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Utilizar a música como ferramenta para ajudar ao próximo. Esta foi a fórmula encontrada por 40 músicos voluntários de Florianópolis para ajudar um dos mais importantes centros de pesquisa e tratamento do Câncer, o CEPON. E após duas edições de sucesso, o projeto “The Beatles pela Vida” volta para sua terceira temporada nos dias 03, 04 e 05 de julho, no Teatro Ademir Rosa (CIC).

O projeto do show “The Beatles pela Vida”, coordenado pelo músico e empresário Rafael Bastos, nasceu em 2016 quando a médica e ex-aluna de música, Rita Ferrua, expôs a situação do AJAS (adolescentes e jovens adultos) para o músico Rafael Bastos que reuniu músicos locais tirar o projeto do papel. “Todos os músicos tocam voluntariamente e, ao todo, 56 canções dos Beatles serão executadas por estes grandes músicos e parceiros, visando reunir um público ainda maior do que no ano passado”, destaca.

Para esta edição o evento cresceu e com isso a meta de arrecadação também. Serão três noites com repertório diferenciado em cada uma das apresentações. “Reunimos mais de 40 músicos para revisitar as músicas do grupo inglês, em três fases bem emblemáticas: 03/07, Beatlemania (1962 a 1965); 04/07, Psicodelia (1965 a 1967); e Rock On Roll (1965 a 1967)”, explica Rafael Bastos. O objetivo é chegar aos R$ 100 mil em 2018. Os ingressos podem ser adquiridos nas lojas e sites da Blueticket.

Fender Experience

Um dos destaques do "The Beatles pela Vida" será o espaço "Fender Experience", montado no espaço Lindolf Bell, no CIC, nos dias 03, 04 e 05 de Julho. O espaço tem o como objetivo proporcionar descobertas e experiências musicais através da imersão no mundo dos instrumentos e amplificadores da famosa marca Fender. O espaço, que já foi montado em eventos de grande porte em Recife, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro será montado pela primeira vez será em Florianópolis, com dezenas de instrumentos e com destaque para a exclusiva Telecaster® Rosewood Custom Shop George Harrison Tribute: uma reedição da icônica guitarra criada pela Fender para o guitarrista George Harrison em 1968, que se imortalizou na gravação do álbum Let it Be e no último show dos Beatles, em Londres, realizado no telhado da Apple em 1969, o famoso Roof Top Concert. O espaço Fender Experience estará aberto ao público das 13h às 21h.

Valor dos Ingressos para show:

R$ 60,00 inteira; R$ 30,00 meia entrada (ESTUDANTE, IDOSO, DEFICIENTE, MENOR DE 18 ANOS, DOADOR DE SANGUE, PROFESSOR)

**Venda nas bilheterias dos teatros e no site Blueticket. Ingressos numerados.

O espetáculo Aventuras em Alto Mar é o novo projeto musical da Cia Grito de Teatro, uma das maiores companhias de teatro musical do sul da país, que completa 13 anos de experiência no ramo neste ano. Será apresentado neste sábado, 30, às 20h, no teatro Ademir Rosa.

A Grito trará mais uma vez aos palcos de Santa Catarina uma mega produção, com músicas cantadas ao vivo, coreografias e cenas comoventes, contando com cerca de 40 artistas e 20 técnicos de produção que levarão o público a conhecer a cultura Maori e a ancestralidade que a envolve.

Unindo a magia da Disney e todo o glamour dos grandes espetáculos da Broadway, o musical conta uma estória envolvente que transmite esperança e encoraja a busca pelo autoconhecimento.

30 de junho de 2018 às 20h

Valor dos Ingressos:
R$ 80,00 inteira; R$ 40,00 meia entrada (ESTUDANTE, IDOSO, DEFICIENTE, DOADOR DE SANGUE, PROFESSOR, MENOR DE 18 ANOS)

**Venda nas bilheterias dos teatros e no site Ingresso Rápido. Ingressos numerados.

Nesta quarta-feira (dia 27), no Teatro do CIC, acontece a estreia nacional da ópera-rock FRANKENSTEIN, do compositor Alberto Heller. É a primeira nesse formato já feita no país e tem a participação do ator Alírio Netto (eleito o Fred Mercury para o projeto oficial do Queen Extravaganza). A produção é da Camerata Florianópolis, orquestra conhecida pelo estilo inusitado de unir a música clássica aos demais gêneros musicais, como rock, jazz, MPB, reggae e eletrônica. O espetáculo tem regência do maestro Jeferson Della Rocca, direção cênica de Renato Turnes, direção artística do próprio Alberto Heller e produção executiva de Maria Elita Pereira. O projeto é uma realização da Fundação Catarinense de Cultura - Estado de Santa Catarina. Inicialmente as apresentações serão em Florianópolis, mas pretende-se que em breve essa produção viaje pelo país.

O libreto da ópera-rock FRANKENSTEIN, escrito também por Alberto Heller, foi adaptado a partir da obra homônima de Mary Shelley (livro que comemora 200 anos em 2018), e se propõe a resgatar a dimensão trágica e existencial do original – distanciando-se das adaptações cinematográficas que costumam transformar essa profunda e riquíssima história num conto de terror. Nesta ópera, a concepção (tanto do libreto quanto da música) é altamente dramática, dramaticidade que não diminui pelo fato de se tratar de uma ópera-rock.

Nos papéis principais, grandes nomes do canto lírico e do rock nacional como Alírio Netto (vocalista do Queen Extravaganza), que vai interpretar a famosa Criatura; Rodrigo “Gnomo” Matos, que viverá Victor Frankenstein; Carla Domingues, soprano de voz marcante e versátil, que já se apresentou em vários teatros nacionais e internacionais, no papel de Elizabeth; Masami Ganev, soprano que já participou de óperas como Madama Butterfly e La Bohème, interpretará Justine – entre outros grandes nomes da música catarinense. A parte musical compreende ainda coro masculino, banda e orquestra sinfônica. Ao todo, quase 70 pessoas estarão envolvidas no espetáculo.

EM VEZ DE MUSICAL, UMA ÓPERA

Embora formalmente possa ser enquadrada como um musical, estilisticamente FRANKENSTEIN se diferencia da tradição dos musicais (que em geral têm forte influência pop, como no caso dos musicais da Broadway ou mesmo nos da Disney e similares), resultando numa mescla única em seu gênero no contexto das produções contemporâneas. “Por se tratar de uma tragédia, escrevi uma música extremamente densa e dramática”, explica Heller. “O que se reflete na orquestração. O timbre das guitarras e da percussão se mistura à formação sinfônica, numa escrita mais para Mahler que para Andrew Lloyd Webber – razão pela qual insisto no título ópera-rock ao invés de musical”.

Indicada para maiores de 14 anos, a ópera-rock FRANKENSTEIN, em dois atos e com duas horas de duração, promete ser uma das mais ambiciosas e originais produções da história da Camerata, que completa 25 anos em 2019.

SOBRE O AUTOR

O libreto e a composição são de autoria do compositor Alberto Heller, músico várias vezes premiado, autor de concertos, sinfonias, música para teatro, dança e cinema e que une aqui seu conhecimento musical ao literário (é doutor em Literatura e membro da Academia Catarinense de Letras e Artes). Nos últimos dez anos foi também o responsável pelos arranjos das várias edições do projeto Rock’n Camerata, junto à Camerata Florianópolis. Heller possui graduação e especialização em Música pela Escola Superior de Música Franz Liszt em Weimar, Alemanha, além de mestrado em Educação, doutorado em Literatura (ambos pela UFSC). É membro da Academia Catarinense de Letras e Artes (ACLA) desde 2008. Publicou os livros Fenomenologia da Expressão Musical (2007) e John Cage e a poética do silêncio (2011).

SOBRE A CAMERATA

A Camerata Florianópolis foi fundada em 1994 pelo maestro Jeferson Della Rocca e vem atuando ininterruptamente, sempre com significativa participação e relevância na agenda cultural da região Sul do país, e figura entre os mais importantes grupos do gênero no Brasil. Tem em seu currículo apresentações com grandes nomes nacionais, como Lenine, Paulinho Mosca e Zeca Baleiro, além da participação especial na edição do Rock’n Rio 2015 com o guitarrista americano Steve Vai. Uma das especialidades da orquestra é aliar a música erudita aos diversos gêneros musicais, como os projetos Rock’n Camerata, Música para Cinema, Clássicos com Energia, Marley in Camerata, entre outros.

FICHA TÉCNICA

LIBRETO E COMPOSIÇÃO: Alberto Heller

REGÊNCIA E DIREÇÃO MUSICAL: Jeferson Della Rocca

DIREÇÃO CÊNICA: Renato Turnes

DIREÇÃO ARTÍSTICA: Alberto Heller

ILUMINAÇÃO: Hedra Rockenbach

FIGURINOS: José Alfredo Beirão

CENOGRAFIA: Sandro Clemes

PRODUÇÃO: Maria Elita Pereira

REALIZAÇÃO: Camerata Florianópolis

TEASER: https://vimeo.com/273007529 (Produtora 30 Por Segundo)

SITE: https://www.operafrankenstein.com/

FANPAGE: https://www.facebook.com/%C3%93pera-Frankenstein-254074141830253/

INSTAGRAM: https://www.instagram.com/operafrankenstein/

FOTOS: Tóia Oliveira

SERVIÇO

O QUE? ópera-rock FRANKENSTEIN

ONDE? Teatro Ademir Rosa, CIC (Centro Integrado de Cultura) – Florianópolis

QUANDO?

26 de Junho, às 14h - Entrada Gratuita - Destinada a estudantes e professores - Retirada de ingressos na bilheteria do CIC

27 de Junho, às 20h - Entrada Gratuita - INGRESSOS ESGOTADOS

28 e 29 de junho, às 20h - INGRESSOS à venda nas bilheterias dos teatros (CIC, TAC e Pedro Ivo), sede da Camerata Florianópolis e Blueticket (site e lojas) - Valores: Plateia inferior (Inteira R$ 110,00 / Clube Assinante R$ 88,00 / Meia R$ 55,00) - Plateia superior (Inteira R$ 70,00 / Clube Assinante R$ 56,00 / Meia R$ 35,00)

O músico Nando Reis estará em Florianópolis neste domingo 24 de junho. Ele sobe ao palco  do teatro Ademir Rosa às 20h para o show Voz e Violão .

Tendo somente o violão como seu parceiro de palco, Nando cantará seus sucessos a apresenta versões diferentes para os seus clássicos. O objetivo do show é apresentar as canções exatamente como foram concebidas. No palco, somente o artista e seu violão, combinando a doce vibração das cordas com sua voz e algumas batidas no instrumento, que funciona às vezes de percussão.

Seus fãs, que não se concentram em apenas uma geração, podem esperar uma apresentação emocionante. O repertório é recheado de sucessos consagrados como “All Star”, “Diariamente”, “Espatódea” e “Relicário”. Além disso, versões de seus clássicos também marcam presença como “Luz Dos Olhos”, “O Segundo Sol”, “Quem Vai Dizer Tchau” e “Nos Seus Olhos”.

O show leva o nome do álbum de 2015, gravado com maestria. “Voz E Violão, No Recreio – Volume 1” foi produzido pelo próprio artista e contou com a mixagem de Jack Endino em um estúdio em Seattle, e está disponível em versão Cd e Vinil.

Plateia
R$ 260,00 inteira; R$ 130,00 meia-entrada (ESTUDANTE, IDOSO, DEFICIENTE, DOADOR DE SANGUE, PROFESSOR, PNE, Porto Seguro) R$ 240,00 (Clube Blue Ticket)
Plateia Superior
R$ 230,00 inteira; R$ 115,00 meia entrada (ESTUDANTE, IDOSO, DEFICIENTE, DOADOR DE SANGUE, PROFESSOR, PNE, Porto Seguro); R$ 210,00 (Clube Blue Ticket)

**Venda nas bilheterias dos teatros e no site BlueTicket. Ingressos numerados.

Neste sábado, 23 de junho às 21h, o músico Rubel sobe ao palco do Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC). O cantor e compositor faz o show de lançamento de seu segundo e aguardado disco “Casas” (Dorileo/Natura Musical). Com cenário de Luisa Pollo e iluminação de Vicente Baka, Rubel (voz e violão) sobe no palco acompanhado por Antônio Guerra (teclado e piano), Gui Held (guitarra), Bubu Silva (trompete), Pablo Arruda (baixo) e Pedro Fonte (bateria). No repertório, as novas canções “Partilhar”, “Mantra” e “Colégio”, além dos sucessos “O velho e o mar” e “Quando bate uma saudade”.


Sobre Rubel
“O que fazer após lançar um álbum despretensioso, que foi ganhando força graças ao boca a boca na internet e a um tocante videoclipe assistido mais de 16 milhões de vezes, e movimentou plateias numerosas em várias cidades do país, com direito a um Circo Voador abarrotado no arremate da turnê? Rubel responde a essa indagação com Casas (Dorileo/Natura Musical), sucessor de Pearl, a estreia que motivou todo o carrossel de emoções descrito acima. Aquelas sete canções que variavam entre a MPB e o folk, gravadas num estúdio caseiro no Texas (com destaque para “Quando Bate Aquela Saudade”, a do clipe), deram uma inesperada projeção ao cantor e compositor carioca de 26 anos. Ele agora entrega o novo capítulo, que vem com um belo twist no roteiro – e, atenção para o spoiler, os personagens Emicida e Rincon Sapiência são parte importante na história.
Contemplado pelo edital Natura Musical na categoria voto popular, Casas não é fruto de acasos e acidentes como Pearl. A começar pelo fato do novo trabalho ter sido minunciosamente pensado para ser o que ele é. E ninguém poderá falar em repetição de fórmula. Seu violão de nylon segue guiando as criações – agora com as cordas tencionando mais para a música brasileira. Mas há uma novidade sonora que não passará despercebida por ninguém: a incorporação de programações eletrônicas em boa parte do disco.
Cada vez mais interessado no hip hop de Chance The Rapper, Kendrick Lamar, Kanye West e, especialmente, Frank Ocean, Rubel procurou adicionar os ensinamentos dessa turma à sua música, ainda fortemente influenciada por Jorge Ben e Gilberto Gil, só para citar alguns mestres daqui. Auxiliado pela banda que levou Pearl para a estrada, ele passou quase um ano aprendendo a manipular uma MPC e realizando experimentos que iam de sintetizar batidas a recortar samples. “Pinguim” e a autobiográfica “Colégio” (escolhida para ganhar o primeiro clipe de Casas) atestam que valeu dedicar tanto tempo a essa busca.
A junção de MPB com elementos do rap é algo inédito em nosso cenário. Ao menos da maneira proposta por Rubel. As participações dos já citados MCs paulistanos Emicida (em “Mantra”) e Rincon Sapiência (em “Chiste”) não soam como meros featurings, mas sim como colaborações orgânicas. Com Rincon, dono do álbum mais badalado pela crítica em 2017, Rubel sentou à mesa, discutiu e criou “Chiste”, que estabelece um diálogo entre a dor e o riso. Já com Emicida o caminho escolhido foi o dos tambores de umbanda – e o rapper da Vila Nova Cachoeirinha anda craque em deitar rimas por cima de batuques. São Jorge, o homenageado de “Mantra”, certamente abençoou a parceria.
A influência do hip hop foi além da alquimia musical. Produtora e usina criativa de Emicida, a Laboratório Fantasma serviu como norte para Rubel fundar sua Dorileo. O cantor percebeu que seria mais coerente com sua trajetória independente até então montar o próprio selo. Um disco burilado de forma tão particular, costurado com esmero artesanal, não podia chegar ao mercado com qualquer amarra.
Com 14 faixas, Casas é entrecortado por introduções e vinhetas que reforçam a narrativa. Essa é outra diferença em relação ao breve Pearl – o que não quer dizer que o fã do primeiro álbum ficará frustrado com o recém-nascido. “Explodir”, por exemplo, traz Rubel ao violão, escudado apenas pelo violino do maestro Felipe Prazeres e pelo violoncelo de David Chew, em momento singelo que remete imediatamente ao disco de estreia. E quem prestigiou algum show da turnê de Pearl com certeza ouviu “Partilhar”, agora apresentada numa roupagem mais elegante do que aquela registrada no Sofar Sounds (é o vídeo mais assistido do projeto no Brasil, diga-se, já superando a marca de um milhão de visualizações).
Mas Casas é mesmo mais plural do que Pearl, não há como negar. “Casquinha” passeia pelo samba sem medo de sofrer ataques de talebambas. “Sapato” evoluiu de uma salsa torta para algo ainda mais difícil de se classificar. “Cachorro” carrega o hibridismo da melhor MPB produzida nos anos 70. E o desfecho é com “Santana”, único momento não autoral da jornada. A composição de Gustavo Rocha diz exatamente o que Rubel queria expressar quando a ouviu pela primeira vez.
Repetir algo já vivido nunca é uma boa ideia. A mágica não se repete. “O que se viu ficou para trás”, aponta o verso final de “Santana”. Casas é ambicioso fundamentalmente por colocar Rubel num novo lugar – e pode inspirar outras pessoas a singrar por mares nunca dantes navegados. É isso o que devemos esperar de um artista que não está aqui só de passagem.”

Valor dos Ingressos:

R$ 60,00 inteira; R$ 30,00 meia entrada (ESTUDANTE, IDOSO, DEFICIENTE, DOADOR DE SANGUE, PROFESSOR, MENOR DE 15 ANOS)

 

**Venda nas bilheterias dos teatros. Ingressos não numerados.