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A Biblioteca Pública de Santa Catarina convida todos a participarem das atividades nos dias 7 e 8 de novembro, em comemoração ao dia nacional do livro e das bibliotecas.

Confira a programação:

29/10 a 26/11 - Exposição "Jornais escolares e estudantis do acervo da Biblioteca Pública de SC"

Local: Hall da biblioteca

05 a 09/11 - Projeto "Troca-Troca"

Você pode trocar um livro por outro de seu interesse

Local: Setor Infantojuvenil

07 e 08/11 -  Projeto "Pegue e Leve!"

Distribuição gratuita de livros previamente selecionados

Local: Em todos os setores da biblioteca

07/11 -  Contação de Histórias com Marina de Souza

Horário: 10h

Local: Setor Infantojuvenil 

07/11 -  Teatro Ari Nunes -  A Banda dos Bichos

Horário: 15h

Local: Auditório da biblioteca 

[Inscrições limitadas pelos telefones: (48) 3665-6423 ou (48) 3665-6422]

08/11 -  Teatro Valdir Dutra - Joãozinho e o Pé de Feijão

Horário: 15h

Local: Auditório da biblioteca 

[Inscrições limitadas pelos telefones: (48) 3665-6423 ou (48) 3665-6422]

Entre os dias 29 de outubro e 26 de novembro ficará em cartaz, no hall da Biblioteca Pública, a exposição Jornais escolares e estudantis do acervo da Biblioteca Pública de Santa Catarina. A mostra apresenta 44 títulos de jornais editados em cidades catarinenses no período de 1868 a 2012, expostos em doze painéis contendo capas digitalizadas e impressas das publicações. A entrada é gratuita e o horário de visitação é de segunda a sexta-feira das 8h às 19h e no sábado das 8h às 11h45.

A exposição é organizada sob curadoria do bibliotecário Alzemi Machado, que explica que a criação de jornais escolares produzidos por estudantes ou pelo corpo pedagógico das escolas surgiu na Europa a partir da primeira década do Século XX. Um dos primeiros educadores a utilizar o jornal escolar foi o belga Jean-Ovide Decroly, no ano de 1909, quando editou em seu estabelecimento de ensino O Correio da Escola.

Entretanto, foi o educador francês Celestin Freinet (1896-1966) a partir de 1924, que proporcionou grandes contribuições na utilização do jornal impresso como aliado indispensável no processo educacional, ao perceber que as crianças e adolescentes tinham a necessidade de expressar as suas ideias, e quando manifestavam, apresentavam considerável melhora no rendimento. Outro educador e médico de formação, Janusz Korczak (1878-1942), utilizou o jornal em trabalhos junto às crianças pobres na periferia de Varsóvia, alcançando grande êxito escolar.

No Brasil e, particularmente em Desterro, foi editado em janeiro de 1868 o periódico A União: revista litteraria e noticiosa, elaborado pelos alunos do Colégio do Santíssimo Salvador, vinculado à Ordem dos Jesuítas, tornando-se uma das primeiras publicações estudantis em solo brasileiro. Merece destaque também o jornal A Escola, idealizado pelo professor João dos Santos Areão, diretor do Grupo Escolar Jerônimo Coelho na cidade de Laguna. O primeiro número circulou em 1914, sendo editado sob responsabilidade da direção, contando com a colaboração de professores e eventualmente, de alguns alunos. Abordava conteúdos cívicos, patrióticos, higienísticos, excertos de livros escolares, trechos e redações escolhidas por professores, entre outros temas.

Diversos jornais passam a ser editados nos Grupos Escolares, Escola Normal, Escolas Reunidas, Isoladas e Complementares, objetivando cumprir às determinações advindas das reformas escolares, sob a batuta do pensamento escolanovista.

Neste sentido, a exposição tem o propósito de divulgar o acervo da Biblioteca Pública de Santa Catarina e da Hemeroteca Digital Catarinense e, particularmente, os jornais produzidos por estudantes, estabelecimentos escolares, faculdades, entidades estudantis e grupos de alunos, que de forma autoral ou apócrifa, manuscrita, tipográfica, mimeografa ou em off-set, ajudaram a construir a história da imprensa escolar e estudantil em Santa Catarina.

 

Ascom FCC

 

Recentemente foi encontrada, no acervo da Biblioteca Pública de Santa Catarina (BPSC), a letra de um hino nacional escrita por Machado de Assis em 1867. A letra foi apresentada na antiga Desterro, atual Florianópolis, em razão do aniversário de Dom Pedro II.

A descoberta foi feita pelo pesquisador Felipe Rissato que, por meio da Hemeroteca Digital Catarinense, teve a oportunidade acessar exemplares antigos do jornal O Constitucional que trazia a letra impressa. A informação inicial foi obtida em uma edição do jornal O Mercantil encontrado na Biblioteca Nacional (também disponível na BPSC) que anunciava as festividades para dezembro daquele ano.

A notícia da descoberta foi publicada no site da Folha de São Paulo.

 

Ascom FCC

A Fundação Catarinense de Cultura (FCC) firmou um termo de cooperação técnica com a Secretaria de Meio Ambiente, Planejamento e Desenvolvimento Urbano de Florianópolis para a digitalização de 20 livros de aforamento e 44 livros de sepultamento do Cemitério São Francisco de Assis, na capital. O material é considerado de grande relevância histórica no município

Com o termo, o material será digitalizado na Biblioteca Pública de Santa Catarina, que conta com equipamentos específicos para este fim.

O termo foi firmado entre as partes nesta segunda-feira, 13, e terá vigência de seis meses.

 

Ascom FCC

A  Biblioteca Pública de Santa Catarina é o espaço de uma exposição com documentos do projeto de repatriação de informações produzidas e coletadas pela diplomacia espanhola no período em que a Espanha foi responsável pelos interesses alemães no Brasil durante a Segunda Guerra Mundial. A mostra “História Repatriada” revela documentos inéditos sobre alemães em Santa Catarina durante a 2ª Guerra Mundial.

Os cerca de cinco mil documentos reúnem diários, cartas, solicitações, documentos financeiros e correspondências oficiais da Embaixada, Consulado (Porto Alegre) e Vice-consulados (em Florianópolis e São Francisco do Sul) da Espanha entre 1942 e 1945. Uma das mais importantes revelações até agora é a atenção e o cuidado que os espanhóis dispensavam aos alemães no Brasil: vistos como inimigos em solo brasileiro em razão da guerra, uma parcela desses alemães foi encaminhada a centros de internação e recebeu a visita pessoal do vice-cônsul espanhol, para saber como estava sendo tratada e do que necessitava.

A mostra segue em cartaz até o dia 8 de setembro. Após esse período, os arquivos estarão disponíveis para consultas públicas presenciais no Instituto Carl Hoepcke. Os arquivos foram digitalizados na Espanha e enviados ao Brasil em 13 CDs, incorporados à plataforma Acess to Memory (AtoM), utilizada pelo Instituto e adaptada para a inclusão do novo material.

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Horários de visitação:

Segunda a sexta-feira: 08h as 19h
Sábado: das 08h às 11h45

Entrada gratuita.