu em Movimento abordará a obra da desenhista e pintora Jarina Menezes. A apresentação ficará a cargo do filho, Carlos Holbein e da amiga da artista, Maria Lúcia Mourão.

Jarina Menezes foi essencialmente uma desenhista, embora trabalhasse com outras técnicas. Era amante do papel e com ele elaborou os melhores desenhos. Alguns estão registrados no livro do filho Carlos Holbein, intitulado “Jazz, Cinema & Utopia”.

Por ter sido uma grande admiradora de Picasso, Miró e do desenhista Hans Bellmer, Jarina provavelmente captou do inconsciente coletivo seus traços, apesar dos resultados finais serem distintos.
Além do Brasil, a artista expôs seus trabalhos na Espanha, Portugal e Bélgica. Foi selecionada, juntamente com outros 287 artistas do mundo, para participar do Museu Espanhol de Arte Contemporânea, em Madrid, em 1981.

Jarina recebeu importantes premiações, dentre elas, a Medalha de Ouro da Associação Brasileira de Desenho no ano de 1975, no Rio de Janeiro.
Foi presidente por duas vezes da Associação Catarinense de Artes Plásticas (Acap), fundada pelos artistas Martinho de Haro, Franklin Cascaes e Ernesto Meyer Filho.

Em dezembro de 2005, aos 78 anos, Jarina faleceu, deixando uma obra de reconhecida qualidade.

O filho, Carlos Holbein Antunes de Menezes, é o quinto dos sete filhos que Jarina Menezes teve no seu casamento com Holbein Menezes.

Carlos é professor e escritor, cearense, tem 66 anos. É funcionário público estadual concursado desde 2005, lotado na Secretaria de Estado da Educação. Atualmente, encontra-se à disposição da Fundação Catarinense de Cultura, na Gerência de Projetos.

 

Serviço

Gerações MASC
Quando: 24 de maio, às 17h
Local: Museu de Arte de Santa Catarina
Entrada gratuita.

 

Fonte: Ascom FCC