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A Orquestra Brasileira volta ao palco do Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), no dia 15 de outubro, às 20h30, com o espetáculo "Essa Orquestra é Brasileira", um concerto vibrante que percorre o coração musical do Brasil — dos clássicos eruditos às canções que embalam o imaginário popular. Em um repertório plural, que une sofisticação orquestral à alma da música brasileira, o espetáculo reafirma o compromisso da Orquestra com a valorização da identidade nacional em toda a sua diversidade.

Sob direção artística e musical de Luiz Gustavo Zago, o grupo apresenta arranjos inéditos para uma formação que mistura a disciplina da música de concerto com a liberdade criativa da música popular. Violões de 6 e 7 cordas, cavaquinho, bandolim, flautas, acordeon, saxofone, piano, contrabaixo, bateria e percussões populares se organizam como uma verdadeira orquestra brasileira — com ensaios setorizados, naipes coordenados por spallas e repertório cuidadosamente construído.

“Essa Orquestra é Brasileira” propõe um mergulho na riqueza da nossa música, visitando diferentes épocas, ritmos e regiões. Canções como “Canto das Três Raças”, “Vou Festejar” e “Zé do Caroço” celebram a força do samba e da resistência cultural. O forró e o xote ganham vida em “Xote das Meninas”, “Ai que Saudade D’ocê” e “Festa do Interior”, enquanto clássicos da canção brasileira como “Canção da América” e “O que é o que é” ressoam em arranjos emocionantes e surpreendentes.

O espetáculo também presta homenagem à música de concerto brasileira com obras emblemáticas de Villa-Lobos, como “Modinha”, “Bachianas nº 5” e o poético “Trenzinho do Caipira”, além de composições instrumentais como “Milonga para as Missões” e “Maracatu”, que evidenciam o poder da música como narrativa cultural.

Convidados/as especiais:

  • Kako
  • Claudia Bossle
  • Bárbara Damásio
  • Masami Ganev
  • Camélia Martins
  • Juliana dos Passos
  • Didi Maçaneiro

Kako

Cantor de Florianópolis, ganhou destaque nacional após sua participação no The Voice Brasil, ao ser aprovado na audição às cegas e integrando o time de Lulu Santos. Atua com frequência em teatros, casas de shows e bares da cidade, trazendo música rica em identidade regional e talento vocal.

Claudia Bossle

Reconhecida cantora de jazz e bossa nova, Claudia traz em seus arranjos a sofisticação dos standards e o swing refinado da música brasileira. Radicada em São Paulo, ela também é conhecida por sua trajetória emocional envolvendo o músico Champignon, com quem compôs diversas canções — projetos que expressam resiliência, amor e memória.

Bárbara Damásio

Cantora, produtora e ativista cultural de Santa Catarina, Bárbara lidera há aproximadamente 15 anos o projeto Samba de Bárbara, em Itajaí, contribuindo para manter viva a tradição do samba no sul do país. Seu trabalho também inclui o premiado DVD “Você é mesmo essa flor”, com participação de Elza Soares. 

Camélia Martins

Com cerca de 22 anos de carreira, Camélia é uma voz expressiva do samba em Florianópolis, transitando com naturalidade por influências de forró e clássicos da MPB. Ela já dividiu o palco com artistas como Lenine, João Donato e Camerata Florianópolis, e tem raízes artísticas que remontam a Clara Nunes e Cartola. 

Juliana D Passos

Paulista radicada em Florianópolis, Juliana é uma artista multifacetada com mais de 25 anos de carreira. À frente do projeto Macumbaria, ela celebra a cultura afro-brasileira por meio de sambas enriquecidos com elementos de soul, maracatu, axé e reggae. Seu canal no YouTube acumula mais de 50 milhões de visualizações. 

Masami Ganev

Soprano originalmente do Japão, Masami chegou ao Brasil em 1997 e se integrou à cena da música erudita em Florianópolis. Participou de montagens de óperas, como “Carmen”, e tornou-se uma das principais vozes líricas da região, realizando tanto trabalhos como coralista quanto como solista. 

Didi Maçaneiro

Didi Maçaneiro, iniciou sua carreira musical aos 13 anos e desde 1999 se dedica a pesquisa do universo percussivo e da cultura popular. Soma dezenas de interpretações e participações em álbuns, como ritmista e interprete. Através da música, viajou grande parte do território nacional e mais de 15 países. Carrega na bagagem uma relação intrínseca com a arte, 30 anos de música e cultura popular. 

Poeta, boêmio e produtor de whisky, esbanja alegria nos palcos e faz da música sua profissão de fé!

ORQUESTRA BRASILEIRA:

Piano e regência: Luiz Gustavo Zago

Arranjos: Luiz Gustavo Zago

Flauta: Ana Luísa Remor

Flauta e sax: Elio Vistel

Bandolim: Lucas Moretto Martinez

Cavaco: Duh Romão

Violões: Eduardo Pimentel, Igor Ishikawa

Violão 7 cordas: Filipe Müller

Acordeon: Marcelo Besen

Contrabaixo: Tie Pereira

Bateria: Richard Montano

Percussão: Alexandre Damaria

Luiz Zago -  Zago é pianista, compositor e diretor musical, tendo intensa participação nos grandes espetáculos musicais sul-brasileiros, expandindo as fronteiras da música entre o clássico, a brasilidade e o jazz.  É maestro fundador e diretor musical da Orquestra Brasileira, grupo orquestral nascido em 2022 e composto de violões, cavaco, bandolim, flautas, acordeom, simbolizando a essência da formação da música brasileira, e que se dedica a interpretar de Heitor Villa Lobos e Carlos Gomes a Tom Jobim e Hermeto Pascoal, percorrendo toda a grandiosidade da musica brasileira. Como solista, possui 4 álbuns lançados, diversos singles e trilhas sonoras para audiovisual, além de colaborar com artistas tão diversos como Ivan Lins, Lenine, Baco Exu do Blues, Toquinho, Zeca Baleiro, Alice Caymmi, Jade Baraldo e Paulinho Moska, além de orquestras fundamentais no cenário brasileiro como ntOrquestra Sinfônica Brasileira, Camerata Florianópolis, Petrobras Sinfônica e Nova Orquestra (com a qual participou do Rock in Rio 2019), criando assim a união perfeita entre a delicadeza e dramaticidade clássicas aliada à explosão rítmica presente no universo da música popular, moldando um universo único dentro dos trabalhos que realiza. 

Tomou posse em 2019 da cadeira 38 da Academia Catarinense de Letras e Artes, pela relevante atuação expandindo a música e cultura no cenário nacional. 

Orquestra Brasileira

Fundada em 2022, a Orquestra Brasileira surgiu com uma proposta inovadora: fundir a riqueza da música popular com a linguagem e a estrutura da música de concerto.  A formação instrumental da Orquestra é, por si só, uma declaração de identidade — ao lado de instrumentos sinfônicos, estão o cavaquinho, o bandolim, o acordeon e os violões, traduzindo o DNA musical brasileiro. Com arranjos originais e partituras escritas especialmente para este formato, a Orquestra alcança um nível de excelência técnica raro em grupos dedicados à música popular. Cada naipe funciona como em uma orquestra clássica, com organização, precisão e sensibilidade artística. Mais do que executar músicas, a Orquestra propõe uma experiência que conecta plateias de todas as idades com a história viva da música brasileira — de Carlos Gomes a Hermeto Pascoal, de Villa-Lobos a Chiquinha Gonzaga, de Tom Jobim a Egberto Gismonti.

Ingressos à venda no site Blueticket