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A Fundação Catarinense de Cultura (FCC) também participa da Maratona Cultural de Florianópolis em 2013, com atividades programadas para ocorrer nas casas que administra. O evento ocorrerá entre os dias 22 e 24 de março com 36 horas de atrações gratuitas de dança, música, teatro, cinema e artes visuais, distribuídos tanto na Ilha como no Continente.

Confira a programação da Maratona no Museu Histórico de Santa Catarina:

Dia 23/03 (sábado):
Das 10h às 17h - Visita ao Museu Histórico de Santa Catarina
Das 10h às 17h - Exposição Guerra do Contestado: 100 anos de Memórias e Narrativas
Das 10h às 17h - Exposição de Graffiti Maratona Cultural - Homenagem à Franklin Cascaes (Rizo, Vejam e Daniel)
19h30min - Sessão Curtas no Museu
Solitude dele - Diogo Vaz Franco - 5' - Video-dança - Livre
Coloridos - Evandro Scorsin - 11' - Documentário - Livre
Ilha - Alê Camargo - 9' - Animação - Livre
De volta pra Casa - Richard Valentini - 24' - Documentário- livre

Dia 24/03 (domingo):
Das 10h às 17h - Visita ao Museu Histórico de Santa Catarina
Das 10h às 17h - Exposição Guerra do Contestado: 100 anos de Memórias e Narrativas
Das 10h às 17h - Exposição de Graffiti Maratona Cultural - Homenagem à Franklin Cascaes (Rizo, Vejam e Daniel)
Das 10h às 12h - Intervenção com Paulo Govêa
10h - Piano no Museu com Alberto Heller
10h40min - Piano no Museu Arte Piano Trio
11h20min - Alberto Heller e Masami Ganev

>> Mais informações no site oficial do evento: http://www.maratonacultural.com

Fonte: Assessoria de Comunicação FCC

Devido ao grande número de visitantes da exposição Guerra do Contestado: 100 Anos de Memórias e Narrativas, a Fundação Catarinense de Cultura (FCC) informa que prorrogará o período de visitação. Interessados em conhecer um pouco mais sobre esse importante episódio da história catarinense terão até o dia 2 de junho de 2013 para conferir o acervo com peças como armas, fotografias, imagens de santos de maquetes de locais e redutos do evento. A mostra é gratuita e está no Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa, no Centro de Florianópolis.

Para a montagem da exposição, que tem curadoria do pesquisador Fernando Romero,  a equipe de técnicos da Diretoria de Patrimônio Cultural da FCC participou de vários estudos junto aos sítios históricos. Foram visitados os municípios de Irani, Taquaruçu (distrito de Fraiburgo), Três Barras, Porto União, Matos Costa, Calmon, Lebon Régis, além dos museus, arquivos e coleções nas cidades de Irani, Curitibanos, Campos Novos, Mafra, Lages, Porto União, Caçador, Matos Costa e Lebon Régis. O objetivo foi buscar subsídios para a construção das exposições temáticas, além de estabelecer contato com os agentes culturais. “Outra questão de suma importância, foi poder identificar a situação dos sítios históricos com vistas a desenvolver um processo integrado de conservação desses patrimônios culturais”, explica o presidente da FCC, Joceli de Souza. “Esse é um importante episódio da história brasileira, desconhecido da grande maioria da população”, completa.

Sobre a Guerra do Contestado 
 
A Guerra do Contestado colocou em evidência, pela primeira vez no Brasil, temas fundamentais do mundo contemporâneo: a ecologia, a liberdade religiosa, a posse da terra e a contestação de relações sociais arcaicas em pleno século XX. Teve grande influência nos rumos tomados pela sociedade catarinense no presente e deixou cicatrizes que até hoje reclamam nossa consideração.

Entre os anos de 1912 e 1916, a região do Contestado, cujo território era alvo de disputas entre os estados de Santa Catarina e Paraná, foi palco de um dos mais sangrentos episódios da história do Brasil. Juntou-se à questão das fronteiras a eclosão de um surto messiânico influenciado pelo grande número de pessoas sem terras e sem emprego na região. Eram ex-camponeses, expulsos de suas terras para a implantação de uma madeireira, e ex-operários da estrada de ferro Brazil Railway, que trabalharam na construção e se viram sem trabalho com o fim do empreendimento.
 
Nesse cenário, surgiram profetas e monges pregando ideais de justiça, paz e comunhão, indo de encontro ao autoritarismo e à ordem republicana vigentes. Preocupados com o crescimento do movimento popular, os governos estadual e federal começaram a agir contra a comunidade, com o envio de tropas militares para a região. Os sertanejos resistiram à ação da artilharia pesada do exército até 1916.
 
Desde então, a Guerra foi narrada de diversas formas pelos diferentes personagens que dela tomaram parte e por aqueles que refletiram sobre ela posteriormente. Analisar essas narrativas é uma forma de recontar essa história com a perspectiva do presente. Recordar as marcas, reavivar as memórias, mostrar os lugares que lembram esse passado deve contribuir para analisarmos com outros olhos o nosso tempo atual e ver que muitos dos temas trazidos pelos rebeldes do Contestado continuam tão vivos como há 100 anos.
 
Acervo
 
O acervo colocado à disposição do público durante a exposição está dividido em quatro salas temáticas. A intenção não é contar a história do conflito, mas mostrar as diferentes versões e olhares sobre o episódio. No primeiro espaço, utensílios do dia-a-dia dos caboclos estão à mostra. São objetos como chaleira, panela, lampião, bruaca (usada para transporte de grãos, erva-mate e outros mantimentos), machado e serra.
 
Na segunda sala, estão expostas as armas usadas nas batalhas. De um lado, os facões dos sertanejos e, de outro, fuzis e projéteis do exército. Em seguida, é a vez das obras que retratam os redutos e conflitos da guerra, em quadros de Déa Catharina Haichmann e Hassis que compõem a sala 3. No mesmo espaço, estão expostas maquetes que reproduzem algumas das batalhas travadas durante a guerra e os redutos onde os caboclos viviam.
 
Na quarta e última sala, o público pode conferir mapas históricos e o acordo de limites que findou a guerra e estabeleceu as fronteiras entre Paraná e Santa Catarina, em 20 de outubro de 1916. Há, ainda, o álbum de viagem do então presidente do Estado, Adolpho Konder, de 1929, que retrata a primeira visita de um governante de Santa Catarina ao Oeste. Essa viagem teve o caráter de cruzada, com a intenção de “ocupar” e “civilizar” a região.
 
A FCC trabalhou com apoio de museus, universidades, municípios, fundações e outras entidades para a reunião do acervo exposto. Entre os colaboradores que cederam temporariamente algumas das peças estão o Museu Histórico e Antropológico da Região do Contestado (Caçador), Museu Josette Dambroski (Matos Costa), Grupo Resgate (Calmon), Universidade do Contestado (Mafra), Museu Thiago de Castro (Lages), Prefeitura de Mafra, Instituto Histórico e Geográfico de Santa  Catarina e Fundação Hassis (Florianópolis), além do próprio Museu Histórico de Santa Catarina.
 
Serviço:
 
O quê: Exposição Guerra do Contestado: 100 Anos de Memórias e Narrativas
Onde: Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa (Praça XV de Novembro, 227 - Centro - Florianópolis/SC)
Quando: de 22/10/2012 a 02/06/2013.
Visitação: de terça a sexta-feira, das 10h às 18h. Sábados e domingos,  das 10h às 16h.
Informações: (48) 3028-8090
Entrada gratuita

Fonte: Assessoria de Comunicação FCC

O Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa, espaço administrado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) no Centro de Florianópolis, recebe no dia 11 de julho de 2012, às 15h, a palestra da professora Lucia Gouvêa Pimentel, da Escola da Belas Artes da Universidade Federal de Minas Geral (UFMG). Na ocasião, a professora irá falar sobre o ensino da arte voltado para as novas tecnologias de informação e comunicação e as identidades. A entrada é gratuita.

Os temas da palestra são recorrentes na formação dos professores de Arte, em uma sociedade que se destaca pela sua diversidade identitária e cultural e que utiliza as tecnologias contemporâneas em distintos espaços sociais. A palestra é promovida pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).

Serviço:

O que: Palestra sobre Ensino de Arte voltado para as novas Tecnologias de Informação e Comunicação e as Identidades
Onde: Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa (Praça XV de novembro - Centro - Florianópolis)
Quando: 11/07/2012, às 15h
Informações: (48) 3028-8090 / 3028-8091
Entrada gratuita



Fonte: Assessoria de Comunicação FCC

Os novos desafios e inspirações dos museus serão tema de mesa redonda na próxima quinta-feira (17/05), das 15h às 17h, no Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa, espaço administrado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC). O evento faz parte da programação do museu dentro da 10ª Semana Nacional de Museus, promovida em todo o país pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

A discussão será coordenada pelo historiador Fábio Andreas Richter e terá a participação de Fernando Boppré (historiador e produtor cultural), Angela Paiva (museóloga), Kelly Vieira (ADEH - Associação em Defesa dos Direitos Humanos com enfoque na sexualidade) e Janaí Abreu (psicopedagoga e artista plástica). O evento é aberto ao público.

Serviço:

O que: Mesa redonda "Museus em um mundo em transformação - Novos Desafios, Novas Inspirações"
Onde: Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa (Praça XV de novembro - Centro - Florianópolis)
Quando: 17/05/2012 (quinta-feira), das 15h às 17h
Participação gratuita
Informações: (48) 3028-8090

Fonte: Assessoria de Comunicação FCC

O Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa, espaço administrado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), receberá, na próxima quinta-feira (17/05), às 18h, o Sarau de Modinhas Brasileiras. O evento está dentro da programação da casa dentro da 10ª Semana Nacional de Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

O projeto Modinhas Brasileiras faz parte do Programa de Extensão VivaVoz, da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), que objetiva, entre outros, o estudo de repertório pouco conhecido e a formação de plateia.  Uma das manifestações mais antigas da canção em nosso país, caracterizada pela sua abordagem lírica e sentimental do amor, a modinha se destacou desde a segunda metade do século XVIII.

O evento se propõe a reviver esse gênero da cultura nacional, pelo que tem de belo e de brasileiro. A ideia é recriar um ambiente de sarau, onde serão apresentadas canções acompanhadas ao violão e poesias. Participam 12 alunos do curso de Música do Centro de Artes da Udesc, o professor Lucas da Rosa na concepção dos figurinos, e a professora Alicia Cupani, coordenadora do VivaVoz.

Este projeto teve início em 2011, e realizou diversas apresentações na Udesc, na Barca dos Livros e no Museu Histórico de Santa Catarina. Dado o sucesso do Sarau no Museu Histórico, em 2012 o grupo foi convidado a integrar a programação da Semana Nacional dos Museus.

Ficha Técnica:

Sarau de Modinhas Brasileiras
Programa VivaVoz

Coordenação profa. Alicia Cupani
Bolsista: Rosecler Reckziegel

Participantes:
Carlos Rafael Porto
Eduardo João das Neves
José Claudio Mezzalira
Lorena Piacente Nazário
Luíza Faé Mantovani
Luiz Eduardo Silva
Miguel Philippi
Natacha Kamila Vieira
Rodrigo Pivetta Werlang
Rosecler Luisa Reckziegel


Serviço:

O que: Sarau de Modinhas Brasileiras
Onde: Museu Histórico de Santa Catarina – Palácio Cruz e Sousa (Praça XV – Centro)
Quando: 17/05/2012, às 18h.
Entrada Franca
Informações: (48) 3028-8090.

Fonte: Assessoria de Comunicação FCC